Mötley Crüe: os 10 melhores não-clássicos da banda
Por Igor Miranda
Postado em 15 de setembro de 2016
A autointitulada "banda de rock mais notória do mundo" tem momentos de injustiça em sua trajetória. Apesar de serem reconhecidos por suas fanfarronices, os músicos do Mötley Crüe são alguns dos melhores da safra oitentista. E, claramente, como na carreira de qualquer peixe grande, há canções que deveriam ter se tornado clássicas ou maior reconhecimento. Veja:
(Obs: lista em ordem cronológica de lançamentos)
"On With The Show" ("Too Fast For Love" – 1981): talvez a música menos lembradas do clássico debut do Crüe. Uma semi-balada grudenta e irresistível.
"Red Hot" ("Shout At The Devil" – 1983): dos discos oitentistas, essa é a incursão mais nítida do Mötley ao heavy metal. Destaque para o ótimo trabalho de Tommy Lee na bateria.
"City Boy Blues" ("Theatre Of Pain" – 1985): poderosa abertura do álbum em questão. Boa letra e excelente performance do injustiçado guitarrista Mick Mars.
"Dancing On Glass" ("Girls, Girls, Girls" – 1987): uma das melhores composições de Nikki Sixx. Nunca recebeu a atenção que merecia nos repertórios de shows.
"She Goes Down" ("Dr. Feelgood" – 1987): visceral e sensual. O instrumental do Mötley está afiadíssimo em todo o disco, mas, nessa música, o entrosamento é muito alto.
"Angela" ("Decade Of Decadence 81-91" – 1991): Hardão grudento que marca presença em uma coletânea com algumas inéditas. Entraria facilmente em "Dr. Feelgood".
"Misunderstood" ("Mötley Crüe" – 1994): virou single, ganhou videoclipe mas nunca recebeu o reconhecimento merecido. Deveria ser um clássico. Perfeita na essência do termo.
"Welcome To The Numb" ("Mötley Crüe" – 1994): depravada de uma forma divertida. O período com John Corabi tem momentos excelentes, mas deve-se reconhecer que é uma outra banda - o que não é algo ruim.
"Punched In The Teeth By Love" ("New Tattoo" – 2000): rock n’ roll direto e com boa performance da cozinha de Nikki Sixx e Randy Castillo. No vídeo abaixo, Samantha Maloney cumpre bem o papel.
"Welcome To The Machine" ("Saints Of Los Angeles" – 2008): quase todo o último álbum do Mötley Crüe poderia estar aqui. Mas essa música, em especial, é nervosa - e tem a cara da banda.
Comente: Na sua opinião qual a faixa mais injustiçada do Motley Crue?
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O subgênero essencial do rock que Phil Collins rejeita: "nunca gostei dessa música"
O álbum que Regis Tadeu considera forte candidato a um dos melhores de 2026
A banda grunge de quem Kurt Cobain queria distância, e que acabou superando o Nirvana
Quando Ian Anderson citou Yngwie Malmsteen como exemplo de como não se deve ser na vida
O disco "odiado por 99,999% dos roquistas do metal" que Regis Tadeu adora
O músico que detestou abrir shows do Guns N' Roses no início dos anos 1990
O disco de Bruce Dickinson considerado um dos melhores de metal dos anos 90 pela Metal Hammer
A opinião de Sylvinho Blau Blau sobre Paulo Ricardo: "Quando olha para mim, ele pensa…"
São Paulo pode ter mega show como Copacabana; Stones, U2 e Foo Fighters são cotados
A era do metal que Dave Mustaine odeia; "ainda bem que passou"
Grammy omite Brent Hinds (Mastodon) da homenagem aos falecidos
O álbum do U2 que para Bono não tem nenhuma música fraca, mas também é difícil de ouvir
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"


"É ridículo!": Advogado de Mick Mars contesta decisão a favor do Mötley Crüe
Os 11 maiores discos de onze bandas gigantes dos anos oitenta, segundo a Loudwire
Nikki Sixx celebra os 45 anos do Mötley Crüe em post online
Sebastian Bach reafirma ter sido convidado para se juntar ao Mötley Crüe
Heavy Metal: os dez melhores álbuns lançados em 1983
Os 10 melhores discos do metal progressivo, em uma lista sem Dream Theater!


