Rock Progressivo: Os 15 maiores guitarristas do gênero

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Por Coelho Rabaiolli, Fonte: Progarchives
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15. Frank Zappa (The Mothers Of Invention)

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Em uma carreira de mais de trinta anos, a sua obra musical estendeu-se pelo rock, fusion, jazz, música eletrônica, música concreta e música clássica. Ele também dirigiu longas-metragens e videoclipes e desenhou capas de álbuns seus. Zappa produziu quase todos os seus 60 álbuns que lançou com a banda MOTHERS OF INVENTION, grupo que o acompanhou por boa parte da carreira e teve sua formação mudada muitas vezes, e como artista solo.

Na adolescência, ele adquiriu um gosto por compositores de música de vanguarda baseada na percussão, como Edgard Varèse, e também pelo rhythm and blues dos anos 1950. Zappa começou a escrever música clássica no ensino médio, à mesma época em que tocava bateria em bandas de rhythm and blues - ele fez a troca para a guitarra posteriormente. Compositor e performista da sua própria música, com influências diversas, o seu trabalho é praticamente impossível de ser categorizado.

14. Frank Bornemann (Eloy)

Guitarrista e vocalista da banda alemã de Rock Progressivo ELOY, nasceu em Hannover, no dia 27 de abril de 1945.
Lançou cerca de 18 álbuns de estudio com a banda, entre 1971 e 2009, além de trabalhar como produtor e engenheiro de som na Horus Studios.

13. Gary Green (Gentle Giant)

Conhecido principalmente por ter sido o guitarrista da banda britânica GENTLE GIANT. Gary cresceu em Tufnell Park, ao norte de Londres; durante sua adolescência, participou de vários conjuntos semi-profissionais, tendo suas raízes musicais centradas no blues, e a exemplo de vários guitarristas de sua geração, sob influência do grupo THE SHADOWS. Em Março de 1969, respondendo a um anúncio da revista Melody Maker, Gary torna-se membro do GENTLE GIANT, superando cerca de 50 concorrentes (Derek Shulman, principal vocalista da banda, afirmou que Gary foi o único dos entrevistados a afinar sua guitarra antes da audiência com o grupo).

Assim como os demais membros do GENTLE GIANT, Gary também era adepto de outros instrumentos musicais, como tamborim, violão de 6 e 12 cordas, bandolim, flauta doce e contrabaixo elétrico. Gary permaneceu na banda desde o primeiro álbum, lançado em 1970, até o último ("Civilian", de 1980).

12. Alex Lifeson (Rush)

O guitarrista do RUSH é considerado o cientista da banda, pois busca constantemente sonoridades diferentes para expressar sua musicalidade. Extremamente versátil, Alex é competente em riffs, solos e texturas, caracterizando-se por apresentar uma distribuição precisa sobre os tempos e um trabalho rítmico muito elaborado.

Apesar de ter sido influenciado por grandes guitarristas, como Jimi Hendrix, Pete Townshend, Jeff Beck, Eric Clapton e Jimmy Page, um dos maiores méritos de Alex foi ter criado um estilo próprio, misto de virtuosismo e comedimento de acordo com as circunstâncias. Sua forma de tocar é extremamente importante para completar a sonoridade da banda sem gerar conflitos entre os instrumentos. Ainda sobre seu desempenho e a maneira que ele se enquadra no RUSH, Lifeson declarou para a revista brasileira Cover Guitarra, que prioriza a originalidade em suas composições: "sempre procuro fazer algo que soe diferente do usual, que fuja do lugar-comum. Não quero ser o cara mais rápido da vizinhança e nem me importo com isso".

11. John Petrucci (Dream Theater)

John Petrucci tocou guitarra pela primeira vez aos oito anos quando ele percebeu que sua irmã, que na época tocava órgão, podia ficar acordada até mais tarde para praticar. Entretanto, seu plano de passar da hora de dormir não durou muito e ele desistiu do instrumento. Aos 12 anos ele começou a tocar novamente quando foi convidado a entrar na banda de seu amigo Kevin Moore, que mais tarde se tornaria o primeiro tecladista do Dream Theater. John começou a praticar intensamente. Ele foi, em grande parte, auto-didata, e desenvolveu suas habilidades tentando imitar seus ídolos, que incluem Steve Morse, Steve Howe, Steve Vai, Stevie Ray Vaughan, Al Di Meola, Alex Lifeson, Allan Holdsworth, David Gilmour e Dave Murray. John costumar brincar e diz que seus ídolos são "os Steves e os Als".

