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Immortal: Demonaz comenta montagens do YouTube

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Por Sergio Henrique, Fonte: About.com
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A banda IMMORTAL continua sendo a maior banda de black metal na cena norueguesa. Anos depois de muita história para contar, eles ainda continuam honrando a tradição e gravando seus álbuns.


O guitarrista, letrista e co-compositor Demonaz (Harald Nævdal) abandonou a banda há alguns anos, tendo sido diagnosticado com um tipo de tendinite que deixou doloroso e difícil tocar ao vivo.

Contudo, ele ainda é uma parte crucial da banda. Ele escreve todas as letras do IMMORTAL; trabalha nos arranjos das músicas com o resto do pessoal e dá apoio a banda seus shows. Ele é tão importante à banda quanto os músicos no palco.

O representante do site About.com, Justin M. Norton, reuniu-se com Demonaz recentemente durante a preparação da banda para seu retorno à América do Norte para os shows de divulgação do recente trabalho da banda: "All Shall Fall". Ele falou sobre seu arranjo interessante com o IMMORTAL; como ele lida com as letras; o que pensa sobre as paródias no YouTube envolvendo a banda e o andamento do próximo álbum. "Nós não somos inspirados por qualquer outra banda", diz Demonaz. "Nosso som é mais ou menos atemporal. O mesmo sentimento que eu tinha a respeito da banda em 1992 é o que tenho agora.". Confira a entrevista abaixo.

O último trabalho, All Shall Fall, alavancou a carreira da banda após uma pausa de sete anos. A banda está planejando dar uma nova longa pausa ou o próximo álbum virá mais rápido desta vez?


"Nós já temos três músicas para o próximo álbum. Trabalharemos no álbum este ano. E temos material para muitas outras músicas, então talvez em agosto estaremos com a metade do álbum já pronta. Mas não temos ideia de quanto tempo possa demorar para finalizá-lo".

"Eu acho que tentaremos forçar o lado tradicional e clássico da banda nessas novas músicas. O próximo álbum será diferente do 'All Shall Fall'. Penso que as músicas serão como um pacote. Todo álbum é diferente para nós, mas nós não tentaremos novas características. Manteremos o plano e faremos a música que gostamos. Não espere algo revolucionário (risos)".

IMMORTAL é uma das bandas de Black Metal que tem mantido fãs fiéis mesmo depois de tantos anos. A que você atribui essa longevidade?

"Trabalho. Quando eu sento e faço os arranjos e temos ideias para as músicas, nós ficamos no nosso mundo apenas. Não nos preocupamos se essa música vai vender. O mesmo vale para os shows. Nós não fazemos shows em excesso - fazemos o quanto quisermos. Nós não queremos que nada se torne uma rotina. Não queremos destruir as coisas por ficar fazendo muitos shows ou lançando álbuns só para vender".

Por anos você trabalhou como principal letrista no IMMORTAL. Quando você está começando a escrever as letras, você trabalha músicas já compostas ou chega até a banda com as ideias?

"A única coisa que não faço é tocar ao vivo. Do contrário, fazemos tudo juntos. No álbum 'All Shall Fall', comecei a compor muito cedo, então nós pudemos elaborar as emoções na intensidade certa. Nós falamos sobre as ideias para o álbum e o Abbath tinha alguns riffs e arranjos. Eu tenho que estar lá para tudo começar, porquê é este o processo. Se não trabalharmos juntos, não há trabalho".

Você já se frustrou por não poder mais tocar ao vivo pelo IMMORTAL, ou isto ofereceu diferentes possibilidades que você poderia não ter enxergado de outro modo?

"Isso beneficiou a banda. Nós somos fortes. Quando trabalhamos desta maneira é mais fácil para mim e para o Abbath. Podemos pensar diferentemente. Eu sou objetivo porquê posso ver minha própria banda ao vivo. Posso assistí-la e dizer aos músicos 'ponha mais fumaça' ou 'direcione as luzes desta maneira'. É o mesmo com a música. É diferente ficar deste lado, mas há muitos fatores postivos. Eu toco guitarra todos os dias, mas não posso tocar durante 2 horas todos os dias. Eu nunca parei de compor. Mas era o que tínhamos de fazer para a banda funcionar".

Você já esqueceu a experiência de estar com a banda no palco?

