Dominatrix: Elisa fala sobre a violência contra as mulheres

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Por Josué Rowstock, Fonte: O Grito.
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O ano era 1995 quando Elisa G. fundou o "Dominatrix", uma das bandas percursoras do movimento HC/ Feminista ou Riot Girls como preferir. E mesmo após 17 anos de estrada a banda continua na atividade como ativista favorável aos direitos das mulheres, de modo que não é difícil encontrar Elisa ou alguma integrante da banda "Dominatrix" em alguma Marcha em favor aos direitos femininos.

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Elisa ainda organiza um festival chamado de "LadyFest" e dirigiu um documentário sobre os 30 anos de União das Mulheres de São Paulo/SP, onde gente como Arlene Ricodi contam fatos como vieram e vêm crescendo o feminismo no país.

Ainda em 2006 a frontwoman da banda recebeu o prêmio de Inovação da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo/SP, pela oficina "Consenso Sexual entre Jovens e Lésbicas". De fato mostrando o reconhecimento de uma luta que há tempos a banda vêm travando através de suas letras e seus shows expositivos onde mulheres sobem ao palco e denunciam os abusos de uma sociedade machista brasileira.

Segundo Elisa, o tema sobre a violência contra a mulher surgiu de um esgotamento de fatos absurdos acontecendo nos círculos de amigas que puxavam debates ou ainda sob pessoas que evitavam o mesmo. De modo que Elisa tenta através do "Dominatrix" dialogar e debater sobre os diversos vieses de abuso, seja entre relacionamentos de homens com mulheres ou mulheres com mulheres e também a falta de diálogo entre pais e filhos que acabam por deixarem de refletir as diversas práticas abusivas que ainda hoje acontecem, demasiado.

Elisa solta frases ácidas em entrevistas e acaba sempre deixando o debate no ar: "É que o povo quer ser revolucionário enquanto estupra mulher. E a história prova que isso é possível, infelizmente", reflete a vocalista da banda de Hard Core que incita provocações sobre o cinismo e o desviar de foco das revoluções pelo machismo dentro dos movimentos sociais.

Para finalizar, Elisa ainda fala um pouco sobre o "Dominatrix": "A banda ainda existe depois de quase 17 anos, produz música, toca ao vivo. Sinto que ela funciona como uma organização feminista no aspecto da postura política. E eu pessoalmente não paro. Sempre falo de feminismo, me arrisco o tempo todo, sofro violência verbal de gente sexista, estudo, leio e observo o que está acontecendo ao meu redor..."

Leia a matéria completa no link abaixo.
http://revistaogrito.ne10.uol.com.br/page/blog/2012/05/23/en...

Veja o vídeo da música "Filhas, Mães e Irmãs" ao vivo, onde o Hard Core Feminista acontece da forma mais explosiva do melhor jeito "Dominatrix" de fazer acontecer:




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Sobre Josué Rowstock

Josué Rowstock é escritor de Santa Maria/RS e coordena o projeto independente cultural @FebredeRato.

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