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Angra: você vai querer nos processar e nos perdoar com o ØMNI

Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
Em 05/12/17

Conversamos com Rafael Bittencourt por ocasião do DVD do BITTENCOURT PROJECT, "Live Brainworms in Brazil". Naquela oportunidade, falamos também sobre o novo CD do ANGRA, o vindouro ØMNI, que será lançado no início do ano que vem, além de diversos outros assuntos, como música nordestina, o sucesso de Kiko Loureiro no MEGADETH, influência do ANGRA e SEPULTURA na "invenção" de um folk metal brasileiro, versões em forró de músicas do ANGRA e porque Rafael nunca quis assumir oficialmente o posto de vocalista da banda (coincidentemente, como falei pra ele, as duas maiores bandas de metal brasileiras tem hoje frontmen gringos). Esta é a segunda parte, inédita até agora, quando mais detalhes sobre o ØMNI (capa do álbum, tracklist e primeiro lyric vídeo) vieram à tona. Confira.

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Foto: Victor Rasga
Foto: Victor Rasga

Daniel Tavares: Aquela pergunta que eu já te falei que eu ia fazer. Eu vou mesmo fazer xixi, como é que tá esse disco novo do ANGRA?

Rafael Bittencourt: Cara, eu acho que você vai fazer xixi, você vai se coçar, você vai chorar em alguns momentos, você vai ter raiva, você vai querer me processar, depois você vai me perdoar e, se tudo der certo... na verdade, esse próximo disco é um processo que começou e que eu quero continuar nos próximos anos, não só no ANGRA, mas também no BITTENCOURT PROJECT e em tudo o que eu faço na minha carreira, porque eu acredito que eu atingi uma maturidade artística que eu venho perseguindo há muito tempo. E é com essa maturidade que eu estou criando o conceito do próximo disco, que eu acho que vai envolver bastante as pessoas. E é com esse conceito e com essa maturidade que eu quero construir o BITTENCOURT PROJECT e tudo o que eu vou fazer daqui pra frente.

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Daniel Tavares: E como estão sendo as participações? O Kiko, ou o Marcelo, ou os dois, eles estão conseguindo contribuir.

Rafael Bittencourt: O Kiko está mais distante, mas ele vai contribuir em uma fase mais final, ele vai colocar solos, vai colocar algumas guitarras. O Marcelo esteve conosco no processo de pré-produção. Ele trouxe muitas ideias, trouxe ideias de riffs, trouxe partes para composições. Então, assim, em graus diferentes, de maneiras diferentes os dois estão participando sim.

Daniel Tavares: Esse disco vai ter convidados, como vocês tiveram a Simone Simmons no Secret Garden?

Rafael Bittencourt: Sim. A gente já tem alguns convidados aí que até já disseram que já aceitaram, mas é uma surpresa, né? Não tem como garantir essas participações, então eu preciso ter esses caras já tendo gravado pra gente pra podermos divulgar.

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Daniel Tavares: Com o Kiko hoje no MEGADETH você acha que isso influenciou ainda mais no reconhecimento do ANGRA por parte do público gringo, não que ela já não fosse conhecida porque ela é muitas vezes mencionada por uma porção de artistas gringos, inclusive muitos que eu entrevistei, principalmente os caras mais do power, do melódico... Você acha que o Kiko lá ajudou a tornar o ANGRA ainda mais conhecido no mundo inteiro?

Rafael Bittencourt: Ah, com certeza, porque o Kiko estando no MEGADETH... o público do MEGADETH é o público, muitas vezes, do JUDAS PRIEST, do METALLICA, do SLAYER...Não é só um público do MEGADETH, mas é um público muito grande que entra em contato com a existência do ANGRA. Então aumentou sim a procura pra conhecer a banda, saber do que se trata a banda e tal. Isso, de certa forma, é bom.

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Daniel Tavares: Você canta muito bem. E não é porque eu estou falando com você, mas eu adorei "Storm of Emotions", "Silent Call"... Quando o ANGRA ficou um tempo sem vocalista, porque você não se tornou o vocalista do ANGRA?

