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A música solo que Ozzy Osbourne não curtia, mas que os fãs viviam pedindo ao vivo

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Postado em 26 de outubro de 2025

Quando saiu do Black Sabbath e ergueu a própria carreira, Ozzy Osbourne não tinha margem para erro. "Blizzard of Ozz" (1980) foi a arrancada perfeita e "Diary of a Madman" (1981) consolidou a fase, muito pela química com Randy Rhoads, que abriu espaço para melodias mais claras e arranjos ambiciosos sem perder peso. Era o período em que "Crazy Train" virava hino e "Mr. Crowley" mostrava que havia elegância possível no caos.

Dentro desse pacote, porém, existia uma faixa que não o conquistava: "S.A.T.O.", cujas iniciais remetem a Sharon e Thelma Osbourne. Ozzy disse sobre ela, conforme resgatou a Far Out: "'S.A.T.O.' foi uma. Eu sempre me lembro disso. Eu estava no estúdio, e a Sharon queria ir a algum lugar e eu disse: 'Assim tá bom!' E, no fundo da minha mente, eu sabia que deixei algo passar. Mas quer saber? A quantidade de pessoas que vem até mim e diz: 'Por que você nunca toca isso ao vivo?'"

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Foto: Reprodução - VEVO
Foto: Reprodução - VEVO

A fala expunha a fricção entre o artista e a própria obra: para ele, ficou a sensação de atalho no estúdio; para os fãs, ficou um pedido recorrente de show. No contexto de "Diary of a Madman", cercada por cartuchos de primeira ('Flying High Again", "Over the Mountain" e a faixa-título), "S.A.T.O." acabou rotulada pelo próprio Ozzy como aquela que não merecia retorno justamente por carregar, na lembrança dele, o peso de uma decisão apressada.

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Curiosamente, isso só alimentou o culto em torno da música. O acrônimo provocava curiosidade, o repertório da fase com Rhoads virou território sagrado, e "S.A.T.O." passou a ocupar o lugar clássico da "faixa querida do público que o artista não abraça". Enquanto Ozzy optava por outras peças no palco, o coro insistia, e insistiu por anos.

No fim, ficou a contradição típica de carreiras longas: em plena forma criativa, Ozzy não gostava de uma canção que parte da audiência adorava ouvir ao vivo. E essa distância - admitida por ele na frase acima - ajudou a transformar "S.A.T.O." num caso à parte do catálogo: a música que ele não curtia, mas que nunca saiu do radar dos fãs.

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Sobre Bruce William

Quando Socram chegou no Whiplash.net era tudo mato, JPA lhe entregou uma foice e disse "go ahead!". Usou vários nomes, chegou a hora do "verdadeiro". Nunca teve pretensão de se dizer jornalista, no máximo historiador do rock, já que é formado na área. Continua apaixonado por uma Fuchsbau, que fica mais linda a cada dia que passa ♥. Na foto com a Melody, que já virou estrelinha...
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