Unearthly: entrevista com a banda de Metal Extremo

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Por Marcos Garcia
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A história do Metal nacional está cheia de exemplos de bandas que se lançam ao mercado internacional, sem medo das dificuldades homéricas a serem encaradas. Assim tem sido desde que o SEPULTURA, em 1989, após o lançamento mundial do ‘Beneath the Remains’ e sua primeira tour na Europa, como suporte ao SODOM (que até hoje causa polêmicas, já que a primeira afirma situações estressantes, e a segunda alega não saber de nada sobre isso), depois seguidos por VIPER, ANGRA, KRISIUN e tantos outros. E um dos próximos a seguir esta rota é o UNEARTHLY, banda veterana da cena carioca, que acaba de lançar seu novo CD, ‘Flagellum Dei’, gravado na Polônia sob a tutoria dos irmãos Wojtek e Slawek Wieslawscy, bem como se preparam para uma tour em solo europeu no ano que vem.

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Aproveitando o momento, fomos bater um papo com a banda e saber mais detalhes sobre o passado, presente e os planos para o futuro.

Whiplash: Bem, um dos fatos mais marcantes da banda desde ‘Black Metal Commando’ foi a instabilidade em sua formação. De lá para cá, um número bem grande de músicos passou pela banda, bem como a musicalidade foi transitando daquele Black Metal mais ríspido para o Death/Black bruto, mas bem trabalhado, de agora. E atualmente, a formação é quase a mesma daquela época com o retorno de Vinny Tyr e de Rafael Lobato. Vocês atribuem aquelas mudanças a que fatores específicos, e acreditam que elas influenciaram a evolução musical do UNEARTHLY até que ponto?

M. Mictian: Eu creio que a evolução foi normal, sempre ouvimos variados estilos de metal, nunca ficamos presos a uma só coisa, e aos poucos fomos colocando tudo que nos influenciava em nossa música, com o tempo fomos sentindo a necessidade de ter algo novo e a mais em nossas canções.

Eregion: Realmente não tem como dizer que não influencia, mas a direção musical sempre esteve a cargo do Mictian até a minha entrada, hoje essa parte de composição está mais comigo e com o Vinnie, mas acredito que tudo que aconteceu foi de maneira natural e evolutiva, acho que ninguém gostaria e estar no mesmo lugar fazendo a mesma coisa de sempre. Talvez muita gente note essa diferença por causa da ausência de um elo entre o ‘Black Metal Commando’ e o ‘Age of Chaos’, pois ficamos bastante tempo sem lançar nada, mas se pegarem as músicas que lançamos no MCD ‘Unmercyful Personanalized Bestiality’, lá está o elo.

Vinny Tyr: No meu caso, acredito que sim. Algumas vezes eu comentei com o pessoal da banda que hoje em dia eu acho que foi bom eu ter me afastado um pouco naquela época. Fiquei 3 anos fora do UNEARTHLY, e nesses 3 anos pude me dedicar muito ao instrumento e a outros estilos, o que me fez evoluir muito musicalmente, fez toda diferença na hora de compor as novas músicas do ‘Flagellum Dei’.

Whiplash: A qualidade musical da banda está fantástica, em um patamar acima de tudo que já haviam feito antes. As composições estão mais sólidas, com melodias e estruturas harmônicas bem definidas. Vocês atribuem isso apenas à evolução da banda, ou o retorno de Tyr e Rafael ajudou mais nesses aspectos?

Vinny Tyr: Acho que houve uma evolução de uma forma geral. Todos nós amadurecemos muito no decorrer desses anos. Pra esse disco, as coisas fluíram muito naturalmente, fizemos todas as músicas juntos, sentávamos e decidíamos o que seria feito pra cada música e dessa forma foi muito bom compor porque nunca faltava idéias, quando algum de nós estávamos sem idéias, alguém dava o pontapé inicial e aí a música fluía de uma forma rápida.

M. Mictian: Com certeza, ajudou sim, pois são bons músicos, apesar de já termos basicamente a sonoridade e a estrutura do álbum pronta, mas temos a certeza que a união de todos fez com que o disco alcançasse o nosso objetivo, cada deu sua parcela de ajuda pra chegarmos em uma idéia final.

