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A música do Queen que Brian May pensou que era uma brincadeira

Por André Garcia
Postado em 08 de dezembro de 2022

Quando se fala do álbum "A Night at the Opera" (1975), o clássico que levou o Queen ao estrelato, logo se pensa em "Bohemian Rhapsody". E não é para menos, já que se trata do maior hit não só do álbum como provavelmente da banda.

Foto: Reprodução
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Lançada também como single no dia 31 de outubro, trazia em seu lado b "I'm in Love with My Car", onde o baterista Roger Taylor brilhou não apenas como compositor, como também como vocalista.

"I'm in Love with My Car" acabou se tornando uma das faixas favoritas dos fãs. Segundo o site setlist.fm, ela foi a #27 mais tocada pela banda ao vivo. Com 227 execuções, está à frente de sucessos como "Another One Bites the Dust" e "Under Pressure".

Mesmo assim, curiosamente, quando ouviu a música pela primeira vez, o guitarrista Brian May pensou que não era sério. Conforme publicado pela Far Out Magazine, no episódio dedicado ao álbum "A Night at the Opera" (1975) da série Classic Albums, Roger Taylor relembrou.

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"Eu gravei uma demo bem crua [de 'I'm in Love with My Car'], e lembro de ter mostrado para Brian e dito 'Eaí, o que você acha?' Ele olhou para mim e perguntou: 'Você está de brincadeira, não está? Você está brincando.' Eu respondi: 'Não, Brian! É muito sério. É sobre um carro e uma pessoa apaixonada por ele."

O baterista costumava desconversar quando o assunto era a pessoa que inspirou a letra da música, mas Brian May o entregou:

"Ele vai dizer que ela foi escrita sobre outra pessoa, mas nós sabemos a verdade… não é mesmo, Rog? Roger sempre curtiu coisas rápidas, carros rápidos, e et cetera. É bem bacana, mas, é claro, a parada é o vocal. O vocal é a música. É uma composição muito memorável", concluiu.

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Queen

O Queen surgiu no começo dos anos 70 combinando influência de rock pesado e progressivo com ópera e música clássica. Características essas já presentes desde seu álbum de estreia, autointitulado, de 1973. Embora não tenha feito sucesso comercial em seus primeiros trabalhos, tudo mudou com o lançamento de "A Night at the Opera" (1975), alavancado pelo hit "Bomehian Rhapsody.

A partir daí, uma sequência de sucessos levou o quarteto dos teatros às arenas e, eventualmente, estádios. No começo dos anos 80, viu sua popularidade cair com atrito entre seus integrantes, o que mudou em meados da década com shows antológicos como no primeiro Rock in Rio, Live Aid e em Londres no Wembley lotado.

Apesar de consagrado como um titã do stadium rock, nos últimos anos daquela década o grupo se afastou das turnês e aparições públicas, se restringindo ao trabalho em estúdio. Isso por conta do diagnóstico de HIV positivo do vocalista Freddie Mercury e a consequente fragilização de sua saúde.

Embora mantida em segredo, a doença começou a ser especulada pela imprensa, mas só foi confirmada pelo vocalista no dia 23 de novembro em uma declaração pública. No dia seguinte ele morreu aos 45 anos.

Sem ele, a banda ainda se manteve unida para finalizar o álbum "Made in Heaven" (1995), mas se separou a seguir. Eventualmente, sem o recluso baixista John Deacon, Roger Taylor e Brian May retomaram o Queen em parcerias com Paul Rodgers e Adam Lambert.

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Sobre André Garcia

Sou redator e tradutor freelancer e escritor, autor do livro de contos Liber IMP. Ouço rock desde pequeno, leio coisas sobre bandas desde sempre e escrevo sobre ela já tem anos. Cresci como fã de Iron Maiden e paladino do rock, mas já me tratei. Hoje sou fã de nomes como Beatles, David Bowie, The Cure, Kraftwerk e Velvet Underground, e de cenas como a Londres psicodélica, a Nova Iorque proto-punk e a Manchester pós-punk. Escrevo notas e notícias rápidas para o Whiplash.Net visando compartilhar conteúdo relevante sobre música e cultura pop.
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