Black Sabbath: Rubin explica por que queria Ginger Baker

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Por Nathália Plá, Fonte: classicrockmagazine.com, Tradução
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Rick Rubin explicou por que ele sugeriu que Ginger Baker tocasse no novo álbum do Black Sabbath, 13.

O produtor fez uma lista de nomes que incluia o ícone do Cream após a desistência de Bill Ward. E muito embora o Sabbath tenha vetado a idéia, Rubin tinha uma boa razão para levá-la adiante.

Ele disse ao Mojo: “Ele estava na lista que apresentei a eles. Certas pessoas foram de cara descartadas pela banda, com base em relações anteriores. Nem sempre teve a ver com a habilidade na bateria”.

“Ele estava na minha lista porque eu queria alguém que tivesse crescido no mesmo mundo que eles, que tivesse tocado assim como eles. Não sobraram muitas pessoas. A maioria já morreu”.

“Eu me perguntei: quem cresceu ouvindo as mesmas músicas que eles? Quem tocou em bandas com quem eles tocaram antigamente? É algo bem diferente da forma como bateristas de hard rock e heavy metal tocam hoje. Era esse o tipo de baterista que eu procurava”.

No fim das contas o Sabbath escolheu o batera do Rage Against The Machine, Brad Wilk, mais uma sugestão de Rubin. “De todos com quem ouvi eles tocando, o Brad tem a melhor sensibilidade”, recorda o produtor. “Eu tive arrepios quando o ouvi tocando com eles”.

“Havia outros bateristas muito bons, mas não havia aquela conexão emocional ou aquela tensão que é necessária, musicalmente falando. Para mim, toda grande banda tem um lado emocional. Quando o Brad tocou com Sabbath, dava para sentir que havia algo mais. Ele tinha essa conexão emocional”.

Ele diz que todos envolvidos na criação do "13" ficaram surpresos quando Ward decidiu não tomar parte porque não tinha recebido a oferta de um contrato que fosse “assinável”. Rubin explica: “Eu adoraria que o Bill estivesse envolvido, e essa sempre foi a intenção. Quando ele decidiu não estar, realmente tomou a todos de surpresa”.

“Foi um caso de ‘O que você quer fazer? Temos todas essas músicas – mas e se o processo seguir em frente?’ A banda disse que queria continuar. Então virou uma questão de tentar encontrar um baterista que os permitisse continuar com o que estavam fazendo”.

E este não foi o único momento de incerteza: “Quando comecei a trabalhar com eles, na verdade eles não trabalhavam juntos há muito tempo”, disse o produtor. “Era quase uma situação de emergência. Havia ansiedade por parte dos membros da banda; eles se preocupavam se ia ficar bom, se eles estavam à altura. A história e o mito do Sabbath se agigantava e todos queriam fazer jus a isso. Ninguém queria fazer a coisa apenas por fazer. A idéia era que só faríamos isso se fosse ficar tão bom quanto qualquer outro álbum que eles já fizeram”.

"13" será lançado no dia 10 de junho.

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Post de 02 de maio de 2013

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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