8 coisas inacreditáveis que rolaram na despedida do Black Sabbath, segundo a Loudwire
Por Gustavo Maiato
Postado em 08 de julho de 2025
A cidade inglesa que viu nascer um dos pilares do heavy metal também foi palco da última apresentação do Black Sabbath. Realizado no dia 5 de julho, no estádio Villa Park, o megafestival Back to the Beginning reuniu 45 mil pessoas e cerca de 5 milhões de espectadores online, marcando a despedida de Ozzy Osbourne e sua banda histórica com uma celebração de proporções inéditas.
O evento reuniu ícones do rock e do metal em mais de oito horas de música ao vivo. Bandas como Metallica, Pantera, Tool, Guns N' Roses e Slayer se uniram a supergrupos formados especialmente para a ocasião, com o objetivo de homenagear os pioneiros do gênero que, mais de 50 anos depois, ainda ecoa mundo afora.
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Segundo reportagem da Loudwire, assinada por Joe DiVita, alguns momentos do festival entraram direto para a história da música pesada. A seguir, os oito mais inacreditáveis:
1. Ozzy Osbourne cantou nove músicas — incluindo quase metade do álbum Blizzard of Ozz
Mesmo com problemas de saúde e longe dos palcos há anos, o vocalista superou as expectativas. Ozzy abriu sua participação com "I Don’t Know" e emendou clássicos como "Mr. Crowley", "Suicide Solution" e "Crazy Train". Também emocionou ao dedicar "Mama I’m Coming Home" ao público.
Com o Black Sabbath, encerrou a noite com "War Pigs", "N.I.B.", "Iron Man" e "Paranoid". Para a Loudwire, "Ozzy superou todas as expectativas. E soou INCRÍVEL!".
2. Nuno Bettencourt foi o guitarrista mais presente no palco
Sem ter sido anunciado previamente, o músico português-americano assumiu a guitarra em mais de dez músicas, acompanhando diversos artistas. Tocou faixas de Ozzy, Sabbath, Montrose, Aerosmith e Led Zeppelin. Para a revista, ele foi "basicamente o guitarrista oficial das superbandas do evento".
3. Steven Tyler ignorou lesões vocais e deu show
Mesmo com problemas nas cordas vocais que forçaram o fim da turnê do Aerosmith, Tyler cantou com força total. Ao lado de convidados, soltou a voz em "Train Kept A-Rollin’", "Walk This Way" e "Whole Lotta Love", arrancando aplausos da plateia.
4. Quase todo o disco Paranoid foi tocado
Entre o repertório do Black Sabbath e os covers ao longo do dia, praticamente todas as faixas do álbum Paranoid (1970) foram executadas. Apenas o instrumental "Rat Salad" ficou de fora.
5. Yungblud emocionou com "Changes"
A participação do britânico Yungblud não estava prevista, mas se tornou um dos pontos altos da tarde. Acompanhado por Nuno Bettencourt, Frank Bello (Anthrax) e músicos da banda de Ozzy, ele interpretou "Changes" com intensidade e levou o público a cantar junto.
Ao final, presenteou Ozzy com um crucifixo. "Em menos de cinco minutos, conquistou o estádio", escreveu DiVita.
6. Marina Viotti cantou com o Gojira — e foi para o meio do público
A soprano suíça, que já havia se apresentado com o Gojira na abertura das Olimpíadas de Paris, repetiu a parceria em Birmingham. Após cantar "Mea Culpa (Ah! Ça ira!)", assistiu a outros shows no meio da plateia.
7. Três músicas de Never Say Die! foram resgatadas
O último disco do Sabbath com Ozzy, frequentemente ignorado, ganhou destaque. Guns N' Roses tocou "Never Say Die" e "Junior’s Eyes", enquanto o Metallica apresentou "Johnny Blade".
8. Mais de R$ 1 bilhão arrecadados para a caridade
Segundo a Loudwire, nenhum artista cobrou cachê. O evento arrecadou cerca de £140 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão) para três instituições britânicas: o Hospital Infantil de Birmingham, a Acorns Children’s Hospice e a Parkinson’s UK.
O último show do Black Sabbath
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