Eregion: Eles ajudaram com certeza, principalmente nos termos mais técnicos, de dobra das guitarras, principalmente o Vinnie, que veio com uma cabeça mais madura musicalmente e profissionalmente, o que agregou muito valor as composições.

Whiplash: Bem, a sonoridade do CD ‘Flagellum Dei’ é algo de absurdo em termos de bandas brasileiras. Como foi sair do país e gravar com Wojtek e Slawek na Polônia? Eles conseguiram atingir o que vocês almejavam sonoramente? E até onde eles interferiram positivamente na produção?

Eregion: de fato os dois são “Magos” da produção fonográfica, não acredito que eles interferiram em nada na questão musical (composição, arranjo e etc), mas eles com certeza souberam o melhor jeito de traduzir tudo que criamos numa sonoridade limpa e brutal ao mesmo tempo. Essa parte de timbragem, método de gravação realmente ficou tudo a cargo deles.

M. Mictian: Foi uma aventura nova, mas sempre fomos assim sempre damos passos pra frente, não damos passos pra trás nem pra pegar impulso (risos). E trabalhar com esses produtores foi algo grandioso e estar no Hertz Studio onde grandes bandas do metal mundial gravam e bandas as quais adoramos, foi excelente o sentimento e o esforço foi recompensado com o que atingimos com o ‘Flagellum Dei’.

Vinny Tyr: Foi ótimo, eles são pessoas fantásticas e extremamente profissionais, tudo que pedíamos, eles analisavam com muita calma e diziam a melhor forma que poderia ser feito, nos ensinaram e deram muitas dicas, acho que a mão deles na qualidade desse disco fez toda a diferença, ouça a qualidade dos timbres, limpos mas ao mesmo tempo com bastante peso e agressividade.

Whiplash: Um ponto bem chamativo no é que as guitarras do CD estão, além de extremamente agressivas, possuem técnica, e os solos estão bem feitos e com boas doses de melodias. Por isso, como se deu o processo de composição dessa parte específica? Elas foram compostas em separado, ou foi tudo ao mesmo tempo?

Vinny Tyr: A composição dos riffs geralmente fazíamos juntos. Alguns riffs e idéias, tínhamos em casa separadamente e levávamos para os dias de ensaio. Quanto aos solos, eles exigem uma atenção especial. Meus solos surgem a partir de improvisos, eu gosto de dosar solos melódicos com técnica e velocidade, ter um equilíbrio na música. É muito importante, mas a velocidade não é uma regra, tento sempre criar melodias diferentes, solos que as pessoas não tentem comparar com outros conhecidos, dou um certo destaque para o da música ‘Insurgency’, que eu quis sair do clichê da escala menor harmônica e fiz um solo baseado no modo Lídio. Na minha opinião, ficou muito interessante, uma boa dica para os guitarristas de Metal.

Eregion: Aconteceu praticamente tudo ao mesmo tempo, apesar de algumas coisas nós termos modificado dias antes de viajarmos. O processo de composição do disco foi um pouco curioso, por que ao mesmo tempo que foi um processo mais profissional, onde gravamos muitas Demos, com guitarra e click, fizemos vários testes, o que mandou no final foi o nosso ouvido, o nosso 6º sentindo em ouvir um riff e ter a certeza que “tá foda”.

Whiplash: Eregion, esta é para você: todo mundo já sabe que você é produtor musical, e que bandas (como VOCIFERATUS) já tiveram trabalhos feitos por suas mãos. Mas é óbvio que deve ter aproveitado e adquirido muito conhecimento e ‘know-how’ com Wojtek e Slawek. O que podemos esperar desse fato em um futuro próximo, tanto no tocante ao UNEARTHLY quanto às outras bandas que te procurarem?

Eregion: Com toda certeza! Pois uma das coisas que pude notar que não é o equipamento que faz o estúdio, são os técnicos que trabalham e operam os equipamentos é que fazem toda diferença, eles têm um método próprio muito específico que é responsável por 99% do resultado final dos trabalhos que são captados lá. Fora isso eu tive a honra de ter uma “Master Class”, diferente de muitos produtores daqui que guardam pra si seus métodos e aplicações, eles me ensinaram tudo, e explicaram timtim por timtim do que estavam fazendo na nossa gravação. Atualmente estou produzindo uma pré do Impacto Profano, e acabei de gravar a banda ETERNYX, e estou no aguardo de mais bandas para por a prova esse ensinamentos. Quem quiser entrar em contato: eregion@mysterianart.com no início do próximo ano vou divulgar a página oficial do meu estúdio com o portfólio completo.

