Black Sabbath: $60.000 para fazer o Vol. 4 e $75.000 em cocaína

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Por Rafael Testa, Fonte: Metal Injection, Tradução
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Os anos 70 foram um grande momento para se estar no Black Sabbath. Uma matéria recente do Dangerous Minds tentou explicar o quanto a cocaína fez parte da vida dos padrinhos do heavy metal e a resposta é: Muito! 75 mil dólares de cocaína para ser preciso.

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A revelação veio do próprio baixista Geezer Butler, que revelou que o orçamento para o álbum foi de 60 mil dólares enquanto eles gastaram 75 mil dólares em cocaína. A banda levava a droga consigo em vôos privados e era comum também encontrar outras drogas. Depois de um certo ponto, Ozzy não tinha mais ideia de onde as drogas estavam vindo, como pode ser visto em sua autobiografia "I am Ozzy":

"Eventualmente nos perguntávamos de onde vinha toda o coca... Estou dizendo pra você: era a cocaína mais branca, mais pura e mais forte que você pode imaginar. Uma cheirada e você se tornava o rei do universo."

A banda queria chamar o álbum de "Snowblind" (em alusão a droga), mas decidiu mudar o nome depois da pressão da gravadora. Claro que a banda se esbaldava em muitas drogas nessa época. Geezer Butler lembrou de um caso em que estava chapado de coca e então alguém jogou ácido em sua bebida, fazendo ele querer se jogar da janela e se matar. Iommi e o baterista Bill Ward tiveram que segurá-lo para que isso não acontecesse. Essa foi a gota d'água para Geezer que abandonou as drogas logo depois. De fato, a banda inteira largou as drogas, exceto Ozzy:

"Você não consegue escrever ou tocar se está fora de si", disse Butler. "Mas já que(Ozzy) não tinha que tocar um instrumento, ele ia para um bar ficar sem pernas ou fazer todo o tipo de coisas enquanto nós escrevíamos."

"Eu não acreditava quando dizia que eu desmaiava pelas ruas," disse o vocalista. "Eu olhava para o relógio e eram 4 horas. Então eu olhava de novo e já eram 9 e meia. Eu me esquecia totalmente de onde eu estava ou do que eu havia feito. Mas você não pensa nisso quando começa a beber. Você não pensa: 'em que cadeia vou acordar amanhã?' Porque essa não é a sua intenção."

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Sobre Rafael Testa

Nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais, tem 23 anos, é estudante de sistemas de informação e torcedor fanático do Vasco da Gama e do Tupi Football Club. Se interessou por rock/metal depois do grande tio Roney mostrar-lhe o Iron Maiden. Tem o gosto musical muito variado, curte do thrash metal do Slayer ao metalcore do All That Remains. Acredita que existem bandas boas atualmente e faz questão de apresentá-las.

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