Não basta velocidade e peso, diz Ian Hill

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Por Thiago Coutinho, Fonte: Wormwood Chronicles
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Matéria de 11/11/05. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Dr. Abner Mality, responsável pelo webzine Wormwood Chronicles, conversou com Ian Hill, baixista do JUDAS PRIEST, que falou a respeito da sonoridade do novo álbum do Priest, “Angel of Retribution”, entre outros assuntos que você confere logo abaixo:

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Wormwood Chronicles — Recentemente, tentei listar todas as bandas que tiraram seus nomes de alguma faixa do Judas Priest... Exciter, Steeler, Sinner, Before The Dawn, Grinder, Hellion, etc., etc. Quando ouve isso, você acha divertido, péssimo ou não se tão importante?

Ian Hill — Bem, não nos achamos tão importantes, mas ficamos muito orgulhosos de saber que alguém tem um opinião tão boa a seu respeito a ponto de nomear sua banda e ainda tocar o mesmo tipo de música que nós.

Wormwood Chronicles — Os álbuns que o Priest lançou nos anos 70 tinham uma veia estranha e eclética. E acho que no novo álbum de vocês, “Angel of Retribution”, vocês tentaram recuperar essa veia. Você concordaria com isso?

Ian Hill — Bem, nós tentamos isso e também tentamos cobrir diferentes aspectos do heavy metal que são bem conhecidos ao longo dos anos, não apenas aquele heavy metal rápido e furioso. Nós também temos um catálogo de coisas mais comerciais e um outro catálogo orientado para as coisas mais produzidas. Em todos os álbuns, com exceção do ‘Painkiller’, nós colocamos uma balada. Ao longo dos 15 anos, bandas que se foram e que chegaram esqueceram deste lado do metal. Elas se concentraram apenas no lado mais pesado do heavy metal. Nós queríamos apenas lembrar as pessoas que o heavy metal não é apenas rápido e furioso, é muito mais também. É um estilo musical muito versátil.

Wormwood Chronicles — Você presta atenção na cena heavy metal hoje em dia? Sem sombra de dúvidas, o estilo mudou de forma inimaginável desde que o Priest surgiu.

Ian Hill — Acho que acertei no dia em que disse que o estilo se fragmentou. Ou você é uma banda death, speed, gótico e isso é tudo o que você faz. A versatilidade foi atirada pela janela. E você acaba diminuindo a distância entre a sua base de fãs com aqueles que só gostam de um tipo de música. Não há nada de errado com esses estilos musicais específicos, mas muitos deles acabam caindo no lugar comum. O outro lado do metal foi esquecido por um tempo. O lado mais melódico e feliz como um todo.

Wormwood Chronicles — A faixa que mais tem gerado controvérsia no novo álbum é “Lochness”, que a maior parte das pessoas ou ama ou odeia. Eu, particularmente, adorei. O que você acha desta faixa

Ian Hill — Foi uma música que surgiu a partir de uma idéia de Rob. Todos nós gostamos da idéia e começamos a trabalhar nela. Ela tem quase doze minutos porque precisava ser longa assim, e não funcionaria se fosse mais curta ou mais longa ainda. É um pouco diferente das coisas que fizemos no passado.

Wormwood Chronicles — Você realmente acredita que o Nessie exista? [N. do R.: esta faixa trata da lenda do monstro do lago Nessie, que surgiu na Escócia]

Ian Hill — Não, acho que ele está morto [risos]. Gostaria de acreditar que ele existe, mas há um lado científico do meu cérebro que diz, ‘não, isso é impossível’.

Para ler a entrevista na íntegra, em inglês, clique aqui.

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Sobre Thiago Coutinho

Formado em Jornalismo, 23 anos, fanático por Bruce Dickinson e seus comparsas no Maiden. O heavy metal surgiu na minha vida quando ouvi o vocalista da Donzela de Ferro em "Tears of the Dragon", em meados de 1994. Mas também aprecio a voz de pato bêbado do controverso Dave Mustaine, a simplicidade do Ramones, as melodias intrincadas do Helloween, a belíssima voz de Dio ou os gritos escabrosos de Rob Halford. A Whiplash apareceu em minha vida sem querer, acho que seus criadores são uns loucos amantes de rock e acredito que este seja o melhor site de rock do país, sem qualquer demagogia!

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