Status Quo: formação clássica fará turnê em 2013

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Por Nathália Plá, Fonte: classicrockmagazine.com, Tradução
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A clássica formação em quarteto do Status Quo sairá em turnê no mês de março. Pela primeira vez em três décadas, os vocalistas/guitarristas Francis Rossi e Rick Parfitt, o baixista/vocalista Alan Lancaster e o baterista John Coghlan estarão juntos no palco para seis shows no Reino Unido.

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Essa célebre versão da banda – chamada pelos fãs de Frantic Four (Quarteto Frenético) – tocará no Glasgow Academy em 10 de março, dia 12 no Manchester Apollo, dia 13 no Wolverhampton Civic Hall e dos dias 15 a 17 no London Hammersmith Apollo.

Ingressos custarão entre 42,50/50 Libras para o show de Londres e 38,50/48,50 Libras para as outras datas e estarão à venda para o público em geral a partir das 09:00 de sexta-feira, dia 16 de novembro.

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O revival do ‘Frantic Four’ não afeta a turnê de 10 datas pelo Reino Unido, com a atual formação do Quo, previamente anunciada.

Fãs tem feito lobby para o retorno da antiga seção rítmica do Quo desde que Lancaster – que iniciou uma batalha legal contra a banda após ser substituído por John ‘Rhino’ Edwards em meados dos anos 80 – deixou de lado as desavenças com Rossi e Parfitt há dois anos atrás.

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Rossi, Parfitt, Lancaster e Coghlan, todos agora sexagenários, reuniram-se no ‘rockumentário’ de Alan G Parker, Hello Quo, partilhando um abraço grupal antes de apresentar algumas canções juntos no Shepperton Studios.

"Formar um círculo e colocar nossos braços nos ombros uns dos outros novamente foi simplesmente… adorável", disse Parfitt, "Sem contar por som nas caixas e tocar junto. Depois de tanto tempo separados, foi um tanto quanto surreal".

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Desde essa reunião, todos os quatro mantiveram-se em contato regularmente - "Sempre conversamos pelo Skype", revela Rick – e rapidamente decidiram levar as coisas adiante.

"Agora que de fato está acontecendo, estou muito ansioso", diz Rossi. "Todos esperam que sejamos como éramos nos anos 70, e isso simplesmente não dá para ser".

Perguntado por que eles estavam juntos novamente agora, Rossi respondeu: "É por várias, várias razões, inclusive o fato de estarmos falando com o Alan Lancaster novamente. E se não fizermos isso agora, pode ser que jamais aconteça. Vá lá, estamos velhos".

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Apesar da programação da turnê, parece provável que haja um espaço para Andrew Bown, tecladista fixo da banda de 1976 adiante.

"Não poderiamos tocar a Rockin’ All Over The World sem a intro do teclado, mas o Andrew não fará o show inteiro porque estamos bem conscientes de que as pessoas estão pagando para ver o Quarteto Frenético – muito embora não seja mais tão frenético", esclarece Parfitt.

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"Essa reunião vai atrair muitos de nossos fãs dos anos 70", admite Parfitt. "Aqueles que perderam a fé quando paramos de fazer o que deviamos e fizemos todos aqueles álbuns de covers. A idéia de usar o álbum duplo ao vivo [Live!, de 1977, gravado no Glasgow Apollo] como base para o set foi a coisa óbvia a se fazer."

O Frantic Four diz que não vai gravar nada novo antes dos shows, apesar de ninguém descartar a possibilidade de um novo álbum, a expectativa é que a turnê atenda às expectativas de todos. Isso resultaria em duas formações distintas em andamento ao mesmo tempo.

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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