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LA Guns: "Bandas não se importam, só querem o dinheiro"

Por Nacho Belgrande
Fonte: Playa Del Nacho
Postado em 18 de maio de 2012

O ex-vocalista do GIRL e atual L.A. GUNS, PHIL LEWIS foi entrevistado pela revista canadense Brave Words, Bloody Knuckles, ocasião à qual ele comentou o porquê da banda ter recusado a abertura do casting da turnê conjunta do POISON com o DEF LEPPARD nesse verão estadunidense. Phil também teceu comentários sobre outras bandas de seu gênero. Confira alguns trechos traduzidos:

Por Mitch LaFon
Traduzido por Nacho Belgrande

L.A. Guns - Mais Novidades

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O L.A. Guns teve mais membros do que pessoas que imigraram pros EUA entre 1975 e 2012, mas uma coisa permanece verdadeira – PHIL LEWIS é a voz da banda. Não importa muito quem seja o guitarrista desde que Phil esteja cantando. Felizmente, a versão de Lewis da banda com o guitarrista Stacey Blades e o baterista Steve Riley vingou e acaba de gravar um brilhante disco novo, ‘Hollywood Forever’. Lewis sentou-se com a BraveWords.com para discutir todas as coisas L.A. Guns.

BraveWords: Da última vez que falamos, você disse que não havia propósito em gravar discos novos e aqui está ‘Hollywood Forever’. O que mudou?

Phil Lewis: Eu mantive minha palavra. Nós não fizemos um Ep de quatro faixas pro iTunes e daí mais quatro faixas. Eu disse naquele tempo que se não pudermos fazer um álbum propriamente dito, então não há porque fazê-lo. Essencialmente, eles queriam controlar a banda. Brian [proprietário da gravadora Cleopatra] queria nos empresariar. Ele está totalmente comprometido com essa banda e esse novo disco. Temos um editor e já fizemos três vídeos. É assim que se deve fazer. É como fazíamos. Estou muito feliz com isso.

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BW: A turnê ‘Hollywood Forever’ será parte de um elenco maior ou vocês vão se bancar sozinhos?

PL: Eles estavam falando de nos colocarem no pacote do Poison com o Def Leppard, mas eu não quero mesmo fazer isso. Eu não sou fã de rock de arena e preferiria que tocássemos sozinhos. Vamos tocar shows muito mais longos com muito mais coisa do novo disco.

BW: Mas na turnê com o Def Leppard, você poderia fazer uma jam com Phil Collen em algumas faixas do GIRL…

PL: Talvez, se nos deixassem no palco por mais de quatorze minutos. Tocaríamos na maioria das vezes para lugares ainda vazios, para pessoas que conhecem ‘Ballad of Jayne’ e talvez ‘Sex Action’. Elas não tão nem aí pro novo disco do L.A. Guns, então é muito melhor que saiamos por aí sozinhos. Vai ser mais ralação, mas ainda temos alguns bons anos dentro de nós.

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Respondendo a comentários sobre essa entrevista nas redes sociais, Phil foi solícito o bastante para aprofundar-se nos temas abordados pela publicação canadense com o seguinte post:

"Eu não curto rock de arena tipo o do Mötley Crüe com baterias que explodem e anões, acho um saco, e a dança dos músculos de Bret [Michaels] é um constrangimento, o Def Lep fazendo as mesmas poses e agindo burocraticamente toda noite é patético. No geral, eu não tolero esses cabeças de bagre que vão pra esses ‘shows’ do Motley Crue, mano!!! Beleza, os fãs tão pouco se fudendo pra música, eles querem tomar todas e ouvir aos sucessos da banda, e as bandas não se importam, elas só querem o dinheiro absurdamente fácil que elas geralmente recebem e sumirem do lugar o quanto antes. Quando foi que alguma dessas bandas fez um ‘meet and greet’ grátis depois do show???

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Meus sentimentos em relação à música e às pessoas que vem nos ver são muito mais sinceros e eu estou preparado para continuar a trilhar o caminho mais difícil e não tocar um set de cinco músicas enquanto as pessoas estão se trombando na casa gritando ao pedir ‘The Ballad of Jayne’. Eu acho que a Lita Ford foi uma excelente escolha e eu desejo o melhor pra ela e todas as bandas, bem, eu estou deleitado por não estarmos nessa, mas estamos muito ocupados fazendo nossos próprios shows pro resto do ano.

Phil Lewis"

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Sobre Nacho Belgrande

Nacho Belgrande foi desde 2004 um dos colaboradores mais lidos do Whiplash.Net. Faleceu no dia 2 de novembro de 2016, vítima de um infarte fulminante. Era extremamente reservado e poucos o conheciam pessoalmente. Estes poucos invariavelmente comentam o quanto era uma pessoa encantadora, ao contrário da persona irascível que encarnou na Internet para irritar tantos mas divertir tantos mais. Por este motivo muitos nunca acreditarão em sua morte. Ele ficaria feliz em saber que até sua morte foi motivo de discórdia e teorias conspiratórias. Mandou bem até o final, Nacho! Valeu! :-)
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