Innocence Lost: em entrevista para o Underground's Voice
Por Renan Ambrozzi
Fonte: Steelmade MB
Postado em 15 de março de 2013
E temos novamente a INNOCENCE LOST conquistando espaço no Metal mundial. Dessa vez a banda carioca foi entrevistada pelo portal português Underground's Voice, confira:
U.V - Antes de mais, bem vindos à Underground's Voice, é um prazer vos receber aqui! Para quem não vos conhece, podem-se apresentar?
Mari Torres: Nós somos a Innocence Lost, uma banda com influências do heavy ao prog metal e com vocal femino, somos 5 amigos do Rio de Janeiro, tocando juntos desde 2007.
U.V - A banda foi formada em 2007. Como correram os primeiros anos em que não lançaram qualquer material? Como se davam a conhecer ao público?
Mari Torres: Quando nós 5 nos reunimos e começamos o projeto de banda com a Innocence Lost, já iniciamos compondo as nossas próprias músicas, mas também decidimos fazer alguns covers, com isso foram surgindo alguns eventos para que pudéssemos ter experiência de entrosamento no palco, como não tínhamos um repertório completo somente com as nossas músicas, tocávamos muito Symphony X, pois era a banda em comum dos 5.
José Ricardo Peret | Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Rodrigo Tardin: E esse tempo foi bem legal pra gente, pra começarmos a ter uma coesão musical, que hoje em dia sai mais natural no palco. E além disso, poucas bandas tocam Symphony X por aqui e foi bem divertido poder tocar algumas musicas dessa grande banda!
U.V - Em 2012 finalmente lançaram o vosso primeiro EP "Human Reason". Como foram as reacções das pessoas e críticos?
Mari Torres: Desde o lançamento recebemos resenhas muito positivas sobre o Human Reson, é nosso primeiro registro de música e é muito bom ter o público nos recebendo positivamente da forma como vem acontecendo, é gratificante demais para toda a banda, música é algo que está no nosso sangue e o público motiva muito a gente com os feedbacks, o que faz com que nosso trabalho seja mais prazeroso e aumenta nossa vontade de produzir cada vez mais!
U.V - Falando um pouco sobre a capa, faz lembrar um pouco a capa de um DVD para um filme. Qual é a história por trás da capa?
Aloysio Ventura: A Idéia inicial era algo mais complexo, que juntasse o sentido das cinco músicas do EP, porém conforme o Rafael Gabrio (artista que fez o trabalho) foi nos apresentando os testes do que ele já vinha fazendo, percebemos que essa abordagem mais simples do conceito "Human Reason" ia funcionar muito bem. Resumindo ela representa a impotência do cidadão padrão em resolver os problemas intrínsecos da nossa sociedade, sozinho. Muitas letras abordam a importância de algum tipo de reação e mobilização das massas, então a imagem casou muito bem.
Querem conferir a entrevista na íntegra?? Deem uma olhada lá na página do UNDERGROUND'S VOICE.
https://www.facebook.com/mari.torres.9655806/posts/148062185360014
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