John Petrucci prestou exames e entrou para a Berklee College of Music em Boston com seu amigo de infância John Myung, baixista. Lá eles encontrariam Mike Portnoy, com quem formariam a banda Majesty, que mais tarde se tornaria o DREAM THEATER.

10. Mike Oldfield

Autodidata, logo aprendeu a tocar uma diversidade de instrumentos. Foi reconhecido por fazer solos de guitarra melódicos e, com vinte anos, lançou o álbum "Tubular Bells", composto por dois longos instrumentais de 20 minutos, vendendo mais de 18 milhões de cópias.

Em 1975 lançou "Ommadawn", onde em algumas partes da suíte se ouvem trechos de world music.

Continuou com suas inovações e fez diversos álbuns dos mais variados estilos. Entre esses podemos destacar "Amarok" (1990), onde Mike mostrou seu extremo senso de composição e melodia, compondo uma música de 60 minutos, onde toca mais de 60 instrumentos, e mostrando vários estilos musicais, como a música portuguesa, flamenco, celta, africana, minimal, folk, progressiva entre outras.

9. Jan Akkerman (Focus)

Nascido em Amsterdam, começou suas aulas de música aos cinco anos de idade, e lançou seu primeiro single em 1960, com treze anos. Após tocar em várias bandas durante a adolescência, entrou para o Focus, onde gravou diversos álbuns.

Em 1973, no auge do sucesso do Focus, ele foi escolhido como o melhor guitarrista do mundo pela revista britânica Melody Maker. Deixou a banda em 1976 para seguir carreira solo, gravando mais de doze álbuns, e ainda mantém-se em atividade.

8. Roye Albrighton (Nektar)

Por volta de 1965, o baixista Derek “Mo” Moore e o baterista Ron Howden, ambos ingleses, estavam tocando na Alemanha. Ali mesmo, um ano depois, encontraram o tecladista escocês Alan “Taff” Freeman. Formaram o trio Prophesy e continuaram excursionando pela Alemanha. No Star Club, em Hamburgo, conheceram o guitarrista inglês Roye Albrighton. O trio já ouvira falar de Roye. Quando ele surgiu, logo trataram de contratá-lo. Voltaram para Londres e mudaram o nome do grupo para NEKTAR (outro nome cotado era Poleen).

Gravou cerca de 13 álbuns com o NEKTAR, entre 1971 e 2013.

7. David Gilmour (Pink Floyd)

Nomeado Doutor em arte, nasceu em Cambridge, Inglaterra, e cresceu em Grantchester Meadows. A sua educação teve lugar na Waldorf School e foi durante muitos anos um modelo para essa escola, tendo no entanto descrito a sua educação como “horrível”. Aos 13 anos ganhou seu primeiro violão, e foi então que tudo começou.

Conheceu Syd Barrett desde infância, andaram na mesma escola, Colégio de Artes e Tecnologia de Cambridge, embora não tenha pertencido à formação inicial do PINK FLOYD. Seu primeiro grupo chamava-se Joker’s Wild, seu nome mudou para Flowers em 1967 tendo acabado nesse mesmo ano. Juntou-se aos PINK FLOYD em Janeiro do ano seguinte. A história de Gilmour com o Floyd começou em 1968, quando Dave foi convidado a integrar a banda de um antigo amigo de colégio; Roger Keith 'SYD' Barrett. Esta banda era o PINK FLOYD (formado na época por Syd, Roger Waters, Richard "Rick" Wright e Nicholas "Nick" Mason). O grupo fez quatro ou cinco shows com os cinco integrantes. Logo depois, Syd, que infelizmente já apresentava sinais de grave desordem mental, foi forçado a se afastar do Floyd. Syd era aluno de guitarra de David Gilmour.

