Mojo Society lança "Mojo Groove" em festa no RJ
Por Luiz Felippe Santos
Fonte: Jam! Música & Marketing
Postado em 31 de outubro de 2006
(Press-release)
O Blues, estilo musical criado pelos escravos norte-americanos para expressar suas angústias, alegrias e esperanças, tem despertado emoções por onde é ouvido, nos seus mais de cem anos de existência.
No Brasil o Blues goza de boa popularidade desde o final anos 70, encontrando seu auge nos dias atuais. No Rio de Janeiro existe uma cena das mais atuantes, com excelentes bandas e casas noturnas que acolhem o gênero, quase sempre realizando animadas jam sessions que varam a madrugada e reúnem músicos de diferentes bandas numa verdadeira celebração à musica e à arte. E é neste contexto que a banda carioca Mojo Society surge: como fruto de intensas jam sessions ocorridas no circuito do Rio de Janeiro.
Os integrantes da Mojo Society trilharam uma longa estrada por diversas vertentes do rock antes de optarem por um trabalho de Blues. Simplesmente por entenderem que o Blues é a base de tudo, a raiz e a inspiração máxima.
Entretanto a Mojo Society não se limita a reverenciar o passado. Observa atentamente os movimentos mais recentes e traz ao público, ao lado dos grandes mestres dos Estados Unidos e Reino Unido, influências diversas que beberam na mesma fonte dos clássicos que tanto admiram.
Ao lado de releituras das composições clássicas de Sonny Boy Williamson, Booker T & The MG’s, BB King e Bob Dylan a banda nos traz também a juventude e as novas idéias nas composições próprias de seu primeiro CD, "Mojo Groove", que sai pelo selo especializado Blues Time Records.
"Mojo Groove", música que abre o CD e é o cartão de visitas da banda, um Classic Rock, à la Lynyrd Skynyrd, fala sobre os primórdios, o Circo Voador e a importância que aquele momento teve em suas vidas e as batalhas travadas ao longo da estrada. "Lady Blow", um típico hard rock dos anos 70, com direito ao Talk Box de Felippão, fala sobre os perigos de se apaixonar pela pessoa errada, com os hábitos errados, na hora certa. "Quero ver você", um funk-Blues (com a cozinha trepidante White-Rabicó) que fala sobre a beleza e a sedução da mulher brasileira.
"Whole Lotta Changes", um relato amargurado de um coração partido, que começa com tempero hard rock e inesperadamente muda o tom para um mid tempo Blues. "Vou embora daqui", um swing que trata de um relacionamento conflituoso. "Apenas um sonho ruim", com forte pegada e tempero latino mostra a influência que a música latina tem no liquidificador sonoro da banda.
"Fim de semana na serra", um típico Classic Rock, homenageia às inesquecíveis jam sessions realizadas em Teresópolis (região serrana do RJ) num sítio onde os músicos de Blues do RJ se reúnem de tempos em tempos. É a "Festa de Arromba" do Blues Carioca por assim dizer.
"Não tire o meu Blues". Uma declaração bem humorada (bem ao estilo da banda) de amor ao Blues feito por alguém que abre mão de todas as suas paixões, exceto a maior delas.
Isso sem falar nas homenagens aos grandes mestres BB King (How Blue Can You Get, com um solo à la Old School de Big Alex), Sonny Boy Williamson II (Eyesight to the Blind), Bob Dylan (When The Night Comes Falling com uma bela interpretação de Marcelo Manes nos vocais e gaita) e Booker T & The MG’s (The Hunter).
São diversas influências que convergem num Blues moderno, apimentado e com personalidade.
Além dos músicos que compõem a banda, "Mojo Groove" ainda traz participações especialíssimas como Ivana Domenico (cantora e atriz de voz ímpar que abrilhantou os palcos de todo o Brasil com Cole Porter, Ópera do Malandro, As Malvadas, Lado a Lado com Sondhein, etc..), o gaitista Jefferson Gonçalves e sua conexão Nordeste-Mississipi, o percussionista Marco BZ (Los Impossibles, Jefferson Gonçalves) e o também gaitista Márcio Figueiredo.
Apesar da banda ainda estar no seu primeiro lançamento já participou de Festivais dos mais renomados dentro do gênero como Itaipava Blues (Mistura Fina) e Encontro de Gerações Blues (Circo Voador) ao lado de grandes expoentes do gênero como Celso Blues Boy, Jefferson Gonçalves, Flávio Guimarães, Blues Power, Big Gilson entre outros.
O Mojo, amuleto (muito semelhante ao nosso conhecido patuá) dos velhos Bluesmen que, dizem, trazia o encanto sexual, o talento musical e a boa sorte, foi escolhido para denominar esta banda nova em sua formação, porém já calejada pela estrada.
O lançamento será dia 16.11, no Estrela da Lapa, Rio de Janeiro a partir das 22:00.
Mojo Society é:
Marcelo Manes – Vocal e gaita.
Felippão – Guitarras, violão de aço, violão de 12, slides, backings
Big Alex - Guitarra
André White – Baixo
Rabicó – Bateria e percussão
SERVIÇO:
Lançamento de "Mojo Groove" na Festa de 6 Anos da Blues Time Records
Com Mojo Society, Beale Street e Blues Power
Participação Big Joe Manfra e Maurício Sahady, entre outros convidados
Sorteio de uma guitarra Strinberg e brindes.
Data: 16 de novembro
Local: Estrela da Lapa - Av. Mem de Sá, 69 – Lapa, Rio de Janeiro-RJ
Tel: 21 2507-6686
Horário: 22:00h
Couvert: R$ 20,00
Couvert Amigo: R$ 17,00 – cadastro para o e-mail [email protected]
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O subgênero essencial do rock que Phil Collins rejeita: "nunca gostei dessa música"
Quando Ian Anderson citou Yngwie Malmsteen como exemplo de como não se deve ser na vida
O disco "odiado por 99,999% dos roquistas do metal" que Regis Tadeu adora
A opinião de Sylvinho Blau Blau sobre Paulo Ricardo: "Quando olha para mim, ele pensa…"
O álbum que Regis Tadeu considera forte candidato a um dos melhores de 2026
A era do metal que Dave Mustaine odeia; "ainda bem que passou"
O disco de Bruce Dickinson considerado um dos melhores de metal dos anos 90 pela Metal Hammer
A banda grunge de quem Kurt Cobain queria distância, e que acabou superando o Nirvana
Para Ice-T, discos do Slayer despertam vontade de agredir as pessoas
O músico que detestou abrir shows do Guns N' Roses no início dos anos 1990
Marcelo Barbosa rebate crítica sobre Angra: Alguém pagou pelo hiato?
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
Grammy omite Brent Hinds (Mastodon) da homenagem aos falecidos
O álbum que mudou a vida de Simone Simons (Epica)
A conversa franca entre Angra e Fabio Lione que levou à saída do italiano, segundo Barbosa
O lendário guitarrista que o fenomenal Ritchie Blackmore considera superestimado
A música mais difícil do Slipknot para Eloy Casagrande: "tive que meter a bota no bumbo"
O que significa "flit paralisante", cantado por Cazuza em hit do Barão Vermelho


Veja novas fotos do recluso John Deacon, baixista do Queen
Gessinger, como Lobão, não entende porque os anos oitenta são considerados "a década do rock"
Religião: Top 10 citações sobre Deus e o Diabo
A música dos Beatles que Keith Richards considera a melhor; "Eu estava lá, e foi lindo"
A explicação do Metallica para o volume do baixo em "...And Justice For All"
O álbum que transformou o fim de uma banda em uma obra de arte melancólica e bela



