Paul McCartney: a melhor coisa de se ter muito dinheiro, na visão dele
Por Igor Miranda
Postado em 03 de dezembro de 2020
Paul McCartney é apontado há décadas como o baixista mais rico do mundo. É, ainda, o artista de maior patrimônio da história do rock e um dos mais endinheirados entre todos os estilos.
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Segundo o site The Richest, a fortuna de Paul McCartney é estimada em US$ 1,2 bilhão - sendo que US$ 68 milhões entraram apenas no período entre 2019 e 2020. A renda foi acumulada em várias décadas de sucesso - desde os anos 1960, com os Beatles, ele já vendia milhões de discos, emplacava hits nas paradas e fazia shows lotados.
Em entrevista ao jornal The New York Times, McCartney apontou qual a maior vantagem de se ter tanto dinheiro, ou pelo menos de ser rico. Segundo ele, a grande virtude oriunda desses valores é poder ajudar as pessoas.
"Uma das melhores coisas do dinheiro é o que você pode fazer com isso. Se sua família ou seus amigos têm qualquer problema de saúde, posso só dizer: 'vou ajudar'. A coisa mais legal do dinheiro é que você pode ajudar pessoas com ele", afirmou ele, que é apoiador de causas humanitárias e adepto ao veganismo, buscando ajudar o mundo de forma geral.
Em outro momento do bate-papo, o eterno Beatle destacou que sua abordagem com relação ao dinheiro "obviamente mudou" com o passar dos anos. "O que seguiu o mesmo é o núcleo central. Quando eu era criança, em Liverpool, eu ouvia conversas dos mais velhos e lembro de algumas mulheres falando de dinheiro. 'Oh, eu e meu marido sempre discutimos por causa de dinheiro'. Lembro de pensar muito conscientemente: 'ok, vou resolver isso, tentarei ganhar dinheiro'. A ideia era não ter problema com dinheiro", disse.
Macca comentou que como sua origem foi humilde, tudo que entrava em sua casa era importante naqueles anos iniciais de vida. "Era importante quando minha revista em quadrinhos semanal era entregue. Ou as cartas do meu 'amigo de correspondência' - Rodrigo, da Espanha. Quando a carta chegava, era um grande evento. Quando davam brindes e pequenas bugigangas junto dos quadrinhos, eu acumulava tudo aquilo", afirmou.
Por conta disso, Paul ganhou a fama de "acumulador" entre as pessoas que conheceu ao longo dos anos. "Mas como eu não tinha nada quando criança me prendeu um pouco na questão de dinheiro. Sou meio maluco. Minha esposa (Nancy) não é. Ela sabe que dá para se livrar de coisas que não são mais necessárias", disse.
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