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O álbum que Jimi Hendrix gostaria de refazer: "Ficou embaralhado… com grave demais"

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Postado em 09 de dezembro de 2025

Por mais perfeito que o catálogo de Jimi Hendrix pareça hoje, o próprio guitarrista carregou pelo resto da vida um arrependimento específico: ele não ficou satisfeito com o resultado final de "Electric Ladyland" (1968), seu terceiro e último álbum de estúdio. A revelação foi lembrada pela jornalista Lucy Harbron, da Far Out que revisitou as declarações de Hendrix à revista Hullabaloo na época.

A contradição é evidente: Hendrix vivia seu auge criativo, incendiando palcos, reinventando o instrumento e expandindo fronteiras. Mas essa mesma rotina frenética impedia que ele controlasse todos os detalhes de suas gravações. Como ele próprio admitiu, a simultaneidade entre turnês e estúdio o impediu de se concentrar plenamente no álbum: "É muito difícil se concentrar nos dois ao mesmo tempo", lamentou na entrevista.

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Foto: Divulgação - Capa Both Sides Of The Sky
Foto: Divulgação - Capa Both Sides Of The Sky

Jimi Hendrix e "Electric Ladyland"

Segundo Hendrix, esse ritmo descontrolado comprometeu o disco - não nas composições ou performances, mas na mixagem e no processo de masterização, realizado quando ele já estava novamente na estrada.

"Algumas partes da mixagem ficaram 'turvas - não exatamente embaralhadas, mas com grave demais", explicou. Ele acrescentou que a equipe técnica não entendeu o que ele buscava: "Quando chegou a hora de prensar, claro que estragaram, porque não sabiam o que queríamos."

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Ainda mais doloroso para Hendrix foi perceber que o disco continha experimentações sonoras avançadas, inclusive tentativas de som tridimensional, que acabaram perdidas por falhas de corte: "Há som 3D sendo usado ali que você nem consegue apreciar, porque eles não sabiam cortar direito. Pensaram que estava fora de fase."

Harbron contextualiza o drama ao lembrar que Hendrix viveu uma ascensão meteórica, "uma vida em alta rotação", incapaz de parar tempo suficiente para corrigir o que o incomodava. Se tivesse vivido mais do que os dois anos que restavam após o lançamento do álbum, provavelmente teria revisitado o material - talvez até refeito integralmente Electric Ladyland da maneira que sempre imaginou: isolado, profundamente concentrado e no controle absoluto do processo.

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Sobre Gustavo Maiato

Jornalista, fotógrafo de shows, youtuber e escritor. Ama todos os subgêneros do rock e do heavy metal na mesma medida que ama escrever sobre isso.
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