Mike Portnoy fala sobre "Systematic Chaos"
Por Felipe Augusto Rosa Miquelini
Fonte: Blabbermouth
Postado em 21 de abril de 2007
Morley Seaver, do site CausticTruths.com, recentemente conduziu uma entrevista com o baterista do DREAM THEATER, Mike Portnoy. Alguns trechos da conversa seguem abaixo:
Sobre o processo de composição do grupo: "Eu não sei se nós teríamos uma música que realmente resumisse o que é o DREAM THEATER, porque a banda tem várias faces. Eu acho que as grandes canções épicas são sempre as que tentam mostrar todos as nossas facetas. Acho que se eu pudesse tocar uma música para cada pessoa, se eles tivessem 25 minutos para gastar, eu tocaria as duas partes de 'In the presence of enemies' do novo álbum, porque realmente mostra o clima inteiro. Normalmente, as músicas mais curtas como 'Forsaken' ou 'Constant Motion' não irão te passar o quadro, a idéia por inteiro. Elas irão te fazer sentir apenas um lado da banda".
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Sobre o novo contrato com a Roadrunner Records: "Bem, finalmente o nosso contrato com a Atlantic terminou. Você sabe, nós tínhamos assinado com eles por 14 anos, e eles escolhiam cada opção para cada álbum. Então, não tinha escapatória, por mais que tentássemos! (risos) Nós os aturávamos durante o contrato, e assim que terminou, haviam várias opções disponíveis. Mas eu acho que a corporação inteira, todo esse negócio de grande selo de gravadora, deixou um gosto amargo em nossas bocas. Nos serviu bem em apenas um nível. Com certeza deixou-nos muito expostos, mas por outro lado éramos um peixinho num grande lago. E, sim, nós somos um peixe grande no nosso pequeno império progressivo. Mas vendo pelo lado 'mainstream' da coisa, não acho que a gravadora tenha nos prejudicado com marketing e promoções. Então, quando chegou a hora de procurarmos um novo selo, estávamos 'escaldados' em relação à abordagem feita pelas Warners e Sonys da vida".
"A Roadrunner provou que é uma ótima gravadora, que tem o status de uma gravadora grande e planos de promoção e marketing, mas ao mesmo tempo tem o real espírito independente. É só ver o que fizeram com bandas como o OPETH e SLIPKNOT, ou STONE SOUR, NICKELBACK e MACHINE HEAD, saca?! Era óbvio pelo que eles tinham feito que eles apreciavam as bandas pelo que tinham a oferecer, e simplesmente faziam o melhor para vender e promover aquelas bandas do jeito que elas são. Parece ser o lugar perfeito para nós".
Sobre o novo álbum, "Systematic Chaos": "São sete músicas completamente independentes, com idéias independentes e temas músicais independentes. Você sabe, 'Octavarium', 'Six Degrees Of Inner Turbulence' e 'Scenes From A Memory', todos tem um grande tema e conceito, mas com 'Systematic Chaos', foi bom simplesmente ter faixas individuais para se trabalhar".
Leia o artigo completo (em inglês) no caustictruths.com.
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