"Sem Portnoy podemos fazer o que quisermos!", diz Jordan Rudess, do Dream Theater
Por Samuel Coutinho
Fonte: rocktopia.co.uk
Postado em 05 de setembro de 2011
Phil Ashcroft, da Rocktopia, conduziu uma entrevista com o tecladista Jordan Rudess, do DREAM THEATER. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.
Rocktopia: Qual a diferença na forma de compor as músicas após a saída do membro fundador da banda, o baterista Mike Portnoy?
Rudess: Bem, o nosso novo baterista, Mike Mangini, não estava lá naquele momento, então ele não estava envolvido, mas os compositores principais são John Petrucci (guitarra), eu, John Myung (baixo) também está bem envolvido agora, ele contribuiu de forma livre e ele veio com alguns ótimos riffs, e James (LaBrie, vocalista) ficou bem a vontade com as melodias vocais dizendo quais partes gostava e de quais não gostava, e o que ele queria manter.
Dream Theater - Mais Novidades
Um cara criativo e talentoso como Mike Mangini, com sua opinião própria e seu estilo de tocar bateria, às vezes, nos empurrava para uma direção diferente, visto que desta forma podemos escrever o que quisermos e posteriormente dizer a Mike como tocá-la. Funcionou muito bem para nós, porque, como compositores, temos mais liberdade para fazer o que quizermos e o que gostamos.
Rocktopia: No passado Mike Portnoy queria que vocês ensaiássem canções acima do esperado para que nos shows, o repertório fosse mudado?
Rudess: Isso é algo que nós não queremos fazer nunca mais, e agora vamos tocar só as músicas necessárias. Eu não sei como será no futuro, mas posso prometer que agora, ninguém irá alterar nosso repertório todas as noites. O que importa, é que ninguém nunca mais vai nos fazer sair de um momento confortável, e mudar completamente o show. Temos pessoas do som e iluminação que precisam fazer tudo o tempo todo para que o show seja perfeito, eles também participam, e isso é importante para todos nós.
Rocktopia: Você acha que o Dream Theater fez um grande sacrifício no ano passado?
Rudess: "Eu acho que sim. Pois ainda tem fãs por aí que gostam de ter um repertório diferente a cada noite, mas são poucos, e eu acho que em certo ponto, o nosso desempenho tenha sofrido com isso. Nós tocamos em cidades diferentes, então quantas pessoas percebem isso a cada noite? Apenas algumas, então por que não apenas fazer o mesmo repertório e trabalhar sobre ele até que o próximo show seja marcado? Mas o que estamos fazendo agora está funcionando, há um monte de coisas boas nisso, mas não quer dizer que não haja desafios, e nada contra o que Portnoy tenha feito, ele levou a banda durante anos e fez um bom trabalho, mas nós estamos desfrutando de como estamos agora. Tudo que queríamos fazer, está acontecendo, nós estamos felizes no palco, e parece que o público está realmente entusiasmado.
Leia a entrevista completa (em inglês) no Rocktopia.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Billy Gibbons explica continuidade do ZZ Top tendo apenas sua presença dos membros clássicos
42 shows internacionais de rock e metal no Brasil até o final de setembro
Assista o primeiro show da Cretin Family (Ramones, Green Day, Rancid e Blink-182)
O disco que talvez seja a definição mais perfeita de "classic rock"
Tuomas Holopainen diz que refaria apenas uma letra em 30 anos de Nightwish
As únicas 11 músicas do Dream Theater que são boas, segundo Regis Tadeu
Gigantes do rock: 10 rockstars que beiram os 2 metros de altura
O disco do Rush que baixista do Napalm Death considera perfeito
O riff do Black Sabbath que Eddie Van Halen vivia pedindo para Tony Iommi tocar
Por que Luís Mariutti foi barrado no show do Angra, segundo o próprio
O álbum do Led Zeppelin que Ozzy Osbourne considerava um dos grandes discos de metal
Twisted Sister faz primeiro show com Sebastian Bach nos vocais
O tipo de banda que fazia Angus Young dizer que bocejaria até não aguentar mais
Bruce Dickinson alfineta Trump durante show do Iron Maiden no Canadá
Metal Hammer lista discos achincalhados que merecem uma segunda chance
A atual visão de Luciana Gimenez sobre como é ter um filho com Mick Jagger
A solução encontrada por Paulo Ricardo para ficar 30 dias sem falar após problemas na voz
50 a menos: Cientistas descobrem que o Número da Besta é 616

Mike Portnoy coloca novo álbum do Mastodon como candidato a melhor disco de 2026
John Petrucci percebeu que poderia se tornar um bom guitarrista quando era adolescente
30 músicas do Dream Theater que ultrapassam 10 minutos de duração
Lista: vocalistas que mudaram a história de suas bandas para sempre
Steve Morse escolhe o maior guitarrista do mundo na atualidade



