As I Lay Dying: show curto, mas intenso como poucos
Resenha - As I Lay Dying (Espaço Lux, São Bernardo, 01/03/2009)
Por Vitor Flisch Cavalanti
Fonte: Rock Dinasty
Postado em 11 de março de 2009
Quem compareceu ao Espaço Lux em São Bernardo do Campo-SP no domingo (01/03/2009), pôde conferir o excelente, mas infelizmente curto (porém extremamente intenso), show da banda americana do intitulado "Metalcore Cristão", AS I LAY DYING.
A banda teve seu início em 2001 enquanto ainda era um trio lançando o disco "Beneath the Encasing of Ashes", e contando com o debut lançou 4 discos de inéditas, 3 singles, uma coletânea, a saber:
2001 - Beneath The Encasing of Ashes
2002 - American Tragedy (Single)
2003 - Frail Words Collapse
2005 - Shadows are Security (Single)
2005 - The Darkest Nights
2005 - Shadows are Security
2006 - A Long March: The First Recordings (Coletânea)
2007 - An Ocean Between Us
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Logo na entrada já notava-se uma imensa fila de headbangers de diversos estilos, público de certa forma surpreendente pela penetração da banda junto aos brasileiros, e também pela localização não tão privilegiada e a pouca publicidade por parte dos organizadores, no caso a Liberation.
Quem teve a missão de abrir a tarde/noite foi o Jeffrey Dahmer, já que a banda Deeper than That havia cancelado sua participação dias atrás. E o Jeffrey Dahmer não fez feio não, mas não conseguiu empolgar o público sedento por AS I LAY DYING.
Com relação à casa, o Espaço Lux, trata-se de uma antiga danceteria que foi adaptada para casa de espetáculos, pode ser considerada grande para um local underground, mas é pequena para receber grandes artistas. No caso da banda em questão, foi perfeito.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Pouco mais das 19h, o AS I LAY DYING entra em cena tocando uma música instrumental em playback, e emendando com a paulada "Nothing Left" do mais novo disco "An Ocean Between Us", levando todos ao delírio. Era nítida a qualidade do som que estavamos presenciando e a famosa energia que a banda demonstrava.
Entre um clássico e outro, pudemos conferir "Forsaken", "I Never Wanted", "The Sound of Truth", "An Ocean Between Us", "Meaning in Tragedy" e "Within Destruction" do último trabalho da banda, "94 Hours" e "Forever" do disco "Frail Words Collapse", "Through Struggle", "The Darkest Nights" e "Confined" do disco "Shadows of Security".
Durante o show eram comuns as enormes circle pits que se abriam para os bangers se divertirem (há tempos não via rodas tão grandes em shows por aqui), e Tim solicitou e tentou organizar algumas vezes os chamados "Walls of Death", onde tal como em bailes funks (ótima referência, que venham as pedras), a pista se divide em duas partes/equipes e a um sinal as duas partes saem na pancadaria. Para sorte dos desavisados esse evento não ocorreu.
Grandes destaques para o ótimo baterista Jordan Mancino que mantém o ritmo durante todo o espetáculo e toca com precisão, além de Tim e do vocalista de apoio que faz a parte melódica tão envolvente como nos CDs.
Um show curto, mas intenso como poucos, intercalando clássicos o AS I LAY DYING conseguiu fazer com que muita gente saísse com a alma lavada e com o corpo em frangalhos do show.
Infelizmente, dias atrás foi anunciado que o baterista Jordan Mancino não presseguiria na tour devido a falecimento na família, mas quem irá substituí-lo será Justin Foley (baterista do KILLSWITCH ENGAGE).
Banda:
Tim Lambesis - Vocal
Phil Sgrosso - Guitarra
Nick Hipa - Guitarra
Josh Gilbert - Baixo/Vocais
Jordan Mancino - Drums
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