Sepultura: Paulo Jr. e Eloy Casagrande falam sobre o novo álbum

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Por Leonardo Daniel Tavares da Silva, Fonte: eonline
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A revista digital EOnline, do SESC de São Paulo aproveitou o show do SEPULTURA no dia 19 de julho na unidade de São Caetano, SP, para bater um papo com o baixista Paulo Jr. e com o baterista Eloy Casagrande. Trechos da conversa você confere abaixo.

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Foto: arquivo pessoal
Foto: arquivo pessoal
Foto: Modern Drummer
Foto: Modern Drummer

EOnline - Qual o nome e qual o conceito do disco novo do Sepultura?

Eloy - O conceito é o que o nome já diz. O disco se chama "The Mediator Between Head and Hands Must Be The Heart" (O mediador entre a cabeça e as mãos deve ser o coração). O conceito disso é: hoje nós vivemos em um mundo cheio de máquinas e tecnologia, e devemos deixar isso de lado às vezes e trabalhar com o coração. Basicamente é isso!

EOnline - É algo diferente da linha do SEPULTURA? O nome é diferente do comum da banda!

Eloy - É um progresso!

Paulo - É um progresso. Todo mundo questionou o nome do disco por ser uma frase. Geralmente os nomes dos discos têm apenas uma ou duas palavras. A ideia foi essa mesmo. A gente sabia que isso ia causar algum tipo de reação.

EOnline - O que faz com que uma banda brasileira, mesmo cantando em inglês, consiga tanto sucesso assim?

Paulo - Acho que é um pouco de tudo! Estar no lugar certo na hora certa, sorte, trabalho duro, tocar bastante.

Eloy - Quando eu era apenas um fã deles (SEPULTURA), eu já notava. Eles criaram um conceito de rock. Todas as bandas desse estilo nasceram influenciadas pelo Sepultura. Eles foram pioneiros.

Paulo - Na nossa época muita gente largou a música, voltou para os estudos e não acreditou que a banda iria pra frente. Nós abraçamos e acreditamos. Escolhemos um nome para assustar as "tias" de Minas Gerais e hoje até elas amam a gente.

A entrevista completa você pode ler no site abaixo.

http://www.sescsp.org.br/online/artigo/6810_PARA+ENTENDER+O+...




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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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