Joy Division: Ian Curtis encontra o poeta Álvares de Azevedo em novo livro
Por Arlindo Gonçalves
Fonte: Editora Sebo Clepsidra
Postado em 18 de setembro de 2019
Em sua mais recente campanha de financiamento coletivo, a Editora Sebo Clepsidra inova ao anunciar sua primeira ficção literária nacional: "Ad Infinitum: réquiem para Álvares de Azevedo e Ian Curtis". Nesse encontro entre os dois míticos artistas, IAN CURTIS – vocalista da banda JOY DIVISION – é recebido e guiado por ÁLVARES DE AZEVEDO, tal qual Dante por Virgílio na Divina Comédia.
A ação se passa em uma espécie de pub, que remete a um dos livros mais famosos de AZEVEDO, "Noite na taverna". Ali, IAN CURTIS, depois de cometer suicídio, encontra o poeta brasileiro, morto há mais de 150 anos, e ficam amigos. Seus diálogos, regados a bebidas e a muita fumaça de cigarros e charutos, são entrelaçados por lembranças nas quais o músico inglês relembra episódios ligados às gravações dos dois discos da banda, os shows e sua vida amorosa, bem como o sofrimento psíquico causado por seus ataques epiléticos, situação que tanto o afligia às vésperas da primeira turnê pelos E.U.A. O poeta brasileiro, por sua vez, revisita a própria morte em flashbacks.
O livro foi escrito a quatro mãos por dois especialistas: Luciana Fátima, pesquisadora do Romantismo, já escreveu outros trabalhos sobre Álvares de Azevedo; e Arlindo Gonçalves, autor de ficções e crônicas urbanas, que publicou uma biografia afetiva sobre a banda Joy Division. Leia mais no link abaixo.
O volume é ilustrado pelo artista Matheus Vigliar, cujos desenhos foram feitos com uma técnica mista: lápis de cera chinesa, nanquim, grafite e carimbos. Seu estilo foi escolhido a dedo para representar a atmosfera difusa e fantasmal do cenário fora da realidade.
Na obra, os fãs – de um ou do outro protagonista (ou de ambos) – poderão se deleitar com inúmeras referências a suas obras e biografias. Mais que um mero elogio à produção desses grandes artistas, o livro é uma declaração de amor à sensibilidade, aos anseios humanos e às imortalidades da música e da poesia.
A campanha no Catarse vai até dia 29/09.
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