Rafael Bittencourt: Ah, várias razões. Eu achei que, primeiro dar conta do repertório do ANGRA, do repertório com o ANDRE MATOS, do repertório com o Edu, seria difícil. Criar minha própria identidade como vocalista não acho que seria o problema. O problema é justamente ter a versatilidade suficiente para interpretar a personalidade vocal de outros. Segundo, as músicas do ANGRA já são difíceis de cantar e também de tocar. Fazer as duas coisas ao mesmo tempo é um desafio ainda maior. E terceiro, eu acho que o público do ANGRA passou a vida tendo um frontman, um vocalista pra, vamos dizer, entreter, criar toda aquela... conduzir o show, né? E um vocalista que toca guitarra ele fica mais preso, né? Então eu preferi ter um vocalista que me desse espaço pra cantar também.

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Foto: Gandhi Guimarães
Foto: Gandhi Guimarães

Daniel Tavares: Existe uma coincidência que é um pouco estranha, inusitada, mas as duas maiores bandas de Heavy Metal do Brasil, hoje, tem vocalistas estrangeiros, no caso o ANGRA e o SEPULTURA. O que você diz sobre isso, não termos um brasileiro capitaneando essas duas que são as maiores bandas do Brasil.

Rafael Bittencourt: É. Foi um acidente que aconteceu no nosso caso. No caso do SEPULTURA eu não sei explicar, mas no nosso caso foi quase que um acidente porque a gente queria um vocalista brasileiro, a gente queria que a banda se mantivesse de brasileiros na sua essência e tal, porém, a gente, com mais de vinte anos de estrada, precisava também de alguém que já tivesse o respeito do público fora do Brasil, dentro e fora do Brasil, né? E a gente também não responde sozinho. Temos a gravadora, temos a opinião dos parceiros de fora do Brasil, que também influenciam nessa decisão, e achamos todos melhor ter um vocalista que já tivesse um respeito, porque você tem que gastar muito tempo e dinheiro pra convencer as pessoas, criar um novo ídolo. É muito duro, muito difícil, muito arriscado pegar uma pessoa desconhecida e você criar um novo ídolo, um novo mito. É muito mais fácil, mais tranquilo, menos arriscado você contratar, chamar alguém que já é um ídolo, que já um mito.

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Daniel Tavares: Entendi. Vocês com o "Holy Land" e o SEPULTURA com o "Chaos A.D." e depois o "Roots" proporcionaram com que hoje nós tenhamos bandas como o ARANDU ARAKUAA. Eu nem sei como se pronuncia esse nome. Mas ainda não temos um folk metal brasileiro. Nós temos folk metal no Brasil, mas com aquela temática celta, viking, coisas que não são daqui. Você acha que o público brasileiro é mais fechado pra esse tipo de coisa. É mais complicado que nós tenhamos mais de um "olodum metal", além do que vocês já fizeram?

Rafael Bittencourt: É. Eu espero que a gente comece a ter mais isso, né? Eu acho que ainda falta pro brasileiro, pro fã de metal brasileiro... o brasileiro tem bastante orgulho de sua própria cultura, mas eu acho que o fã de metal brasileiro, às vezes, não. É, ainda tem o complexo de ser do terceiro mundo, de querer se auto-afirmar, de querer falar que "meu país é sub-desenvolvido mas, eu, não, porque eu sei imitar direitinho o europeu. Eu não sou do terceiro mundo porque eu sei imitar direitinho o americano. Eu toco igualzinho aos guitarristas americanos". A gente tem um complexo e uma macaquice, no sentido de tentar imitar, que é o que não permite a gente entrar na nossa essência criativa e sermos mais originais. E ao mesmo tempo, essa fusão com a nossa cultura tem que ser um pouquinho mais honesta, mais sincera. Acho possível que as bandas, ou seja, os integrantes, estejam perdendo mesmo a conexão com a cultura, porque não adianta você pegar os clichês do olodum e botar no teu amp de guitarra e achar que aquilo vai soar bem. Não é bem assim. Tem que ter no teu sangue, tem que ter na tua apreciação musical, tem que ter no seu ouvido, tem que ter incorporados na sua musicalidade os elementos da sua raiz. Se não tiver, vai fazer sucesso, vai ter mais força aquele que tiver, independentemente de onde ele vem.