Whiplash: Outro ponto que salta os olhos são as letras, que largaram um pouco do satanismo convencional e tratam de aspectos mais reais da vida, especialmente em canções como ‘My Fault’ e ‘Seven Six Two’. Essa mudança foi intencional ou algo mais natural de vocês? E existem mais aspectos nas letras que gostariam de evidenciar, que não esteja descrito no encarte do CD?

Eregion: Acredito que foi um processo natural mesmo, na verdade todas elas tem um aspecto relacionado ao “homem ser seu próprio deus” isso num conceito satânico é satanismo, num conceito ateista é a voz do ateu, a minha ideia era abordar temas que rondassem o anti-deus, mas que ao mesmo tempo fosse de uma maneira poética, mais profunda do que costumo ver nas letras de Metal.

M. Mictian: A idéia era mesmo fugir um pouco do convencional, se você prestar a tenção já no ‘Age Of Chaos’ em algumas letras já tentamos fugir um pouco e no ‘Flagellum Dei’ há essa fuga definitiva, queríamos falar sobre algo mais real do dia a dia da vida que de alguma forma seja obscuro, mórbido porém real.

Whiplash: Ainda falando em conceitos, o nome do CD é uma referência a Átila, o Huno? (Nota: ‘Flagellum Dei’ significa ‘Flagelo de Deus’, título atribuído a Átila. Mais detalhes em http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81tila,_o_Huno)

M. Mictian: Não diretamente, acho que ‘Flagellum Dei’ é o que somos, creio que representa um pouco dos nossos pensamentos a nossa maneira de viver e agir e do que a vida nos mostra, então pegamos tudo o que acontece em nossas vidas e nas dos outros e direcionamos para esse álbum, juntamos as notícias dos jornais em todos seus aspectos: as guerras, a miséria, a fome, a hipocrisia cristã, a guerra do tráfico, drogas, enfim, tudo que assola basicamente nosso estado, mas que se tivermos uma visão geral do mundo é também que assola o mundo.

Eregion: Quando estávamos pesquisando idéias para o titulo do disco, numa das minhas pesquisas cheguei a esse conceito de “Flagelo de Deus” e fui pesquisar se já havia alguma coisa feita com esse tema em Latim, também cheguei ao Átila, o Huno, a partir daí senti que deveria fazer uma música com esse tema que falasse dele, e o fato dele ser o Flagelo de Deus, mas no fim das contas não achei tão “satânico” que justificasse o titulo, decidi escrever sobre a oposição ao conceito de deus onipresente-onipotente.

Whiplash: ‘Flagellum Dei’ ainda tem algumas participações especiais, como Nihil do ENTERRO no conceito de ‘Seven Six Two’, o tatuador Edu Nascimento na composição de ‘Limbus’, e de Steven Tucker (ex-MORBID ANGEL) nos vocais de ‘Osmostic Haeresis’. Como se deram tais participações, mais especificamente?

M. Mictian: Todos que participaram nesse disco são amigos nossos. Nihil é um grande amigo, e uma certa vez, eu conversei com ele sobre a ‘Seven Six Two’ ele achou bem interessante e acabou nos ajudando no conceito da música. Com Edu Nascimento, um dia ouvi algumas músicas que ele tinha gravado em casa e tinha uma música muito semelhante a ‘Limbus’. Eu pedi para usar a música no disco, mas ele disse que preferiria gravar uma nova e foi feito isso. Já o Steven Tucker eu o conheço há algum tempo pela internet, e ele sempre elogiou nossa música, então eu o convidei ele atendeu prontamente e gravou os vocais isso nos deixou muito feliz.

