Strokes repetem fórmula em segundo disco
Fonte: UOL Música
Postado em 10 de novembro de 2003
SÃO PAULO (Reuters) - Depois de se tornar uma das bandas mais aclamadas do planeta com seu álbum de estréia, "Is This It" (2001), o grupo nova-iorquino The Strokes mantém seu estilo em "Room on Fire".
As guitarras sujas de Nick Valensi e Albert Hammond Jr., em contraste com o baixo limpíssimo de Nikolai Fraiture e a bateria igualmente simples do carioca Fabrizio Moretti, continuam trazendo à tona algumas influências da cena underground nova-iorquina dos anos 1960 e 1970.
Em uma crítica da revista norte-americana Rolling Stone, o jornalista David Fricke diz: "O vocalista Julian Casablancas traz suas mensagens curtas e grossas de um jeito brusco e corrosivo, enquanto o produtor Gordon Raphael (o mesmo de "Is This It") empacota tudo com austeridade".
E vai além. "'Room on Fire' é para 'Is This It' o mesmo que o segundo disco dos Ramones, 'Leave Home', foi para o primeiro álbum deles ('Rocket to Russia'): um par perfeito".
Mas, se por um lado o Strokes soa igual à banda que era há dois anos, "Room on Fire" não deixa de ter novidades. "Estamos sempre tentando conscientemente nos afastar do que já fizemos", disse o vocalista Julian Casablancas à Reuters recentemente.
Enquanto faixas de rock cheio de suingue como "Meet Me in the Bathroom", "Reptilia" e "I Can't Win" deixam claro que surgiram a partir de faixas de "Is This It", as mais lentas e sexies "Under Control" e "Between Love & Hate" revelam o Strokes penetrando em território ainda desconhecido.

"Room on Fire" é como uma sobremesa para quem já havia se deleitado com o Strokes e promete sucesso estrondoso, assim como "Is This It".
O single "12:51" já está nas rádios do país e, nos Estados Unidos, ocupava o 15o lugar da parada Modern Rock Tracks, da revista Billboard, na semana passada.
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