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A banda de metal que Lars Ulrich achava inalcançável, mesmo sem virar gigante como o Metallica

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Postado em 25 de abril de 2026

Antes de o Metallica existir, Lars Ulrich já estava mergulhado em um tipo de som que passava longe do rádio mais óbvio. Conforme ressalta a Far Out, quando saiu da Dinamarca e foi para os Estados Unidos, ele não estava atrás de Crosby, Stills, Nash, Eagles ou qualquer coisa mais macia. O que chamava sua atenção era outra história: guitarras pesadas, bateria agressiva e aquela sensação de que a Inglaterra estava produzindo o que havia de mais forte no rock do fim dos anos 70.

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Brett Murray
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Nesse contexto, a chamada New Wave of British Heavy Metal virou uma referência central para ele. Iron Maiden, Def Leppard, Saxon e outros nomes estavam naquele caldo, mas Lars sempre enxergou uma banda de forma um pouco diferente. Para ele, o Diamond Head tinha algo que os outros não tinham, mesmo sem ter alcançado o mesmo tamanho comercial dos colegas.

A música que ajudou a selar essa ligação foi "Am I Evil?", lançada no álbum "Lightning to the Nations", de 1980. A faixa virou uma das grandes canções associadas ao Metallica ao vivo, mas, antes disso, já era uma espécie de pedra fundamental na coleção de discos de Lars. Não por acaso, a banda de James Hetfield e companhia acabaria gravando a música anos depois, ajudando a apresentá-la a um público muito maior.

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Ao falar sobre o Diamond Head, Lars não destacou apenas riffs ou composições. O que chamou sua atenção também foi a postura da banda, o clima que ela transmitia desde a imagem. "Se você olhar a capa do disco e comparar a foto do Diamond Head com a de todos os outros grupos ali, eles tinham uma atitude e uma vibração que nenhum dos outros conseguia igualar. Havia algo especial neles, sem dúvida", afirmou.

A fala é bacana porque vem de alguém que depois ajudaria a construir uma banda muito maior em termos de vendas, alcance e impacto global. O Metallica vendeu muito mais discos, virou atração principal em estádios e entrou em um patamar que o Diamond Head jamais chegou perto de alcançar. Ainda assim, Lars nunca escondeu que via algo quase intocável naquele grupo britânico do começo dos anos 80.

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Isso também ajuda a entender por que o Metallica sempre tratou algumas covers com tanto respeito. Quando gravou músicas do Diamond Head, não estava apenas enchendo tracklist ou prestando um tributo protocolar. Era uma forma concreta de devolver parte da dívida. O mesmo vale para o espírito de "Garage Inc.", disco em que a banda transformou influências de juventude em repertório oficial.

E o Diamond Head nunca precisou virar uma máquina do tamanho do Metallica para deixar marca. Em muitos casos, a importância de uma banda não aparece só em números, mas em quem ouviu aquelas músicas no momento certo e levou aquilo adiante. Lars pode ter ido muito além em termos de fama e dinheiro, mas não parece ter esquecido quem ajudou a moldar seu ouvido quando tudo ainda estava começando.

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Na verdade, há uma ironia boa aí. A banda que Lars tratava como especial e diferente não virou um colosso comercial. Já o Metallica, que aprendeu muito ouvindo esse tipo de som, acabou se transformando numa potência mundial. Mesmo assim, quando fala do Diamond Head, Lars soa menos como executivo de uma gigante do metal e mais como o moleque que ouviu "Am I Evil?" pela primeira vez e percebeu que dali saía alguma coisa que os outros simplesmente não tinham.

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Sobre Bruce William

Quando Socram chegou no Whiplash.net era tudo mato, JPA lhe entregou uma foice e disse "go ahead!". Usou vários nomes, chegou a hora do "verdadeiro". Nunca teve pretensão de se dizer jornalista, no máximo historiador do rock, já que é formado na área. Continua apaixonado por uma Fuchsbau, que fica mais linda a cada dia que passa ♥. Na foto com a Melody, que já virou estrelinha...
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