Wingspan estréia nos EUA

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Por Márcio Ribeiro
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Ontem, sexta-feira, dia 11 de maio, o público americano pôde assistir a estréia mundial de Wingspan, o documentário sobre Wings, banda de Paul e Linda McCartney, durante a década de setenta. Com produção e direção de Alistair Donald, marido de Mary McCartney Donald, filha mais velha do casal, que assina a co-produção do projeto. Paul e Linda McCartney recebem crédito por produção executiva.

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O documentário, a princípio, é um artifício para ajudar a promover a coletânea dos melhores sucessos dos Wings, compilados em um CD duplo, também chamado Wingspan. Porém o filme oferece, de uma forma simples, uma conversa entre Paul e Mary, pai e filha, onde se conta toda a história do encontro entre Paul e Linda, a saída dos Beatles, e a idéia inicial atrás do surgimento dos Wings. A narrativa também inclui entrevistas antigas onde Linda McCartney também pode participar "ativamente" do projeto.

Um filme obrigatório para Beatlemaníacos e Paul aficcionados de plantão, mas é também um agradável passeio pela música da banda pelos anos 70. Em pouco mais de 60 minutos de sua duração, pode-se assistir dezenas de cenas inéditas do casal, da família e da banda, ora conversando com a imprensa, ora tocando em ensaios ou ao vivo.

Embora várias das músicas evidentemente serão encontradas no CD, as versões em quase 90% dos casos são alternativas, a maioria sendo ao vivo. Evidente para comportar tanta música em tão pouco tempo e ainda manter uma narrativa, as canções tem duração de aproximadamente 15 segundos cada. Nelas podemos ver um pedaço de um clip raro de "My Carnaval", a gravação de voz de 1985, a banda ensaiando "The Mess", ao vivo como Big Barn Bed, um dueto no jardim entre Paul e Linda cantando I Am Your Singer, e muito, muito mais.

Wingspan, o documentário, é possivelmente o melhor trabalho de Paul McCartney, feito especialmente para televisão, desde o seu primeiro, o James Paul McCartney de 1973, feito para promover "Red Rose Speedway". Resta torcer que algum canal brasileiro retransmita sem perder muito na dublagem.




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Sobre Márcio Ribeiro

Nascido no ano do rato. Era o inicio dos anos sessenta e quem tirou jovens como ele do eixo samba e bossa nova foi Roberto Carlos. O nosso Elvis levou o rock nacional à televisão abrindo as portas para um estilo musical estrangeiro em um país ufanista, prepotente e que acabaria tomado por um golpe militar. Com oito anos, já era maluco por Monkees, Beatles, Archies e temas de desenhos animados em geral. Hoje evita açúcar no seu rock embora clássicos sempre sejam clássicos.

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