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Lyric video de "Travelers of Time".

Daniel Tavares: E falando sobre raízes, a pergunta que eu sempre faço. Quando eu entrevisto um gringo eu pergunto sobre músicas brasileiras. Pra você eu pergunto sobre os músicos nordestinos. Quais são os que você conhece? Quais são os que você aprecia e quais tiveram alguma influência na sua vida. E como o nosso tempo já está acabando, você pode também deixar sua mensagem, conversa com todo mundo, fala mais sobre o DVD, o que você quiser falar.

Rafael Bittencourt: Bom, sobre os músicos nordestinos tem uma infinidade, né? A Banda de Pífanos de Caruaru é muito legal, porque eles mantem a tradição, né? As bandas de pífanos, porque são várias. A gente tem o Quarteto Romançal, o Quinteto Armorial, também, que fizeram música instrumental muito boa. Gosto muito de Egberto Gismonti, não lembro exatamente de onde ele é [Nota: o músico é, na verdade, fluminense] mas acho que ele tem bastante argumento nordestino. A gente tem aí o SpokFrevo Orquestra, que é um gênio e é um cara que tá aí viajando o mundo, mostrando a música brasileira em grande estilo. Luciano Mário, Fred Andrade, grandes guitarristas aí, também do Nordeste. Bom, fora, Alceu Valença, Moraes Moreira, o próprio Zé Ramalho, caras da música brasileira que eu admiro bastante...Lenine... Eu acho que a musicalidade é riquíssima aí no Nordeste, de várias vertentes musicais.

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Daniel Tavares: Você já ouviu alguma das versões que fizeram das músicas do ANGRA por bandas de forró? Calcinha Preta, Mala Sem Alça... O que você achou delas?

Rafael Bittencourt: Sim. Sim. Olha a versão da Calcinha Preta eu achei um pouco melhor que a do Mala Sem Alça. Acho que é a "Stand Away". Eu acho que descaracteriza um pouco o estilo. Deixa de ser uma balada do Heavy Metal e tal, mas eu gosto, eu gosto que façam versões das nossas músicas, eu gosto que tentem traduzir pra outras culturas e gosto de saber que a nossa musicalidade transcende um nicho, transcende um segmento. Quando você está trabalhando com um segmento, com um nicho, com um tipo específico de público, de pessoa, você gostaria de saber lá no fundo se outras pessoas entenderiam a sua música, né? E depois que eu vi essas músicas traduzidas, e elas foram até mantidas bem, foram mantidas em seu original, com exceção de uma letra em português apropriada para aquele público. E o público gostou, né? Então eu acho que isso mostra que a nossa musicalidade, que o que a gente tem pra dizer, que o que a gente pra expressar transcende o nicho e fala mais sobre a alma humana que os problemas, que um nicho específico, um segmento de público específico.

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Daniel Tavares: Agora sua mensagem para todos que estão lendo e vão ouvir esta entrevista nas semanas que vão vir.

Rafael Bittencourt: Pra todos que leram até aqui, muito obrigado por ter chegado neste ponto e obrigado por apoiar os músicos de metal brasileiro. Vamos também levar então a consciência da necessidade de que o metal brasileiro precisa encontrar sua própria identidade, precisa ter orgulho da sua própria raiz, precisa ter orgulho das suas diferenças. Onde nós somos diferentes do metal europeu, do americano, do resto do mundo, a gente tem que ter orgulho dessas diferenças. E se apoiar no sentido de entender que a união faz a força. Quanto mais nós tivermos o senso de colaboração, mais todos ganharão.

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O "ØMNI" será lançado em 16 de fevereiro do ano que vem. A track list já foi divulgada. Leia a primeira parte desta entrevista, com foco maior no BITTENCOURT PROJECT, no link abaixo:

Rafael Bittencourt: o DVD do Bittencourt Project é uma grande realização pessoal

Track list:
1. Light of Transcendence
2. Travelers of Time
3. Black Widow’s Web
4. Insania
5. The Bottom of My Soul
6. War Horns
7. Caveman
8. Magic Mirror
9. Always More
10. ØMNI - Silence Inside
11. ØMNI - Infinite Nothing

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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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