6. Phil Miller (Hatfield & The North, National Health)

Nascido em 22 de Janeiro de 1949 em Barnet, Ilha de Wight, Inglaterra, é um guitarrista de rock progressivo e jazz, parte da cena Canterbury. Ele foi membro das bandas SHORT WAVE, DELIVERY, MATCHING MOLE, HATFIELD AND THE NORTH, além do NATIONAL HEALTH, este conhecido por ter lançado 'o último grande álbum da cena canterbury', "Of Queues And Cures". Ele também tem uma carreira solo e lidera sua própria banda, IN CAHOOTS, desde 1982.

5. Nick Barrett (Pendragon)

Mais conhecido por liderar o grupo PENDRAGON, Nick é caracterizado pela sua virtuosidade na guitarra e por seu vocal passional. Esteve presente em todas as diversas formações da banda, tendo tocado em mais de 30 álbuns, tanto de estúdio, quanto ao vivo.

Apesar de a banda ter permanecido obscura por boa parte de sua trajetória, foi 'descoberta' recentemente, com o lançamento do ótimo "Pure", em 2008, definindo o rumo que a banda já estava tomando há alguns anos, passando do Neo-Prog para o Metal Progressivo.

Os álbuns anteriores, em especial os excelentes "The Jewel" de 1985, e o "The Masquerade Overture" de 1996, são obras primas do Neo-Prog, que infelizmente, passaram quase que despercebidos pelo publico em geral. Vale a pena parar para escutar.

4. Andrew Latimer (Camel)

Nascido em Guildford, Surrey, Reino Unido, 17 de maio de 1947, é líder e único músico que fez parte de todas formações da banda CAMEL. Atua principalmente como cantor e guitarrista, mas também faz participações como flautista e tecladista.

Em 1991 Latimer criou a gravadora Camel Productions, que lançou os álbuns mais recentes da banda: Dust And Dreams (1991), Harbour Of Tears (1996), Rajaz (1999) e A Nod And a Wink (2002).

3. Steve Hackett (Genesis)

Nascido em 12 de fevereiro de 1950, em Pimlico, Inglaterra, é um compositor e guitarrista britânico. Ganhou fama como um dos integrantes da banda de rock progressivo GENESIS, da qual tornou-se membro em 1970. Hackett permaneceu por oito álbuns, deixando a banda em 1977 a fim de iniciar uma carreira solo.

Steve Hackett também ficou famoso por ser o criador da famosa técnica de tapping, muito popularizada por Eddie Van Halen.

2. Robert Fripp (King Crimson)

Fripp começou a tocar violão aos 11 anos, com uma Manguin Frere, passando para guitarra apenas aos 14, com uma Hofner President. Ele teve aulas de teoria musical com uma professora de piano, o que lhe deu alguma base pra um ano depois ter aulas com Don Strike, um bom guitarrista do estilo dos anos 30.

Em nenhum momento Robert se prendeu à algum estilo musical, nunca cultivou ídolos, chegando à dizer que Jimi Hendrix nunca foi um guitarrista; foi apenas um músico que tinha algo a dizer e conseguiu, chegando a duvidar se o mesmo se interessava tanto pelo instrumento de trabalho. Outro alvo do guitarrista inglês foi Eric Clapton, a qual mencionou que foi um guitarrista meramente banal, que lançou algo interessante e se perdeu com o tempo (declarações à revista Guitar Player de 1974, que foram resposta a rumores destes dois terem sido as suas grandes influências). Robert desenvolveu um estilo único sem se prender ao mainstream, o que lhe gerou alguma antipatia com parte do público, apesar de gozar de extrema reputação no meio especializado

O trabalho profissional de Fripp começou em 1967, com uma banda formada por Peter Giles e Michael Giles. Sem sucesso, eles se prepararam para formar com Greg Lake, Peter Sinfeld e Ian McDonald o KING CRIMSON, lançando, em 1969, o debutante álbum "In the Court of the Crimson King". Com moderado sucesso, apesar da inovação a qual o álbum trazia para o rock da época, a banda lança, logo depois, o disco "In the Wake of Poseidon". Já sem Ian Mcdonald, que havia deixado a banda após o primeiro disco, o KING CRIMSON partiria para uma imensa troca de integrantes, permanecendo Robert Fripp como o único remanescente entre todas as formações, apesar do mesmo não se considerar o líder da banda.

Além do KING CRIMSON, Fripp trabalhou com diversos artistas durante os anos, apenas citando BRIAN ENO, PETER GABRIEL, DAVID BOWIE, BLONDIE e TALKING HEADS.

