Jason Bonham comenta seus bateristas preferidos (seu pai e mais quatro)
Por André Garcia
Postado em 29 de junho de 2023
Jason Bonham, assim como Oliver Wakeman, seguiu os passos do pai não apenas tocando mesmo instrumento que ele, como o substituindo na banda que o consagrou. Filho de peixe, peixinho é…
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Depois de muitos anos conhecido como o filho de John Bonham, Jason a muito custo galgou seu caminho até ser respeitado como um grande baterista por conta própria. Hoje em dia, entre outros projetos, ele toca ao lado dos ex-Van Halen Sammy Hagar e Michael Anthony na banda Full Circle.
Conforme publicado pela b1027, Jason comentou sobre seus cinco bateristas preferidos (ou seja, seu pai e mais quatro).
Phil Collins (Genesis)
"Bateristas que cantam são raros, mas ele também vendeu 100 milhões de álbuns em carreira solo e é conhecido por ter um dos sons de bateria mais distintos de todos os tempos. [...] Meu pai não era lá muito fã do Genesis, mas tinha o álbum 'Duke' [1980], então o mais recente deles. Quando 'Abacab' foi lançado [em 1981, eu tinha 15 anos e] saí correndo para comprar."
Joe Morello (Dave Brubeck Quartet)
"Meu pai era um grande fã de jazz. Ele segurava as baquetas bem alto — como seu herói Buddy Rich. Você pode ouvir isso em seu trabalho na caixa da bateria: ele tocava um kit de jazz em uma banda de rock. Quando você ouve músicas como 'Moby Dick', pode ouvir a influência. Joe Morello foi tão importante quanto Buddy. Se você ouvir o solo em 'Take Five', pode ouvir de onde meu pai tirou suas habilidades."
Stewart Copeland (The Police)
"Stewart Copeland era sutil e tem muito bom-gosto, sempre no controle de tudo, quase à frente do tempo. Nós fomos assistir eles no Birmingham Odeon. Meu pai pisou sem querer no pé do Sting, que disse 'Não pise no meu sapato de camurça azul, cara'. Meu pai respondeu: 'Eu vou pisar é na sua cabeça!'"
Keith Moon (The Who)
Ele não era tecnicamente brilhante, mas o jeito como manipulava o som era incrível. Ele acompanhava mais a guitarra do que o baixo, e era melódico e criativo. Estranhamente, meu amigo Zak Starkey acabou ocupando o lugar dele [no The Who]. Meu pai era muito amigo do [pai dele] Ringo [Starr]. Zak é um músico fenomenal, uma verdadeira influência e inspiração para mim. Eu sentia inveja quando ele começou a tocar com o The Who, mas quando finalmente tive a oportunidade de tocar na reunião do Led Zeppelin, ele foi a primeira pessoa a me mandar uma mensagem de parabéns."
Papai
"Muitos bateristas já me disseram o quão bom meu pai era. Mas acabou que eu tive que parar para ouvi-lo de forma objetiva. Meu pai era tecnicamente incrível, mas ele não teve nenhum treinamento. Era tudo instinto: ele simplesmente intuía o que era necessário e tinha senso rítmico. Para ele, era como um batimento cardíaco. As pessoas que não entendem o seu sentido de ritmo, supõem ser apenas força. Quando você pensa em uma música como 'When the Levee Breaks', é um padrão bastante simples, mas muitos bateristas a tocam muito mal, porque o lance dela é o sentimento."
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