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NFL Steve Harris

Abrahones: lançado novo clipe "The Bond"

Por Gil Freitas de Oliveira
Em 31/07/19

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A banda de Niterói Abrahones e os Incuráveis acaba de lançar seu novo clipe. O vídeo é da música The Bond que faz parte do 4º CD da banda – Running Wild (2019) que veio após 3 bem sucedidos álbuns.

A banda lançou seus 4 discos em apenas 6 anos e seu líder Pedro Abrahones fala um pouco em uma entrevista exclusiva sobre o novo clipe, os 2 últimos CD’s, influências, processo criativo, gravação, mercado e outras coisas.

Gil Freitas - A música The Bond é do novo CD Running Wild, porque a escolha dela como clipe?

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Pedro Abrahones - Escolhemos ela porque ela representa um pouco das várias facetas do nosso trabalho. A gente tem uma parada bem rock n’ roll, mas tem um lance folk acústico também.

A música além do significado pessoal para mim, ela dentro do trabalho da banda, tem o misto das 2 coisas, começa com a parte mais lenta, puxando para a folk music e termina mais rock’n roll

Gil Freitas - Como foi que surgiu a ideia e a escolha do cenário?

Pedro Abrahones - A gente tinha a ideia, quem filmou e dirigiu o clipe foi o Leandro Bronze que é o mesmo produtor, que produz o áudio das músicas com a gente no estúdio. E ele também faz esta parte visual, foto e filmagem. Ele junto com a Bia Greco produziram o vídeo. Na verdade a gente tinha outro cenário, a gente ia fazer em outro lugar.

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

A ideia de começar com o violão na parte mais calma e depois ir para banda, fazer uma caminhada entre os momentos da música, simbolizando aquela transição que está descrita na letra.

Só que aí a gente foi convidado para tocar naquela casa do clipe no mesmo dia em que a gente ia fazer a filmagem e o dono da festa disse filmarmos lá . Aí ,ele me mandou as fotos da casa, a gente viu e fechou! Acabou sendo um cenário lindaço para o clipe e acabou saindo melhor que a encomenda.

Gil Freitas - Falando um pouco deste álbum, ele veio depois do Desquadrato (2017). O anterior é todo em Português e o novo é todo inglês. Me fala um pouco sobre cantar em 2 línguas diferentes e porque a banda faz isso?

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Pedro Abrahones - As 2 línguas acabam sendo naturais para gente, mas por motivos diferentes. O português é nossa língua nativa que a gente fala todo dia e a forma mais reta de nós nos comunicarmos com as pessoas na nossa música.

Por outro lado, inglês representa muito das nossas influências. A maioria das bandas que escutamos são gringas, a gente acaba tendo uma influência muito forte de Pearl Jam, Tom Petty, Beatles, Black Keys, Cage The Elephant, também se torna muito natural a composição e expressão em inglês

A gente procura variar também , a gente procura não se prender a uma coisa nem outra. A gente procura tentar expor nossa verdade no nosso som e nas letras para tentar alcançar o máximo de gente possível, tentar se comunicar da melhor forma possível.

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No disco anterior fomos em português e agora fizemos o disco em inglês para tentar atingir um grupo de pessoas diferente do Desquadrato.

Gil Freitas - Falando sobre as influências. Você falou de bandas antigas, mas também de artistas novos. Você acha que de um modo geral as bandas atuais não se escutam e não se influenciam? E vocês, são uma exceção?

Pedro Abrahones - Em relação às outras bandas não posso responder pelos outros ,posso dar meu palpite. Eu acho que o público de rock, apesar de tudo está aí para gente ouvir de fácil acesso. O público ficou de certa forma conservador, porque se ateve as mesmas bandas. Eu também não estou me colocando como uma exceção, porque na verdade eu acho que também tenho um pouco. E é uma coisa que de alguns anos para cá fiz um esforço consciente. Eu vou passar a escutar banda nova, foi mais ou menos quando comecei a gravar minhas musicas, eu falei pô, eu queria que as pessoas escutassem o que a gente está compondo e gravando.