1. Steve Howe (Yes, Asia)

Howe ganhou sua primeira guitarra aos doze anos tendo sido fortemente influenciado pela música clássica e por vários artistas como Wes Montgomery, Bill Haley, Les Paul e Jimmy Byant; mas sua maior influência foi Chet Atkins por sua técnica chamada chiken´picken, misturada ao estilo country de tocar, o qual Howe aprendeu sozinho e o incorporou em seus primeiros shows nos bares londrinos. Começou a tocar com sua primeira banda, THE SYNDICATS, em 1964. Howe deixou o grupo após este ter lançado vários singles. Em seguida, juntou-se ao grupo The In Crowd, que mudou o nome para TOMORROW. Com esse nome lançaram dois singles e um álbum. O TOMORROW se separou em 1968 e Howe passou a integrar a banda BODAST, onde conseguiu sucesso considerável, mas a gravadora faliu antes que pudessem lançar o primeiro álbum.

Por volta de 1970, os membros do YES já tinham ouvido falar de Howe e decidiram convidá-lo para a banda, pois estavam insatisfeitos com o trabalho de Peter Banks. O primeiro álbum de Howe no YES foi o "The Yes Album", onde ele mostra todo sua técnica e feeling incomuns em faixas como "Your Is No Disgrace" e "Starship Trooper" . O álbum "Fragile", lançado em 1972, foi um grande sucesso comercial e definiu aquele estilo de som pelo qual Howe e o YES seriam internacionalmente conhecidos. Mesclando seu incrível virtuosismo à habilidade de integrar vários instrumentos de corda em seus trabalhos complexos e intrincados. Dominando guitarras acústicas, elétricas, lap-steel guitars, banjos e bandolins, Howe soube se encaixar de modo único entre os hábeis bateristas Bill Bruford e Alan White, o baixo vigoroso de Chris Squire, os vocais líricos de Jon Anderson e o tecladistas Rick Wakeman e Patrick Moraz entre outros. Howe também dividia os vocais do YES, com Anderson e Squire, fazendo camadas sonoras de variações tonais e trazendo para o rock a o caráter sinfônico. Steve Howe utiliza muitas guitarras diferentes em seus trabalhos, mas durante sua estada no YES, as Gibson ES-175 e ES-335 têm sido suas companheiras inseparáveis, assim como o sua guitarra acústica Martin. Durante o áureo período dos anos 70, o YES produziu músicas riquíssimas e de sonoridade ímpar. Entre as performances mais memoráveis de Howe, estão "Roundabout", "Siberian Khatru", "Close To The Edge", "The Clap", "Mood For A Day", "Awaken" e "Gates Of Delirium". Ao vivo, Howe crescia ainda mais, com solos estratosféricos capazes de hipnotizar até mesmo aos virtuosos membros da banda. Jon Anderson às vezes se referia a ele como "maestro".

Howe permaneceu no YES até 1980, quando formou a banda ASIA junto a Geoff Downes, John Wetton e Carl Palmer. Deixou o ASIA em 1983 e montou a banda GTR, em 1986, com o ex-guitarrista do GENESIS, Steve Hackett. Após um rápido retorno ao YES (entre 1989 e 1991), Howe se dedicou intensamente à sua carreira solo. Em 1995 reuniu-se mais uma vez ao YES. Até hoje Howe faz parte do YES e mesmo após tantos anos de trabalho em várias bandas, não pensa em parar de tocar. O trabalho musical de Steve Howe, elevou a sonoridade da guitarra elétrica a um nível jamais pensado e ele dedica boa parte de seu tempo ao instrumento. Howe tem uma coleção com mais de mil guitarras: Gibson archtops, semi-acústicas, double-necks, Fenders, Rickenbackers e muitos violões Martin raros, adquiridos ao longo dos anos e mantidos impecáveis até hoje. Howe publicou o livro "Guitar Quantum" com fotos e especificações técnicas de sua coleção. A Gibson, fabricante norte-americana de instrumentos, relançou o modelo ES-175 como a "Steve Howe Signature Model". Howe já revelou o desejo de construir um museu da guitarra. A sua técnica e criatividade são referências obrigatórias para os aficionados do instrumento.

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