Vandroya: versatilidade provada em versão acústica
Por Carlos Eduardo Garrido
Fonte: Café com Ócio
Postado em 02 de julho de 2014
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
Pelo que temos acompanhado em toda a mídia especializada e especialmente aqui no WHIPLASH.net, 2013 foi um ano ímpar na história da banda paulista VANDROYA, formada pelos experientes músicos Daísa Munhoz (vocal), Rodolfo Pagotto (guitarra), Marco Lambert (guitarra), Giovanni Perlati (baixo) e Otávio Nuñez (bateria). No auge dos seus 13 anos de estrada, o grupo tem apenas um EP e um álbum lançado mundialmente no ano passado. Contudo, a grande repercurssão obtida com esse trabalho mostra que, mesmo com todas as dificuldades de se investir em produção de qualidade no Brasil, o grupo tem talento de sobra e além disso, possuí um ingrediente que tem sido o grande diferencial para exportar bandas brasileiras para o resto do mundo: a versatilidade musical.
Essa versatilidade fica explícita a quem entende, ao menos, minimamente de construções harmônicas ou que mesmo por esporte gosta de compor ou brincar com as notas musicais, como fica evidente nas versões que a banda fez. A primeira delas ainda é um segredo guardado a sete chaves, já que o grupo regravou uma música do HELLOWEEN para particiar do tributo brasileiro aos 30 anos dos percursores do power metal. Porém, até agora não foi divulgado qual será essa faixa, mas o VANDROYA garante que a homenagem está devidamente temperada com pitadas vandroyanas.
A segunda façanha realizada pelo grupo e que demonstra sua versatilidade é curiosamente uma versão de uma música da própria banda. Trata-se da faixa "Oblivion for Eternity", composta por Marco Lambert em parceria com Giovanni Perlati e Daísa Munhoz, em versão acústica e já disponível para degustação no Youtube.
Se na versão de estúdio presente no álbum "One", a música tem uma atmosfera densa e repleta de riffs marcantes, mesclando magistralmente prog e power metal, o mesmo não acontece na nova versão. Nela, a banda mostra toda a destreza necessária para mudar tudo e ao mesmo tempo preservar a obra e sua essência. O riff principal foi suprimido e deu lugar à suavidade dos dedilhados do violão. Simples e direto, o grupo transformou uma faixa que até então era uma pancada progressiva em uma belíssima balada acústica. O resultado você pode conferir no vídeo clipe:
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Tony Iommi confirma que vai remixar um dos álbuns mais criticados do Black Sabbath
O melhor baterista de todos os tempos, segundo David Gilmour do Pink Floyd
Angra celebra 30 anos de "Holy Land" com primeira edição do álbum em vinil
Tobias Forge desabafa sobre pressão e não garante que o Ghost voltará
Os 20 piores discos da história do rock and roll, segundo a Classic Rock
A razão que levou Brian May a recusar tocar em mais faixas do álbum de Tony Iommi
O maior sobrevivente do rock, segundo Eddie Vedder do Pearl Jam
Mamonas Assassinas: a história das fotos dos músicos mortos, feitas para tabloide
11 bandas de metal que são carregadas nas costas por um único integrante
A letra do Aerosmith que quase fez Steven Tyler mandar a banda inteira às favas
A queixa que Tony Iommi ouviu de Ozzy Osbourne na véspera da morte do cantor
A faixa do Guns N' Roses em que Axl Rose atingiu a nota mais alta de sua carreira
Paul McCartney explica porque se recusa a tirar fotos com seus fãs hoje em dia
5 músicas de metal em que o baixo é mais legal do que a guitarra
O hit do Nightwish com que Anette Olzon não concordava e virava as costas no palco
O motivo pelo qual Steven Tyler disse que "daria na cara" de Elvis Presley
A música do Metallica em que James mete o pé e fala sobre uma de suas grandes paixões
A triste história por trás de "Gimme Shelter", clássico dos Rolling Stones

Capas: confira 10 das mais belas do Rock/Metal Nacional



