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Gilby não vê problemas em tocar com o Guns

Por Rafael Gonçalves
Fonte: Here Today Gone To Hell
Em 31/08/06

Membros dos fóruns HereTodayGoneToHell.com e GunsNRoses.gr conduziram recentemente uma entrevista com o ex-GUNS N´ROSES e atual guitarrista do SUPERNOVA Gilby Clarke. Seguem alguns trechos:

P: Em 1993, você esperava fazer um novo álbum com o GUNS do jeito que a banda estava?

Gilby: Se eu esperava? Não! (risos). Eu sabia que a banda estava com os dias contados. Por isso, eu comecei a trabalhar no meu álbum solo. Conversando e avaliando as atitudes de Axl [Rose] na estrada, eu pude perceber que ele estava querendo dar um rumo diferente às coisas.

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Eu cheguei a entregar um monte de músicas de guitarra para Axl e Slash, mas eles simplesmente ignoraram. Foi quando eu decidi fazer meu disco solo.

P: Você se vê de novo no GUNS N' ROSES, ou isso é coisa do passado?

Gilby: Eu não fechei a porta para essa possibilidade, porque eu amo a música do GUNS, e eu ainda acho a banda muito poderosa. Eu acho que Axl está fazendo o que ele precisa fazer, se ele quer continuar com a banda, é assunto dele. Eu tocaria com qualquer um dos caras sem problemas. Não seria por dinheiro, espero que nem para eles. È a mesma coisa de quando eu toquei no MC5, aquilo significava trazer a música a uma geração que não a conhecia do jeito certo. É por isso que venho tocando mais músicas do GUNS no meu set, coisa que eu não fazia antes.

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P: Que direção o GN´R estava seguindo quando vócê deixou a banda?

Gilby: Na realidade não havia direção alguma.

P: Como você imaginaria uma possível reunião do GUNS N' ROSES? Com o lineup do "Appetite for Destruction" ou o dos "Use your Illusion" (com você)?

Gilby: Acho que se acontecer um dia, é lógico que todo mundo vai querer ver a formação original, com Izzy [Stradlin] e Steven [Adler], mas o fato é que Steven não conseguiria tocar as músicas que Matt [Sorum] gravou, nem as que ele próprio gravou. Portanto, Matt seria o baterista. Obviamente, eu sei que eles escolheriam Izzy antes de mim. Somente se Izzy recusasse o convite, eu seria chamado. Bem, é o que eu espero (risos). Teríamos que avaliar as circunstâncias, mas como eu disse, eu amo tocar aquelas músicas. É engraçado falar sobre isso, mas nós realmente não temos respostas.

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P: Então, quais são suas expectativas quanto ao SUPERNOVA?

Gilby: Eu espero que seja algo grande, que nós possamos vender um milhão de discos, para tocar em estádios. Você sabe, é uma banda dos sonhos, Tommy Lee é um dos maiores bateristas do rock, Jason [Newsted] é um dos maiores baixistas. Essa é uma oportunidade que não aparece freqüentemente. eles podiam ter escolhido qualquer outro cara, mas eles escolheram a mim. Poderiam ter chamado o Slash, mas chamaram a mim. Me sinto muito bem quanto a isso.

P: Por que vocês escolheram um Reality Show para encontrar um vocalista? É um sinal dos novos tempos na indústria musical?

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Gilby: Sim, os tempos mudaram. Não tínhamos o poder da televisão antigamente. Se tívéssemos, teríamos usado. Reality TV faz parte do futuro, as pessaos se cansaram de assistir as mesmas coias de sempre. É algo imprevisível, de certo modo. Mas eu, Jason e Tommy estamos preocupados com a banda, não com TV. TV é assunto pro pessoal da TV.

Acho que é uma bela maneira de se achar um vocalista. Se ficássemos quebrando a cabeça até achar o vocalista ideal, não acharíamos ninguém. É ótimo ver um monte de gente que nós não veríamos se fossem outras as circunstâncias. Eu adoraria que todo mundo tivesse essa chance. Acredite, o VELVET REVOLVER adoraria ter essa chance até que eles encontraram Scott [Weiland]. É maravilhoso.

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Sobre Rafael Gonçalves

Mineiro de Juiz de Fora, nascido em 1985, graduando em Administração de Empresas, leitor do Whiplash! desde 2001, guitarrista mediano. Teve seus primeiros contatos com o Rock na infância, com Legião Urbana, Raul e Pink Floyd. Porém foi somente aos 14 anos que teve os cabelos da nuca arrepiados ao ouvir uma bolachinha chamada Appetite for Destruction, de um tal Guns N'Roses. Desde então, o hard rock e o heavy metal são parte integrante e indispensável de sua vida. Mas como sabe que só existem dois tipos de música (a boa e a ruim), curte também progressivo, rock nacional, blues e até um punk rock de vez em quando.

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