Torture Squad: "Sentimos que talvez chegou a hora de uma mudança"
Por Reynaldo Trombini
Fonte: Heavy Metal Online
Postado em 12 de outubro de 2015
Um dos líderes do Torture Squad, Amilcar (bateria), bateu um papo exclusivo com o Heavy Metal Online para falar sobre a mudança na formação do grupo. Eles anunciaram a entrada da vocalista May Puertas e do guitarrista Rene Simionato.
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Heavy Metal Online – Em certo ponto a divulgação sobre a mudança no line-up da banda com a entrada de May Puertas nos vocais e Rene Simionato nas guitarras pegou muita gente de surpresa. Afinal, quais os motivos que resultaram na saída de André Evaristo, até então, atual vocalista e guitarrista?
Amilcar – Em todo esse tempo de banda que a gente tem, 22 anos, já passaram três guitarristas e já saiu o vocal. A gente aprende com o que a gente vive e uma coisa que eu aprendi é que acontecem ciclos e as pessoas completam ciclos. Às vezes a pessoa entra achando que é aquilo que ela quer e vai ficar a vida inteira na banda. Acredito muito em complemento de ciclos.
Amilcar – Eu vejo no André um cara que siga a banda dele, ele tem outros projetos pessoais e sempre teve as bandas dele. Acredito que ele estava se sentindo desconfortável no Torture, de se sentir na própria banda dele. Fazemos com que quem está na banda se sinta parte dela, dono dela. De um tempo para cá, ele começou a não se sentir tão confortável. A gente vai sentindo o que acontece ao redor, sentimos que talvez chegou a hora de uma mudança.
Heavy Metal Online – Quais pontos foram determinantes para que May Puertas e Rene Simionato fossem efetivados na banda? O vocês esperam deles tanto em estúdio como nas apresentações?
Amilcar – Quando pintou a ideia de voltar a ter uma voz na frente eu comecei a pensar nos vocalistas que eu conheço e quem poderia entrar somando na banda. Quem me indicou a Mayara foi a Fernanda, da banda Nervosa. Em uma conversa comentei sobre a ideia e perguntei se ela tinha alguém em mente e a primeira pessoa que ela falou foi a May Puertas.
Amilcar – Fui conhecer mais e ver vídeos no Youtube do Necromesis (sua ex-banda) ao vivo. Percebi que ela tinha vocais graves, guturais graves e também um vocal mais agudo, rasgado. Isso faz muito parte do que foi a tradição da banda. O engraçado foi que eu fiquei cinquenta por cento empolgado, pois eu vi que ela poderia entrar e dar a cara dela ao som, voltado para o Death Metal que é o mais tradicional e continuar nossa tradição. Cinquenta por cento eu fiquei empolgado por causa disso e cinquenta por cento fiquei pensando: "Uma garota, meu… Nunca me havia passado isso pela cabeça antes."
Amilcar – Fui pegando a ideia e acostumando! Na verdade o que importa mesmo é se o som combina, se tem a voz ideal, se tem atitude, se tem a mesma visão e a mesma paixão, independente do sexo. A banda conversou e curtiu a ideia!
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