Rock: Muito mais do que um estilo musical....
Por Ricardo Bellucci
Fonte: Canal AC DC Brasil
Postado em 23 de março de 2018
Creio que para muitas pessoas ouvir música, no meu caso, Rock, seja muito mais do que meramente escutar um som. A música faz parte da minha vida, não apenas porque marcou momentos importantes, significativos de minha vida, tristes ou felizes. Não, é mais do que isso, muito mais.
A música, o rock é algo maior, bem maior! É algo transcendente, que envolve emoções, fundamentalmente, mas também uma forma de encarar a vida, envolvendo valores, uma verdadeira filosofia de vida.
Com o rock aprendi a ter uma visão mais ampla de mundo, aprendi a escutar os outros, a perceber diferentes formas de ver as coisas. Nas rodas de amigos, ao debater um novo álbum conceitual, uma música, sempre surgiam opiniões divergentes, claro. Aprendi, então, a respeitar essas opiniões diversas, e aos poucos, percebi que era possível formar uma nova visão das coisas através de uma espécie de amálgama, uma forma abrangente de ver tudo!
Claro que não foi apenas o rock! Muitas pessoas me influenciaram: família, professores, pensadores! Mas, é inegável, o rock tem o seu lugar nesse roll de influências. É algo além das letras, do som, dos acordes, dos arranjos. É o "pacote" todo junto!
Essa forma de perceber as coisas acaba por ficar ali, em nossa alma, fazendo parte de nós. Somos nós. Escrever sobre esse tipo de transcendência não é simples. Abrange emoções. Cada um de nós encara as coisas da sua forma, da sua maneira, mas o rock faz com que todos nós acabemos por formar uma espécie de família, uma empatia ampla.
No vídeo abaixo, em uma entrevista do ACDC é possível perceber alguns desses elementos essenciais da cultura rock. Não somos apenas uma tribo, não, é um estilo, uma marca, uma forma de criar autoria no mundo. Somos seres autorais, todos nós, escrevendo nossas histórias de vida. Ser autor do nosso próprio destino, eis um dos traços marcantes do rock.
Muitas bandas possuem essa autoria, esse traço, marcante. Mas creio que uma delas, que representa essa "minha forma de ver as coisas" é o ACDC, sua autenticidade (concorde ou não com os caras), sua simplicidade e tenacidade são verdadeiros marcos. Lógico, os caras não são perfeitos, são humanos. Mas esses marcas são inegáveis.
Longa Vida ao Rock!
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Bangers Open Air anuncia primeiras atrações nacionais para a edição 2027
Summer Breeze vende todos os ingressos para a edição 2027 em tempo recorde
Gene Simmons volta a atacar os ex-colegas Peter Criss e Ace Frehley
As 5 músicas mais subestimadas do Whitesnake, segundo a Loudwire
A icônica banda que Regis Tadeu não recomenda nenhum álbum sequer: "Todos horrorosos"
Irmãos Gallagher descontentes com leilão de gravações raras do Oasis
O álbum que talvez seja a definição mais perfeita do rock progressivo
Vocalista original do AC/DC, Dave Evans lança novo single "Loup Garou"
Lars Ulrich relembra como foi o primeiro encontro do Metallica com o Iron Maiden
A fase do Deep Purple que Ritchie Blackmore não suporta
A música do Led Zeppelin que fez Steve Vai querer tocar guitarra: "O mundo parou"
As pouco lembradas gravações que Elton John fez com os membros dos Beatles
Os 59 anos de idade de Gene Hoglan, um dos maiores bateristas do heavy metal de todos os tempos
O guitarrista que Geddy Lee considera o "músico definitivo" do rock
Vozes eternas do Heavy Metal brasileiro
A profunda lição que Rick Wakeman aprendeu com um adolescente brasileiro
O único compositor brasileiro na história que foi gravado por Elvis Presley
O megahit dos Beatles que Paul McCartney compôs para consolar filho de John Lennon

Não gostar do "Black Album" é uma coisa, negar sua importância é outra
O heavy metal continua proporcionando momentos inesquecíveis
A difícil arte de escolher os melhores discos de Heavy Metal
Por que o heavy metal segue relevante após mais de cinco décadas?
As emoções que uma música desperta merecem mais atenção que qualquer crítico ou "influencer"
Grunge: Restou apenas um herói