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Mas, eu só escuto também as mesmas coisas que estou escutando há anos. Baseado nesta coisa que pensei, eu tive uma atitude de ter um esforço consciente e procurar. Sentar para ouvir. Quando a gente é moleque, tem tempo livre. Fica escutando discos. até hoje tenho minha vitrola e o discos, mas não tenho o mesmo tempo. É correria, no carro tenho feito playlists com coisas novas. Procurado ativamente para escutar nos momentos que dá ,porque tem muita coisa boa. E a gente tem que continuar mexendo no tempo, continuar andando. Como diria Cazuza: "O tempo não para".

Gil Freitas - Vocês tem lançado praticamente 1 trabalho por ano o que indica que Você passa bastante tempo em estúdio. Como é este processo criativo? E também o processo de gravação?

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Pedro Abrahones - O processo criativo é uma coisa meio naturalmente no sentido de acontecer o tempo todo. Lembro que quando comecei a tocar, aprendi a tocar, na época tocando violão, não sabia nem tocar e já começava a fazer música, compor música, é uma necessidade mesmo. Necessidade de autoexpressão, componho música direto, se for ver no celular, caderno, computador. As músicas que a gente grava são as que a gente escolhe

Porque tem música para caramba e vai saindo. Fica preso dentro de mim e vou soltando. Respondendo a segunda parte da pergunta. Tem um estúdio de um amigo meu que comecei a gravar minhas músicas em 2014 e virou brother e parceiro da banda.

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A gente não passa muito tempo no estúdio de uma vez, a gente faz em pílulas. Tenho horário fixo no estúdio toda semana praticamente eu vou lá, estúdio Ozimbrum do Leandro Bronze em Niterói -São Francisco. Vou lá toda semana gravar alguma coisa, mixar, além do ensaios. Tem o horário dos ensaios e na gravação toda semana estou lá.

Agora por exemplo, a gente já tem algumas músicas gravadas em inglês e português. Mas tenho ido lá no estúdio, a gente está fazendo a mixagem da uma das músicas, a gente gravou ao vivo. Fica aquela coisa constante de composição e gravação, aí quando começa a tomar uma forma de uma coisa mais definida, "conceito" eu boto em um disco.

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Gil Freitas - E vocês ainda lançam álbuns inteiros em um momento que os artistas lançam EP e singles. Vocês acham que ainda haverá espaço para álbuns no futuro?

Pedro Abrahones - Eu acho que o futuro, não tem como dizer, mas eu acredito que sim. Porque essas coisas são cíclicas. E a gente faz álbuns inteiros porque no processo de composição e gravação vai saindo muita coisa. Eu acho que é a melhor forma de se expressar, passar uma ideia conceito e uma visão de mundo dentro de um determinado momento. Claro que o formato de um disco em uma bela época foi criado, talvez por motivos comerciais, como hoje as pessoas usam Ep e single por ser um formato comercialmente mais aceito. O disco uma hora foi um formato comercial. Foi o formato que eu aprendi a consumir música, quando uma banda lança um som, eu não quero ouvir uma música. Eu quero ouvir no mínimo um Ep, umas 6 ,7 (músicas),um disco bom, quando eu gosto. Quando a banda lança uma música só, eu fico naquela " só uma musica?" Enfim, eu acho que é a maneira como consumidor que eu aprendi a consumir música e como artista que eu e a banda nos expressamos de uma maneira mais completa. Mas se o ciclo vai rodar e voltar a ser isso, eu espero que sim

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Gil Freitas - Quem já viu o show de Vocês sabe que apesar da banda ter uma pegada "mais leve" é um show bem animado. Qual importância dos shows?

Pedro Abrahones - O show é onde a banda mostra sua cara, realmente sua essência, você também grava suas músicas e você sabe que é a busca dentro do estúdio, você tem as facilidades de um estúdio de gravação para aprimorar fazer soar" lindão", tudo ficar o mais bonito possível. Mas, além disso, a gente está na busca por nossa essência. De tentar se expressar, o que a pensar, o que a gente sente e como a gente quer dizer.

E ao vivo no show a coisa sai do jeito que a gente é mesmo. Não tem tanto tempo para pensar. A gente ensaia e tudo, mas na adrenalina ,na frente do público a gente simplesmente bota para fora. A gente procura tentar ser o mais sincero, fiel e energético possível para tentar passar nossa mensagem para quem está nos ouvindo, nos assistindo. A gente acha que no show, a importância é essa. Tentar mostrar para o público a nossa essência de uma maneira mais crua, mais direta a mais objetiva.

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