Slipknot e Stone Sour: Corey fala sobre novas músicas

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Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
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Lauren Wise do Phoenix New Times entrevistou recentemente o frontman do SLIPKNOT e STONE SOUR, Corey Taylor. Seguem alguns trechos da conversa.

Phoenix New Times: O SLIPKNOT está fazendo um bocado de shows esse ano. Isso é uma confirmação de que vocês estarão em breve trabalhando em músicas novas?

Corey: Não em breve, mas sim, sim. É apenas parte do processo, trilhar nosso caminho em direção ao futuro, basicamente. A banda levou um grande baque com a perda do Paul [Gray, baixo] e estamos apenas fazendo o possível para seguir adiante em memória dele. E parte disso é voltarmos a ser uma banda. Quando mais turnês fizermos, mais vamos compreender tudo. Estamos indo devagar e tentando fazer da maneira certa. Sem afobação, tentar chegar num ponto em que estejamos prontos para fazer música sem o Paul. O que vai ser bem difícil, mas precisamos passar por isso e, uhm, sermos como uma família novamente para que a coisa seja correta.

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Phoenix New Times: Vamos falar sobre o STONE SOUR. A seqüência ao "Audio Secrecy", de 2010 está para sair depois de setembro, certo?

Corey: Sim, vai sair mais para o fim desse ano. Ainda não sei ao certo quando. Na verdade estamos trabalhando em um álbum conceito duplo que é monstruoso. Acredite-me. Só pelas demos que estamos fazendo até agora, a música é realmente, realmente boa. É provavelmente a melhor que já compusemos. Estamos muito animados. Quando começamos a trabalhar no estúdio, preparando tudo… estamos tentando resolver agora se vamos lançar os discos juntos ou separados, um de cada vez. Mas eu compus uma história bem legal para acompanhar, e vamos ter um bocado de artes e multimídias junto, se possível. Vai ser algo de proporções épicas.

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Phoenix New Times: Qual o conceito por trás do álbum?

Corey: É de fato uma peça de moralidade. É sobre uma pessoa que está tentando se encontrar. Sabe, todos na vida se encontram inevitavelmente em uma encruzilhada quando se trata de evolução pessoal e coisas assim. Tentando descobrir o que quer fazer pelo resto da vida. Sabe, você pode ficar onde está e reviver o passado e andar para trás e basicamente pagar pra ver o romantismo da juventude e todas essas coisas que vêm com isso, estagnando seu crescimento. Ou você pode continuar seguindo o caminho e eventualmente deparar-se com a próxima fase da sua vida. É basicamente a história de um homem tentando descobrir isso, e há muitas coisas que se passam na cabeça de um cara quando ele está tentando descobrir qual a coisa certa a fazer.

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Leia a entrevista na íntegra no Phoenix New Times.

http://blogs.phoenixnewtimes.com/uponsun/2012/07/slipknots_c...




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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