Hard And Heavy: Kamala, prontos para estourar!
Por Luciano Piantonni
Fonte: Hard And Heavy
Postado em 17 de agosto de 2012
Não é de hoje que o Kamala vem se destacando por fazer um Thrash moderno, de qualidade, com um excelente currículo que inclui os álbuns, Kamala (2007), Fractal (2009) e o mais recente, The Seven Deadly Chakras, lançado este ano. E mesmo com todos esses trunfos, parece que ainda falta algo para que eles estourem de vez. E é sobre isso e outros assuntos, que conversamos com o vocalista e guitarrista Raphael Olmos.
Raphael, como surgiu o conceito de The Seven Deadly Chakras? Aliás, pode ser considerado um álbum conceitual?
Raphael Olmos: Falamos que nós não chegamos no conceito, o conceito chegou até nós. Percebemos que tudo que estava em volta da banda, girava em torno do número 7. Quando começamos a compor o álbum, a banda tinha 7 anos, todos os membros tinham 7 letras no primeiro nome (na época o baixista era o produtor dos 3 álbuns, Ricardo Piccoli)…entre outras coisas. Sentimos que seria o início de uma nova fase, e começamos a pesquisar mais sobre o número 7. Foi ai que chegamos nos 7 pecados capitais e nos 7 chakras do corpo humano. Achamos a relação fantástica, pois um lado busca equilíbrio e o outro mostra o lado desequilibrado do ser humano. O Kamala sempre buscou misturar a cultura ocidental com a oriental, e isso reflete nesses 2 temas. Sem dúvida esse álbum é conceitual!
O Kamala está em seu terceiro disco, todos consideram abanda como sendo excelente, só que no entanto, ainda não emplacou no sentido de ficar ‘mega conhecida’; em sua opinião, o que falta para o Kamala estourar?
Raphael Olmos: De fato ainda não somos uma banda "mega conhecida", porém a cada trabalho lançado, sentimos que conquistamos mais admiradores pelo nosso trabalho, dentro e fora do país. Alias, com o novo álbum, estamos sentindo que a banda começou a fazer barulho fora do Brasil. O que acho que falta, é um pouco mais de interesse do público em geral para buscar e estar "aberto" para conhecer novas bandas. Tem muita banda sensacional por ae, fazendo grandes álbuns e grandes shows, o pessoal tem que ter a cabeça mais aberta para as novas bandas e não apenas ser fã das clássicas. Mas estamos aqui, fazendo acontecer, a cada novo lançamento, sentimos que subimos alguns degraus e nunca ficamos parados. Então acho que tudo é uma sequencia de trabalho, as vezes todo mundo acha que conheceu uma banda nova, mas essa banda já tem 4/5 álbuns lançados. Tudo tem o seu momento certo, a banda vem sendo conhecida por fazer shows fortes, com muita energia e dinâmica, antes não tínhamos essa experiência… agora sentimos que esse é o momento, esse é um novo capítulo na carreira da banda e vamos continuar trabalhando intensamente para buscar nossos objetivos como artista.
Digo isso, porque não é tão comum ver vocês participando de shows grandes, como por exemplo, na abertura dos tantos shows internacionais que acontecem por São Paulo – que ao meu ver é um grande engano dos produtores em não contar com o Kamala… Em sua opinião, o que acontece?
Raphael Olmos: O que vou falar aqui, não é novidade… porém muitas pessoas tem medo de tocar nessa assunto, achando que vão fechar portas, sendo que você já começa com portas fechadas. Se você tiver qualidade em seu trabalho, você abre portas, confiamos em nosso potencial e buscamos estar no palco por merecimento, por mérito de ser uma banda que vai somar no cast do evento. Agora outra forma de "abrir essas portas" é participando do sistema de compra de vaga para ser banda de abertura de um evento nacional ou internacional de maior porte. O Kamala já abriu shows do Sepultura, Paul Dianno, Blaze Bayley, Glenn Hughes, Onslaught, Biohazard Torture Squad, Claustrofobia, de festivais como o Roça n´ Roll e outros festivais de renome pelo país, e nenhuma dessas oportunidades compramos a "oportunidade", estamos lá por que os produtores sabiam da qualidade do nosso trabalho. No fundo, o público sente quando uma banda está pagando para fazer uma abertura, não entendem por que certa banda está lá e por que outras bandas que mereciam, não. Preferimos fazer nosso trabalho com ética e saber que quando estamos no palco é exclusivamente por merecimento. Qualquer produtor que quiser contar com o Kamala para de fato somar no evento, aquecer a galera e fazer uma noite especial para todos os presentes, basta entrar em contato, estamos sempre em busca dessas oportunidades!
Para ler a entrevista completa, acesse:
http://hardandheavy.com.br/ptbr/?p=1296
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Confira os preços dos ingressos para shows do Rush no Brasil
O álbum que define o heavy metal, na opinião do vocalista do Opeth
Pacote VIP para show do Rush custa mais de 14 mil reais
50 shows internacionais de rock e metal para ver no Brasil agora em março
O melhor álbum do Judas Priest, de acordo com o Loudwire
Ao ser acordada ao som de Sepultura, participante do BBB tem reação inesperada
A clássica banda prog que Dave Grohl nunca curtiu; "hippie demais pra mim"
Rush anuncia tecladista Loren Gold como membro da banda de apoio
15 músicas que o Megadeth nunca tocou ao vivo - e dificilmente tocará
Rush está ensaiando cerca de 40 músicas para sua próxima turnê
Iron Maiden - A melhor música de "Brave New World", segundo o Heavy Consequence
Edu Falaschi revela como surgiu convite para reunião com o Angra no Bangers Open Air
10 clássicos do rock que soam ótimos, até você prestar atenção na letra
Geddy Lee comenta tour que Rush fará no Brasil em 2027
Família de Neil Peart apoia a turnê "Fifty Something", que marca o retorno do Rush
Telefone sem fio: o que liga febre dos bebês reborn com "Born Again" do Black Sabbath?
O hit dos Engenheiros do Hawaii que disputou primeiro lugar com "Faroeste Caboclo"
Guitarras: as 15 músicas mais complicadas para tocar



Kirk Hammet: "não sou um Van Halen, ainda estou aprendendo"
Dio: "Ozzy me odeia quando estou no Sabbath!"



