Matérias Mais Lidas

AC/DC: as ordens de Malcolm para quem ia subir ao palcoAC/DC
As ordens de Malcolm para quem ia subir ao palco

AC/DC: a reação de Angus Young quando ouviu Jimi Hendrix pela primeira vezAC/DC
A reação de Angus Young quando ouviu Jimi Hendrix pela primeira vez

Chorão: quando o vocalista do Charlie Brown Jr tretou com Hermes e RenatoChorão
Quando o vocalista do Charlie Brown Jr tretou com Hermes e Renato

Iron Maiden: As 44 músicas nunca tocadas ao vivo, segundo a LoudwireIron Maiden
As 44 músicas nunca tocadas ao vivo, segundo a Loudwire

Metallica: a fortuna que Robert Trujillo recebeu só para se juntar à bandaMetallica
A fortuna que Robert Trujillo recebeu só para se juntar à banda

Toyah Willcox e Robert Fripp: Confira versão de Sweet Dreams, do EurythmicsToyah Willcox e Robert Fripp
Confira versão de "Sweet Dreams", do Eurythmics

Epica: saiba tudo o que rolou em Omega Alive, a superproduzida livestream da bandaEpica
Saiba tudo o que rolou em "Omega Alive", a superproduzida livestream da banda

Guns N' Roses: quando a banda ajudou Ian Astbury, do The Cult, a fugir da políciaGuns N' Roses
Quando a banda ajudou Ian Astbury, do The Cult, a fugir da polícia

Go Ahead And Die: Não me importo em ser comparado com meu pai, diz filho de MaxGo Ahead And Die
"Não me importo em ser comparado com meu pai", diz filho de Max

David Ellefson: a diferença de trabalhar com Max Cavalera e Dave Mustaine, segundo eleDavid Ellefson
A diferença de trabalhar com Max Cavalera e Dave Mustaine, segundo ele

Andre Matos: O Legado do MaestroAndre Matos
O Legado do Maestro

Kiss: veja o rápido show de volta aos palcos em Nova IorqueKiss
Veja o rápido show de volta aos palcos em Nova Iorque

Brian May: por que ele prefere tocar com moeda ao invés de palhetaBrian May
Por que ele prefere tocar com moeda ao invés de palheta

Metaleiro também ama: músicas escritas por bandas de metal que falam de amorMetaleiro também ama
Músicas escritas por bandas de metal que falam de amor

Deep Purple: a fase com David Coverdale e Glenn Hughes foi o auge da banda? (vídeo)Deep Purple
A fase com David Coverdale e Glenn Hughes foi o auge da banda? (vídeo)


Stamp
Pentral

Zoombie Ritual: produtor se pronuncia após nove meses

Por Rubens Herbst
Em 04/09/15

Foram nove meses de silêncio para Juliano Ramalho, criador e condutor do Zoombie Ritual, em Rio Negrinho, um dos maiores festivais brasileiros de heavy metal. Ou assim o era, depois da catastrófica edição de 2014 (a sétima), marcada pela debandada de quase todos os headliners – entre eles, ícones mundiais como Venom, Destruction, Carcass e Brujeria -, estrutura e equipe aquém do prometido, tensão extrema nos bastidores e uma chuva de críticas, inclusive de quem até hoje não viu o reembolso do ingresso. Ameaças e processos vieram a reboque, e Ramalho preferiu se calar – até agora.

A Orelhada, ele resolveu contar tudo o que ocorreu em dezembro na Fazenda Evaristo. Na longa e sincera entrevista o produtor reconhece os muitos erros de cálculo, admite as dívidas, fala sobre a agressão que sofreu de um músico gringo e como pretende recuperar o nome do festival, que, garante, pode retornar ainda em 2015.

As bandas reclamaram da falta de pagamento e que ficaram "no escuro" a respeito de informações sobre transporte, hospedagem, etc. Foi isso?

