Fear Factory: Não éramos uma banda de Death Metal no começo

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Por Ferrr Barone, Fonte: Brave Words & Bloody Knuckles, Tradução
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Matéria de 15/05/13. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?


O guitarrista do FEAR FACTORY, Dino Cazares, aparece em uma entrevista para o site Songfacts.com. Um trecho está disponível abaixo:
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Songfacts: Quando o Fear Factory apareceu e começou a lançar seus álbuns, qual era a reação dos fãs de heavy metal? Porque o Fear Factory soava bem diferente da maioria das bandas da época.

Dino: "Bem, nosso primeiro álbum saiu em 1992 e começamos em 1990. E, no minuto em que nos juntamos e nosso vocalista (Burton C. Bell) mostrou aquele vocal melódico, algo simplesmente soou certo, e ficamos meio 'uau, ok. Além de insanamente pesado, ele está fazendo essa parte melódica.' E isso se tornou o nosso estilo. Se tornou quem éramos. Se tornou o nosso estilo.

Ao longo dos anos ficamos melhores nisso. E os vocais do Burt melhoraram. Quando nos lançamos pela primeira vez, ninguém estava fazendo nada como aquilo, então nos colocaram no gênero do Death Metal apesar de não sermos uma banda de death. Fomos meio que agregados ao gênero por causa do selo com o qual assinamos, Roadrunner Records. Um monte de garotos do death metal ouviram aquilo e reagiram meio 'que diabos é isso? Por quê eles estão cantando nesse álbum de death metal?' Foi divertido, porque chamou atenção. Mesmo se você tenha odiado ou amado, ele chamou atenção. Os rapazes odiavam ou gostavam dele. Os que gostaram diziam 'puta merda, isso é incrível'. Os que odiaram só odiaram por uma razão: 'oh, a música é ótima, mas odiei os vocais'.

O Demanufacture saiu em 1995 - muito havia mudado naqueles três anos. A banda deu um salto enorme. Nos livramos definitivamente do estilo do death metal e fomos em uma direção totalmente nova. Experimentamos muito mais com a tecnologia e trouxemos muito mais teclados e mudamos completamente nosso som, usamos um monte de programas de bateria e o computador para o álbum. As pessoas diziam 'isso é novo, e é incrível'. Elas foram instantaneamente sugadas pelos vocais melódicos, e isso abriu uma porta totalmente nova para nós. Se tornou mais aceitável.

Desde que esse álbum saiu, o estilo vocal se tornou um artigo de consumo na música. Você ouve vocais em todas as bandas: KILLSWITCH ENGAGE, ALL THAT REMAINS, FIVE FINGER DEATH PUNCH. Aquela estrutura vocal típica, o estilo vocal que Burt criou se tornou uma norma hoje. Ouvi outras pessoas dizerem que começaram isso, mas estávamos lá antes. Todos dizem 'é, nós surgimos em 1995 e eu fiz isso'. Eu digo 'ah é? Bem, então você deveria voltar a 1992'.

Leia a entrevista completa (em inglês) aqui.

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Sobre Ferrr Barone

Fernanda é jornalista, professora de inglês e amante de música. Começou a ouvir metal desde pequena, mas aos 11 anos se dirigiu mais ao estilo ouvindo Avantasia, Angra e Nightwish. Decidiu cantar sob a influência de Tarja Turunen. Estudou canto lírico e agora estuda belting. Já teve uma banda (que não deu certo). Ama escrever, ir a shows e ver filmes. É atualmente uma das mantenedoras do site FlooRocks, o fã-clube da Floor Jansen no Brasil.

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