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Emos: um olhar crítico a respeito das opiniões comuns

Por Roque Zanol
Postado em 11 de dezembro de 2011

Como grande admirador do rock clássico de bandas como THE BEATLES, THE ROLLING STONES, DEEP PURPLE e BLACK SABBATH, obviamente sempre torci o nariz para as bandas emo. No entanto, nunca concordei com algumas críticas feitas aos ‘fãs’ destes grupos. Para começar estes jovens identificados com o estilo nunca deveriam ser ofendidos pelo jeito de se vestirem ou pelo que escutam, são jovens demais na maioria das vezes para saberem do que realmente gostam, estão ainda formando sua personalidade. São por demais influenciados por uma sociedade ‘perdida’ frente aos novos tempos e seus valores, e uma grande mídia agressivamente incisiva na vida das pessoas. Deveríamos criticar, portanto, a indústria fonográfica, que investe cada vês mais em um som pasteurizado, e previsível com vistas ao lucro, negligenciando bandas com um som menos comercial. Além do mais, respeito é bom para todos, nós roqueiros ‘tradicionais’ com cabelos compridos e camisetas de bandas clássicas, também não sofremos preconceito? E isso não é bom, então respeitar as diferenças é fundamental.

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Dizem que os emos são tristes, mas se forem, não é normal ficar triste às vezes? Melancolia no rock não é novidade, vide ótimas composições como ‘Whish You were here’ do PINK FLOYD, ‘Since I’ve been loving you’ do LED ZEPPELIN, ‘Rain’ do URIAH HEEP, ‘Let it be’ dos BEATLES, etc. Eles são depressivos? Não, é um absurdo dizer isso, depressão é uma doença que não se adquire por modismos pré-adolescentes. Agora existe também o chamado happy rock, uma resposta a tristeza emo que nada mais é do que uma música emo-feliz, ou seja, na essência é uma música tão vazia quanto, mas com uma roupagem feliz.

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O que estou querendo com tudo isso não é fazer uma defesa do movimento emo, pelo contrário, estou chamando a atenção do leitor pra que não acuse os emos de algo risível como "eles são gays" (você estará ofendendo dois dos maiores vocalistas e frontmans da história do rock e do metal se fizer isso, FREDDIE MERCURY e ROB HALFORD). Devemos nos voltar para o que importa, a música, e discutirmos a qualidade (ou falta dela) na música emo. Aliás, não se deixar levar pelas opiniões comuns e compreender bem um fato antes de opinar é uma lição válida para todos os aspectos da vida, muito além da música. Lição esta que, infelizmente, muita gente no meio do rock e na sociedade em geral custa a apreender, basta ler um chat de internet para conferir o número de opiniões prontas, sem fundamento ou reflexão nenhuma emitidas por aí cheias de preconceitos e grosserias.

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Receio que seja tarde para escrever este texto, pois o emo já está saindo de foco, sendo assimilado pelo mainstream, como outras manifestações jovens marginalizadas no princípio também foram, o movimento hippie e o punk, por exemplo, salvo as proporções é claro. Isto significa que suas características originais serão desvirtuadas, e se tornarão parte da moda, do comportamento, da música pop, TV e cinema. Pois é assim que funciona a cultura de massa e nossa sociedade, para o bem ou para o mal.

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