Juliano Ramalho – Há muitas coisas nesse assunto a serem abordadas. Poderíamos dividir em varias partes – bandas internacionais, bandas nacionais. No que diz respeito a isso, posso dizer que houve, sim, inúmeros problemas, desde erro de cálculo de projeção a falta de atenção no palco, decorrentes de outros grandes problemas. Em resumo, uma coisa levou a outra. Na prática, em se tratando do casting final – ou que era pra ter sido -, todas as bandas internacionais receberam 85% dos valores acordados. Destruction recebeu U$ 9 mil dos U$12 mil acordados, sendo o saldo a ser pago antes de subir ao palco, muito mais que a metade paga em outros shows da turnê da banda. Isso foi combinado com o empresário da banda. Venom por exemplo, de um cachê de U$ 40 mil, foram pagos por mim U$ 32 mil + R$19,6 mil de passagens internacionais ida e volta + R$5,43 mil passagens internas, R$ 3,2 mil de visto de trabalho, R$1,2 mil de reserva de hotel, no mesmo que a Destruction foi instalada. [...]

O problema todo foi ocasionado pela baixa venda de ingressos?

Juliano - Fazer projeções sem ter um número real de público foi o início do problema. Ter um "x" de custo e imaginar "y" de público, não entender que um evento, uma festa, não é prioridade básica na vida das pessoas, é erro inaceitável no mundo dos negócios. Com certeza, a baixa venda de ingressos foi o segundo erro. Depois, lidar com custos sem poder cumpri-los, foi sem dúvidas, a maior dificuldade. Por causa disso, muitos outros problemas foram gerados, se tornando uma implacável reação em cadeia. O que era para ser lindo e histórico se tornou o oposto.

Houve agressão no caso do Destruction?

Juliano – (Risos) sim, houve. Pra dizer a verdade, não vi, simplesmente recebi um tapa. Juro que não revidei naquele momento por pensar apenas no festival. Em outras oportunidades, fiz coisas 50 vezes pior por muito menos, mas ali se tratava do festival e do público, não do meu ego ou machismo. Mas depois do cancelamento e toda a catástrofe, voltamos a nos encontrar no hotel. Aí, o autor da agressão (o vocalista) não teve coragem para continuar. Chamei-o para resolvermos da forma que ele inicialmente escolheu (na porrada), já que não tinha mais nada a perder. A melhor coisa que ele fez na vida foi correr, porque do jeito que os ânimos estavam, alguém não voltaria pra casa. Foi muito tensa essa parte.

O que aconteceu depois do festival?

Juliano – Foi como você acordar e ter 11 anos novamente, encarar a realidade e ter que reiniciar sua vida. Enfrentar as consequências foram tremendamente terríveis – sem dinheiro, sem crédito, devendo horrores, sem moral, sem autoestima, sem vontade de sair de casa. Enfrentar a si mesmo é o pior dos efeitos. Fazer as pessoas a sua volta sofrer, com certeza não há como medir.

Muita gente diz que não teve o ingresso reembolsado. O que você diz sobre isso?

Juliano – Em primeiro lugar, lamento não ter conseguido fazer o reembolso ainda, mas se há uma coisa que não vou deixar para trás é isso. De uma forma ou de outra, pretendo acertar as pendências, isso posso garantir. Demore o tempo que for, vou acertar dentro das possibilidades tudo o que ficou em aberto, que não foram apenas ingressos. Há muitas coisas pendentes.

A entrevista na íntegra pode ser lida no link abaixo.

http://wp.clicrbs.com.br/orelhada/2015/08/24/zoombie-ritual-juntando-os-cacos/?topo=84,2,18,,,84

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Arte Musical
Blind Guardian
publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

Black Sabbath: um Tony Iommi que você não conheciaBlack Sabbath
Um Tony Iommi que você não conhecia

The Voice Kids: garotinha canta Led Zeppelin e conquista todosThe Voice Kids
Garotinha canta Led Zeppelin e conquista todos