Deep Purple: O que Steve Morse diria se a banda acabasse agora

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Por Igor Miranda
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Steve Morse juntou-se ao Deep Purple em um período turbulento. Ritchie Blackmore abandonou o grupo no meio da turnê de divulgação do álbum "The Battle Rages On" (1993) e, inicialmente, convidou Joe Satriani para o posto e terminou a excursão com o icônico Satch nas seis cordas.

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Entretanto, Satriani não quis se juntar ao Deep Purple de forma permanente, pois estava com foco total em sua carreira solo. Então, a partir de 1994, os britânicos passaram a contar com o americano Steve Morse na guitarra.

Em entrevista ao Whiplash.Net, concedida por telefone, Steve Morse falou sobre as suas mais de duas décadas com o Deep Purple. Ao ser questionado sobre o que poderia dizer "de toda essa experiência", caso o Purple realmente chegue ao fim, Morse respondeu de forma cuidadosa.

O guitarrista reconhece que ocupou uma posição difícil - a de substituir Ritchie Blackmore, um dos membros fundadores. Contudo, demonstrou gratidão e respeito em meio ao ótimo trabalho desempenhado em mais de duas décadas com o grupo.

"Tudo foi incrível. Comecei ocupando o lugar de um membro fundador da banda (Ritchie Blackmore). Tommy Bolin e até Joe Satriani fizeram isso antes de mim, então, não foi uma ideia nova. Porém, cada pessoa faz de forma diferente. É uma grande honra ter a confiança das pessoas de sua equipe. E você retribui essa confiança oferecendo tudo o que tem para a equipe", disse o músico, cuja cautela com as palavras é a mesma que tem com as notas que toca na guitarra.

Morse destacou, ainda, que a química presente entre os membros do Deep Purple deve estar evidente para os fãs até o último momento. "O mais importante é que as pessoas que vão aos shows vejam o amor e o respeito que temos entre nós e pela música, bem como o quanto queremos trabalhar em prol do público. Acho que o que digo pode soar um pouco geral demais, mas estou escolhendo as palavras com cuidado porque é verdade", disse.

A "The Long Goodbye Tour", do Deep Purple, passará pelo Brasil com três datas, a serem realizadas em Curitiba (12/12), São Paulo (13/12) e Rio de Janeiro (15/12). Pelo país, vale destacar, a excursão será feita em formato de festival, chamado "Solid Rock", que contará, ainda, com apresentações de Cheap Trick e Tesla. O mesmo formato também será reproduzido na Argentina e no Chile, dias antes das performances em terras tupiniquins.




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Sobre Igor Miranda

Jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e apaixonado por rock há mais de uma década. Começou a escrever sobre música em 2007, com o surgimento do saudoso blog Combe do Iommi. Atualmente, é redator-chefe da área editorial do site Cifras e mantém um site próprio (www.IgorMiranda.com.br). Também co-fundou o site Van do Halen, para o qual trabalhou até 2013.

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