Dying Fetus: entrevista com o baterista Trey para o Brasil
Por Vicente Reckziegel
Fonte: Witheverytearadream
Postado em 30 de outubro de 2012
Uma das mais importantes bandas da atualidade em seu estilo, os americanos do Dying Fetus, vem tendo resenhas positivas de seus mais recentes discos e shows, inclusive tendo passado aqui pelo Brasil no início deste ano. Nesta entrevista que se tornou mais um rápido bate-papo, pois a banda está no momento excursionando pela Europa, conversei com o baterista Trey Williams, e o resultado vocês conferem abaixo...
Vicente - Primeiro de tudo, Dying Fetus fez um dos maiores shows do ano no Brasil. Qual é a sua lembrança daqui?
Trey Williams - Todos os fãs no Brasil foram incríveis conosco. Estamos honrados pela energia que nos foi passada.
Vicente - Você já tocaram em muitos países no mundo nos últimos anos. Você acha que esses dias são melhores ou piores para as bandas em geral?
Trey Williams - Para mim, o Metal está ficando mais forte em todo o mundo. E o Metal extremo tem sido muito mais respeitado nos últimos anos.
Vicente – O Dying Fetus lançou este ano seu sétimo disco de estúdio "Reign Supreme". Como foi a gravação deste álbum?
Trey Williams - Nós realmente apreciamos a gravação do álbum. Trabalhar com Steve Wright foi um prazer, como sempre o é.
Vicente - E a reação dos fãs foi como vocês esperavam?
Trey Williams - Para ser honesto, nós sempre ficamos surpresos com a resposta que recebemos de nossos fãs, tanto os novos como dos mais antigos
Vicente - Qual é a maior diferença entre "Reign Supreme" e os demais álbuns do Dying Fetus?
Trey Williams - Os solos, o "groove" e o principal, todo o processo de produção do disco.
Vicente - Depois de duas décadas, como você vê a trajetória da banda?
Trey Williams - Vamos continuar a tocar pelo mundo, compor e gravar nossas músicas, desde que os fãs querem ver-nos tocar e ouvir o nosso som.
Vicente - Como é a cena nos EUA para Rock e Metal?
Trey Williams - Aqui os fãs de metal não são tão passionais com relação à música quanto os fãs na América do Sul e no sudoeste da Ásia.
Vicente - Quando você começou na música, quais foram as suas maiores influências, que inspiraram você?
Trey Williams - Na verdade, toda a música que eu já ouvi. Do pop ao rap e, claro, metal.
Vicente - Em poucas palavras, o que você pensa sobre essas bandas:
Nile: primeira classe
Carcass: Os pais do Grind.
Suffocation: Porrada clássica também
Cannibal Corpse: Um rolo compressor, dos pesados.
Sepultura: Um clássico Thrash
Vicente - Por fim, deixe uma mensagem para todos os brasileiros que amam o som do Dying Fetus.
Trey Williams - Espero vê-los novamente aqui, talvez em 2013. Obrigado pelo apoio contínuo. Vejo vocês no pit...
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rock in Rio anuncia lineup dos palcos principais nas duas noites voltadas ao rock
A música que Angus Young diz resumir o AC/DC; "a gente estava ralando, fazendo turnê demais"
A exigência de John Petrucci que Mike Portnoy aceitou ao voltar para o Dream Theater
Sepultura anuncia que show no Rock in Rio será o penúltimo da carreira
O maior frontman da história do rock, de acordo com o Loudwire
As 10 melhores bandas de thrash metal de todos os tempos, segundo o Loudwire
Cinco discos lançados em 2026 que merecem sua atenção
O cantor que Brian Johnson do AC/DC acha a voz bonita demais para competir: "Não é justo"
A melhor música de "No Prayer for the Dying", do Iron Maiden, segundo o Loudwire
Knotfest México anuncia atrações para sua edição 2026
Dez bandas que apontam para a renovação do Rock Nacional cantado em português
A música do Rush inspirada por "Kashmir", do Led - e também por uma revista "diferente"
A banda brasileira que "faz o Sepultura parecer o Bon Jovi", segundo a Metal Hammer
Nervosa é confirmada como uma das atrações do Rock In Rio 2026
As dez maiores bandas de metal do Brasil, de acordo com a Metal Hammer
"Rock é muito excludente, muito masculino, muito branco, muito camisa preta", diz Lulu Santos
O clássico álbum considerado por Roger Waters "o fim da linha" para o Pink Floyd
Em 1988, Humberto Gessinger explicou por que não gostava do álbum "Clube da Esquina"


Kirk Hammet: "não sou um Van Halen, ainda estou aprendendo"
Dio: "Ozzy me odeia quando estou no Sabbath!"



