Rafael Bittencourt se surpreendeu ao ver que Tom Zé cuidava do jardim do prédio de Kiko Loureiro
Por Gustavo Maiato
Postado em 05 de dezembro de 2023
O baiano Tom Zé, ícone do tropicalismo, morava no mesmo prédio de Kiko Loureiro e muitas vezes foi visto por Rafael Bittencourt cuidando dos jardins do prédio. Em entrevista ao Amplifica com Loureiro, essa história divertida foi relembrada.
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"Lembro que fui na sua casa e o Tom Zé estava lá cuidando do jardim. Subi no apartamento do Kiko e falei: ‘Cara, seu jardineiro é bem parecido com o Tom Zé!’ Era o próprio! Grande ícone da música brasileira, que morava no mesmo prédio dele. Ele fazia questão de cuidar do jardim do prédio. Muitas vezes via o Tom lá cuidando. Com carinho e zelo!", disse Bittencourt.
"Para quem não sabe, o Tom Zé fez parte do tropicalismo. Ele fazia parte com os Mutantes, Rita Lee, Caetano Veloso, Gilberto Gil e outros. Eu tinha um vinil deles, quer dizer, minha mãe. Lembro de ter os primeiros do Caetano também. Ou seja, percebi que o cara do sexto andar era o Tom Zé! Ele me deu uns vinis até", concluiu Loureiro.
Tropicalismo e rock
Em outra ocasião, Lobão comentou sobre o tropicalismo, movimento que Tom Zé fez parte. Em uma entrevista ao canal Corredor 5 no YouTube, Lobão, renomado músico brasileiro, mergulhou em uma análise reveladora sobre a origem e a diversidade de influências do icônico Clube da Esquina, lançando luz sobre um aspecto pouco conhecido de sua história.
"Outro dia, descobri que o Clube da Esquina começou em Niterói! Inclusive, estão comemorando 50 anos. O Milton Nascimento alugou uma casa, chamou o Beto Guedes, Lô e Márcio Borges e compuseram o repertório lá. Eles faziam bailes de rock em Minas Gerais. Eram influenciados pelos Beatles e Rolling Stones. O ‘Trem Azul’ é algo onírico, lisérgico demais. Esse disco tem influências latinas também, coisas africanas, música de câmara. São orquestrações monumentais e o rock", revelou Lobão durante a conversa.
A história por trás do Clube da Esquina, de acordo com as palavras do músico, surpreende ao destacar a diversidade de influências que deram forma ao movimento. Desde a sua origem em Niterói até os bailes de rock em Minas Gerais, o grupo foi alimentado pelas inspirações dos Beatles e Rolling Stones, agregando nuances latinas, africanas e elementos de música de câmara em sua essência musical.
Lobão também fez uma comparação instigante entre o Clube da Esquina e o movimento Tropicalista. "Isso tudo você tem na Tropicália? Sim, mas acho que com a grandeza, espontaneidade, inspiração e precisão que nasceu o Clube da Esquina, acho que não. Nem os discos de rock são assim", afirmou o músico.
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