O ícone mundial da música que Paul McCartney não conheceu; "quase consegui uma ou duas vezes"
Por Bruce William
Postado em 13 de dezembro de 2025
Paul McCartney sempre teve esse lado de músico curioso que gosta de estar perto de outros músicos, não só como ídolo distante, mas como alguém que troca ideia, observa de perto e aprende uma coisinha aqui e ali. Mesmo com uma carreira que dispensa apresentação, ele parece guardar com carinho esses encontros, principalmente os que aconteceram por acaso.
Talvez por isso algumas "quase conexões" virem lembranças mais incômodas do que deveriam. Não é drama de novela, é aquele arrependimento simples de vida real: quando você percebe que a chance existiu, estava ali na esquina, e você mesmo deixou passar.
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Entre essas histórias, uma das mais curiosas envolve um nome fora do eixo Beatles/Wings/rock britânico. Alguém de um universo musical diferente, mas com peso cultural e artístico que atravessou fronteiras e décadas.
McCartney admitiu que nunca chegou a conhecê-lo, apesar de ter passado perto disso. Ele contou: "Eu nunca o conheci, infelizmente. Quase consegui uma ou duas vezes. Uma noite ele estava tocando em Londres, e nós fomos até metade do caminho e simplesmente mudamos de ideia. É estúpido mesmo, porque teria valido a pena vê-lo ao vivo e depois conhecê-lo."
O artista em questão era Bob Marley. E a fala do Paul não soa como elogio automático de entrevista: parece mais aquele pensamento que bate dias - ou anos - depois, quando você se dá conta do valor histórico de um momento que parecia só mais uma noite na agenda da cidade.
A graça disso é que não estamos falando de "agenda lotada" ou inacessibilidade. O obstáculo, pelo que ele descreve, foi só a teimosia humana mais comum do mundo: a preguiça de sair, a mudança de humor, o "deixa pra lá" que às vezes resolve a noite e, outras vezes, cria uma memória que fica mordendo depois.
E fica fácil imaginar por que essa chance teria sido especial. Marley não era apenas um grande compositor e intérprete; era um símbolo de um jeito de fazer música que mistura ritmo, mensagem e presença. Para alguém como McCartney, que sempre teve antena ligada para estilos além do próprio quintal, esse encontro teria sido ao mesmo tempo musical e histórico.
No fim das contas, essa é uma daquelas histórias que lembram que até os gigantes acumulam pequenos arrependimentos. Não por falta de grandeza, mas porque a vida também é feita dessas decisões banais de uma terça-feira - e algumas delas acabam virando o "poxa, eu devia ter ido" mais famoso da sua trajetória.
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