RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

O que Nicko McBrain fez para não desabar diante dos fãs no adeus ao Iron Maiden

Como um solo de Ace Frehley ajudou Marty Friedman a mudar de vida após uma viagem que deu ruim

Tony Iommi pretende retomar projeto de álbum instrumental no futuro

Tony Iommi considera injusto comparar Jorn Lande a Ronnie James Dio

Por que George Harrison praticamente abandonou a guitarra no auge dos Beatles

Rick Rubin achou que faltava Satanás no Slayer e pediu que a banda voltasse às raízes

Vocalista não descarta que o Killswitch Engage passe a lançar mais EPs e singles

Zakk Wylde compara entrar no Pantera a Eric Clapton homenageando Jimi Hendrix

Simple Plan confirma turnê brasileira com três apresentações

Supla lança "English Birds", single inspirado nas musas dos anos 1960 de seus ídolos do rock

O pastor famoso que mandou protestar contra shows do Stryper nos anos 1980

Por que o Smashing Pumpkins foi tirado da abertura do The Police, segundo Corgan

Todas as faixas do único disco do Sex Pistols, da pior para a melhor

Os três crimes hediondos que o Trivium aborda em músicas do disco "The Crusade"

O dia em que Peter Frampton esqueceu o solo que virou um de seus maiores clássicos


Stamp

O que fazia Charlie Watts ser tão bom, segundo Mick Jagger e Ronnie Wood

Por
Postado em 10 de agosto de 2026

Em entrevista realizada por Zane Lowe, dois pilares do The Rolling Stones explicaram por que Charlie Watts era um baterista tão único - e a resposta passa menos por técnica explosiva e mais por algo difícil de ensinar: swing, sensibilidade e escuta.

Rolling Stones - Mais Novidades

Fonte: Divulgação
Fonte: Divulgação
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Para Mick Jagger, o diferencial de Watts estava na forma como ele carregava o groove, independentemente do estilo. "Ele sempre tinha swing", resumiu o vocalista. Mesmo tocando rock, sua base vinha do jazz - e isso mudava tudo. Em vez de uma pegada pesada e dominante, Charlie era um baterista mais sutil, que construía o ritmo com elegância e espaço. No estúdio, isso podia ser amplificado; ao vivo, porém, ficava claro que sua força não vinha do volume, mas da intenção.

Essa formação no jazz também tornava Watts extremamente adaptável. Segundo Jagger, ele era o tipo de músico que aceitava qualquer direção criativa - algo raro em bandas gigantes, onde fórmulas costumam se repetir. Com ele, o Rolling Stones podia explorar caminhos diferentes sem perder identidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Já Ronnie Wood destacou outro ponto essencial: a conexão. Para o guitarrista, tocar com Watts era um exercício constante de diálogo musical. Em vez de simplesmente marcar o tempo, o baterista reagia ao que os outros estavam fazendo - especialmente ao baixo e à guitarra - criando uma dinâmica viva dentro das músicas. "Eu tocava em cima da bateria dele, e ele respondia", relembrou.

Essa capacidade de "existir no momento", como apontado na entrevista, fazia com que cada performance fosse orgânica. Watts não era apenas o metrônomo da banda - era um músico que respirava junto com o grupo.

No fim, o retrato que fica é o de um baterista que fugia dos clichês do rock: menos força bruta, mais feeling; menos protagonismo, mais musicalidade. E é justamente isso que ajudou a transformar Charlie Watts em uma peça insubstituível na história dos Rolling Stones.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal
Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Bangers

publicidadeJosé Ricardo Peret | Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Gustavo Maiato

Jornalista, fotógrafo de shows, youtuber e escritor. Ama todos os subgêneros do rock e do heavy metal na mesma medida que ama escrever sobre isso.
Mais matérias de Gustavo Maiato.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS