Por que "Angraverso" incomoda tanto se na gringa isso é mais normal que andar pra frente?
Por Gustavo Maiato
Postado em 20 de novembro de 2024
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O anúncio da banda Ready To Be Hated (nome sugestivo!) envolvendo Luis Mariutti, Thiago Bianchi e Fernando Quesada fez ressurgirem algumas piadas sobre o fértil ambiente do "Angraverso".
Mas o que é isso? Trata-se de bandas e projetos que membros e ex-integrantes do Angra criam entre si para continuar – dizem os críticos – mamando nas tetas da gigante do power metal brasileiro.
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A lógica é simples. Se você já tocou no Angra e cria outra banda isso já te capacita para adentrar o tal universo. Alguns casos conquistaram enorme sucesso, como o Shaman, carreira solo do Andre Matos, Noturnall e Almah. Outros não conquistaram muita popularidade, mas todos bebem da mesma fonte.
E qual o problema disso? Na Europa e EUA isso é mais comum do que andar pra frente. Bandas se reorganizam, dividem-se e fundem-se novamente com a maior naturalidade. Supergrupos vão e vêm e não se lêem críticas nesse sentido. O Ozzy canta Black Sabbath e qual o problema?
A verdade é que o que importa mesmo não é a banda em si gastar o nome do Angra e de certa forma enfraquecer a marca. Todos têm direito de tentar novos rumos na carreira. E numa indústria cada vez mais competitiva poder ostentar a medalha de "tenho algo a ver com a dita banda" é um "plus a mais" logo de cara.
O maior problema dessa história toda é quando os galhos desse tronco são ruins. Se a música é boa, os detratores tendem a silenciar. Se um integrante sai em carreira solo e continua tocando os clássicos, mas ele se mantém produtivo e fazendo um ótimo espetáculo, pouco importa.
Aqui no Brasil, o problema é que apenas duas bandas de metal podem se dar ao luxo de servir de espinha dorsal para essas costelas que vão surgindo: Angra e Sepultura. No exterior, como muitas podem ser o núcleo, os universos parecem não chamar tanta atenção. Uma solução para cessar a implicância com o Angraverso, portanto, seria que surgissem novas bandas gigantes por aí. Quem sabe o Nervosaverso esteja em formação?
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