Portnoy: racha do Queensryche foi pior que do Dream Theater

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Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
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O ex-baterista do DREAM THEATER, Mike Portnoy, que esteve envolvido em uma amarga separação de seus antigos colegas de banda há menos de dois anos atrás, foi ao Twitter cometar sobre a batalha judicial entre o QUEENSRYCHE e o ex vocalista da banda Geoff Tate pelos direitos sobre o nome do grupo.

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Após aparentemente ter dado uma checada nos últimos artigos no BLABBERMOUTH.NET sobre a saga do QUEENSRYCHE, Portnoy escreveu, "UAU!!! Que leitura... Esse racha no QR faz minha saída do DT parecer uma briguinha de namorados! Uau..."

Portnoy e Tate protagonizaram uma pequena rixa em 2006 em virtude de supostos "ataques" de Tate contra o DREAM THEATER após uma turnê conjunta das bandas em meados de 2003.

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As duas gigantes do rock progressive pretendiam originalmente unir forças para uma turnê em 2000 – um plano que não se materializou após o QUEENSRYCHE decidir participar da turnê do IRON MAIDEN "Brave New World". Essa atitude enfureceu Portnoy, que disse ao Metal Sludge vários meses depois, "Eu tenho contas a acertar [com o QUEENSRYCHE]... Nós tínhamos uma turnê agendada em planejamento com eles e acho que teria sido legal para os fãs e eles deram pra trás no último instante o que fodeu com a gente.... Acho que eles chegaram à conclusão que tocar depois de nós faria com que os fãs deles notassem o tanto que eles estão ruins agora!"

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Quando um fã do DREAM THEATER deu a entender em abril de 2006 em uma postagem no fórum de discussões do site de Portnoy que Tate estava em Nova Iorque fazendo coletivas de imprensa para o então novo álbum do QUEENSRYCHE e que ele talvez estivesse no palco com o DREAM THEATER no show de 1º de abril de 2006 no Radio City Music Hall em Nova Iorque, Portnoy deu a seguinte resposta: "Estou cansado de ficar sendo politicamente correto... Para constar, o Geoff Tate é um babaca duas caras. Desde que ele começou a fazer as coletivas de imprensa para o 'Operation: Mindcrime II' ele tem constantemente atacado o DREAM THEATER e até a mim pessoalmente na imprensa... (por que, eu não faço idéia?). Mas estou cansado de ficar mordendo minha língua quando ele obviamente não faz isso."

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"Quando ele esteve no programa do Eddie Trunk [na Q104.3 FM, em março de 2006], ele foi incrivelmente rude e ultrajante ao falar sobre mim no ar com o Eddie e o Chris Jericho [vocalista do FOZZY e ex-lutador de WWE] (sem fazer idéia de que eles são meus chapas)... O Eddie e o Chris ficaram injuriados e o Chris imediatamente me mandou uma mensagem no celular do estúdio dizendo que ele estava pronto pra dar uma surra nele ali mesmo".

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"O nome dele aqui nesse quadro devia ser Geoff Tenta..."

"Ele que se foda... ele agora tá no meu rol dos bostas..."

Durante uma participação no programa de rádio "Friday Night Rocks" de Eddie Trunk na Q104.3 FM de Nova Iorque em outubro de 2006, Portnoy deu a seguinte resposta quando perguntado por um fã sobre sua "guerra verbal" com Tate...

"Tenho de escolher minhas palavras com cuidado senão vou acabar na primeira página do Blabbermouth amanhã de manhã [risos]".

"Não há ressentimentos. Acho que as coisas que foram ditas por mim e pelo Geoff, muitas delas foram aumentadas, muitos dos sentimentos e... o que seja. Quando eu fui e os vi em Nova Iorque há algumas semanas atrás, todos eles me receberam de braços abertos e o Geoff ficou de boa. E na noite seguinte quando eles estiveram no programa do Eddie, eles ficaram totalmente de boa".

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"Sabe o que é? Acho que quando fizemos turnê com eles, foi algo em conjunto – dividimos a iluminação, a filmagem e o som. Tivemos de trabalhar em conjunto em muitas coisas. E eu estou muito acostumado a gerenciar nossa banda e nossa organização e nossas condições de turnê de certa forma, e acho que o Geoff está acostumado a fazer as coisas do jeito dele, então inevitavelmente, por mais que tenhamos nos divertido, houve também momentos em que eu queria uma coisa de um jeito e ele talvez quisesse de outro, como se fossem dois cabeças de nossas organizações, inevitavelmente, talvez, ele se rendeu a mim e o mesmo aconteceu comigo, e vice versa. Acho que quando você é perfeccionista, ou uma pessoa controladora, e você tem tipo que dividir essa situação com outra banda, é duro, e talvez parte disso o afetou da forma errada. Mas eu não tenho nada além de coisas boas a dizer sobre essa turnê que fizemos juntos – foi muito divertido, todas noites fizemos um som juntos, e achei que foi uma coisa ótima para os fãs, e nos divertimos. Houve uma coisinha ou outra entre a gente no que diz respeito a essas coisas de bastidores, mas foi uma turnê com um ânimo muito, muito bom".

"É difícil na era da Internet deixar as coisas de boa e não estourar. Depois do que se passou aqui comigo e com o Geoff, tava tudo lá no Blabbermouth no dia seguinte, e então de lá estava em todo site daqui à Austrália, e os fãs discutem isso entre si, e eles exageram na dose, e cada palavra é dissecada. Essa é a parte assustadora. Sei que dei uma entrevista para o Metal Sludge em 2000 – foi há uns seis anos atrás – e eu ainda sinto as consequências disso. Porque tudo o que você diz na internet se espalha e as pessoas fazem tempestade em copo d’água".

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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