Paul Di'Anno (Teatro Odisséia, Rio De Janeiro, 17/04/13 )

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Por Ulisses Araujo
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Não passavam das 21h00min horas no excelente Teatro Odisséia, quando sobe ao palco o mítico primeiro vocalista da banda Iron Maiden. Sr. PAUL DI’ANNO, com um semblante abatido foi recebido pelo publico com calorosos aplausos e muita gritaria. Em resposta a todo o carinho soltou algumas poucas palavras e deu inicio ao seu show.

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Bom, até ai tudo dentro do normal.

Começou com a clássica “Sanctuary” uma música que sempre empolga o público e que levou à loucura todos os seus fãs que ali estavam, inclusive o que vos fala.

Seguiu com outros petardos de sua época de Donzela de Ferro, como a sequência “Purgatory”, “Wrathchild” e “Prowler”, dando a impressão que a noite seria inesquecível. Mas o que veio a seguir provou o contrário.

PAUL DI’ANNO começou a apresentar problemas em sua voz, alegando um resfriado, que ele explicava sempre com um tom de brincadeira ao fim de cada canção que acabava de executar.

Porém, estava bebendo whisky desmedidamente a cada intervalo entre as músicas, como o próprio fazia questão de afirmar, e fumando como uma chaminé de uma antiga fábrica inglesa. Como fez nas execuções das instrumentais “Genghis Khan” e “Transylvania”.

Por que estou citando isso?

Porque todas essas atitudes me fizeram acreditar que o senhor PAUL DI’ANNO faltou com o devido respeito aos seus fãs.

Já que insistia em dizer que estava resfriado, podia ter segurado a onda e não ter bebido e fumado, para que assim talvez conservasse melhor a sua já debilitada voz, uma vez que seu set list ainda contaria com grandes hits de sua carreira.

“Murders In The Rue Morgue” e “Remember Tomorrow” e outras de seu trabalho solo, como “The Beast Arises” e “Children Of Madness”, foram executadas com mínima dignidade. E ainda tivemos tempo para sofrer com as suas execuções de “Killers” e “Phantom Of Opera”

Gostaria inclusive de destacar a ótima apresentação da banda SCELERATA, que apesar do destaque negativo de PAUL DI’ANNO, tocou com muita energia e aplicação, com linhas de guitarras precisas e bem ensaiadas um baixo que segurava firme o andamento, Junto com o baterista de uma pegada muita boa e muito carismático que brincava com o público a todo momento. Com certeza foi um destaque positivo da noite.

Além de tudo isso ele resolveu acabar o show com a maravilhosa “Runninig Free”, de maneira sofrível e lamentavelmente deixando de fora clássicos como “Iron Maiden” e “Drifter”.

Quero deixar claro que isso é a opinião de um fã, que bebe e fuma tanto ou mais que o próprio DI’ANNO, Só que eu não sou cantor e não represento milhares de fãs pelo mundo afora, e colocar aqui toda minha decepção de ver um ótimo vocalista que eu aprendi a gostar em uma forma tão lastimável, Uma pena.

Set List :
01. Intro
02. Sanctuary
03. Purgatory
04. Wrathchild
05. Prowler
06. Marshall Lockjaw
07. Murders in the Rue Morgue
08. The Beast Arises
09. Children of Madness
10. Genghis Khan
11. Remember Tomorrow
12. Charlotte the Harlot
13. Killers
14. Phantom of the Opera
Encore:
15. Transylvania
16. Running Free

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Sobre Ulisses Araujo

Ulisses Araujo é um carioca da gema, amante do melhor estilo musical já criado em todos os tempos, mas voltado para o Heavy Metal e os Clássicos do Rock dos anos 60, 70,80 e 90. DJ Nas horas vagas, e agora um dos colaboradores do Whiplash. Tudo começou no final dos anos 90, quando uma dupla de irmãos apresentou dois discos: "Better Than Raw", do HELLOWEEN, e o outro foi o primeiro disco do THE DOORS, aí começou toda a loucura.

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