"Eu não penso nisso. Apenas penso no que podemos fazer melhor e como podemos melhorar. Foi diferente no início. Era estranho ficar ao lado deles e não poder tocar. Aquilo não foi uma boa coisa no começo, mas nós nos acostumamos a isso. Antes de todo show, nós sentamos juntos e escutamos juntos Overkill. Nós temos o mesmo ritual. E nós sempre temos alguma coisa em que estejamos envolvidos. Na última semana, eu estava com a banda no estúdio todos os dias. Estou tomando decisões. Tocar ao vivo com a banda é 10% do trabalho. Você tem de viajar, ficar em hotéis, lidar com a parte técnica de áudio. Eu só não estou no palco".

Como você inicialmente teve a ideia de uma terra fictícia (Blashyrkh), que forneceu a maior parte do cenário lírico dos álbuns do IMMORTAL?

"Eu não quis fazer letras religiosas ou políticas, nem escrever letras sobre Satan. Minha ideia era criar uma atmosfera entre letras e música. Primeiro, nós trabalhamos com os arranjos. Então fomos andar pelas montanhas e tentar descobrir o que funcionaria. Nós nos inspiramos também pelos elementos ao nosso redor".

Como você teve as ideias para as letras de "All Shall Fall"?

"Todos os dias eu acordava as 7h ou 8h da manhã, tomava um pequeno café da manhã e então ia andar por umas duas horas pelas montanhas. Então, em casa à noite, tentava ver aonde aquelas coisas me levavam. Eu não trabalho no tempo, apenas vejo onde a mente me leva. Tenho de manter as coisas vivas dentro de mim todo o tempo e fazer a mente funcionar".

"Eu nunca escrevo qualquer coisa. Mantenho tudo em minha cabeça. Se faço coisas que gosto e se me sinto bem com isso, é mais fácil estar inspirado e trabalhar. Não importa se são 10h da noite. Talvez eu desligue as luzes, acenda algumas velas e pegue algo para beber para poder sentar e trabalhar. Eu vivo numa casa que é muito inspiradora. Tenho um andar superior com uma bela vista. O clima, a natureza e até mesmo os documentos na Antarctica toda me inspiram diretamente".

Você vive numa área rural?

"Vivo na cidade, rodeada por montanhas, mas não preciso ver pessoas se não quiser ver. Eu posso sair e em apenas 10 minutos de caminhada já estou na floresta".

Você já pensou em escrever qualquer outra coisa que não tenha a ver com o IMMORTAL ou fazer outros projetos?

"Muitas pessoas me perguntam isso, e muitas bandas. Eu tenho pedido a outras bandas para escrever suas letras. Mas eu só posso escrever para o IMMORTAL e para mim mesmo. Não me considero um letrista. Sou um músico e um compositor. Eu estava mesmo pensando em fazer um trabalho para uma companhia. Muitas coisas estranhas... mas eu sou mesmo um músico e um compositor. Outras coisas devem ser paralelas à música, pois isso é o que eu faço".

Qual o status do seu projeto paralelo Demonaz?

"Estou trabalhando na quinta música. Nós temos que mixar o álbum. Ele será lançado logo após o verão. Imagine BATHORY, VENOM e MANOWAR. Você ouvirá também algo de IMMORTAL, pois não dá para escapar disso".

Você já viu as montagens do YouTube de alguns vídeos antigos do IMMORTAL, incluindo o que se tornou tema do Benny Hill?

"Nós não conseguimos ver quando (o vídeo original) foi editado e nos fez parecer estúpidos. Mas eu não me importo, nós rimos quando pudemos ver. Acho que é engraçado. Se você tem uma banda que deseja ser grande então precisa aceitar esse tipo de coisa. E eu realmente gosto do Benny Hill, ele foi um gênio".


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Sobre Sergio Henrique

Graduando em Ciência da Computação, fascinado por múltiplas coisas simultaneamente, como o mundo da computação desde criança, Metal e Rock Progressivo há 12 anos, de onde surgiu o interesse pela bateria. Músico há 10 anos, participou de várias bandas covers e encontra-se agora em uma banda de Brutal Death Metal. Há 6 anos, conheceu a fantástica banda Dream Theater e, desde então, é sua banda preferida.

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