Eregion: Tudo aconteceu de maneira natural, quando o Mictian falou com o Tadeu que a música se chamaria 7.62 ele logo citou o fato da munição ter o conceito de “Full Metal Jacket” e logo pensamos, isso é muito metal (/,,/) tem que estar na letra, com o Edu, nós conversamos com ele sobre uma música que pensávamos em por no disco, que evocasse o lado mais “tribal”, que seria focada na bateria, ele nos mostrou uma composição que ele havia feito com o Deedjridu em cima de uma levada de bateria, e achamos aquilo fantástico, então marcamos com ele, e ele veio no meu estúdio e gravamos a parte dele, e na hora do Rafael gravar a bateria dele só soltamos o click ele fez tudo ali ao vivo na hora, de improviso.

Whiplash: Embora ainda seja cedo para se falar em repercussão, como o CD tem sido recebido por crítica e fãs de Metal, seja no Brasil ou no exterior?

Vinny Tyr: Bom apesar das poucas semanas que o CD foi lançado já pude ver uma ótima repercussão e críticas positivas, a uma boa parte das pessoas que compraram o CD ou que ouviram as músicas disponíveis online tem nos mandados mensagens positivas e muito apoio também, estou muito feliz com o resultado e as críticas desse disco.

Eregion: Sim, com certeza. Nossa loja virtual mal abriu, estamos funcionando basicamente com um e-mail de contato, e já estamos negociando mais de 50 CDs por semana, fora toda repercussão na internet por amigos, parceiros e muita gente nova que não conhecia a banda tem ouvido o trabalho, e a reação tem sido sempre a mesma, as pessoas não acreditam que seja uma banda brasileira.

Whiplash: Sem querer ser polêmico ou disseminar ‘disse-me-disse’, soubemos que a ruptura com o selo Atmosfear foi algo um pouco traumático para vocês, e que o CD saiu pela Shinigami Records. Como tem sido o trabalho de distribuição deles? O suporte esperado está a contento, e o que esperam alcançar com esta nova parceria? E como tem sido o feedback?

Eregion: O pseudo-selo Atmosfear foi responsável pelo lançamento do Age of Chaos na Europa e nos EUA, tínhamos um acordo verbal com eles, pois eles estavam com muita pressa em lançar o disco, nos prometeram muitas coisas e não cumpriram uma se quer, por isso resolvemos expor, e lutar pelos nossos direitos. Depois deles chegamos a negociar com vários selos, do Brasil e de fora, a Shinigami foi a empresa que teve a proposta mais sólida, e até hoje tem trabalhado como um relógio conosco, são extremamente sérios e de grande caráter, acredito que essa parceria tem sido ótima para os ambos os lados.

M. Mictian: Não nos apagamos ao passado isso com a Atmostfear ficou para trás, olhamos sempre adiante. Com a Shinigami temos contrato apenas para este disco e dentro do que estava no contrato eles estão agindo muito bem, não queremos nada a mais e nem a menos apenas que respeitem o contrato assinado.

Whiplash: Soubemos que a banda está assinada com uma agência de gerenciamento australiana, certo? O que esperam deles em termos de tours e suporte?

Eregion: É a Deadset Promotions. Eles têm se mostrado bastante competentes e atenciosos conosco, por enquanto está tudo caminhando perfeitamente bem, estamos com bastante novidade nas mangas, que anunciaremos em breve, graças ao grande trabalho que eles vem realizando.

Whiplash: Agora, aquela velha pergunta que não quer calar: Shows fora do país. Já existe algo concreto? Lugares e número de shows? Alguns no Brasil, Américas do Norte e do Sul?

Eregion: Confirmamos essa semana um festival na Bielorússia, estamos confirmados numa tour australiana ao lado do MNEMIC, vamos ser headliners de um festival na Índia, enfim esses são apenas o que posso divulgar agora, nas próximas semanas já vamos estar com a divulgação e algumas datas prontas.

Whiplash: Agradecemos pela atenção. Por favor, deixem sua mensagem aos nossos leitores.

Eregion: Nós agradecemos o espaço que nos foi cedido, e espero que todos os headbangers brasileiros passem a acreditar e a valorizar mais o produto nacional que tem tanta e mais qualidade que o gringo, nós fazemos metal na raça, por acreditar no nosso potencial, na nossa paixão pela música extrema, não por modismo ou dinheiro.

Vinny Tyr: Agradeço mais uma vez a oportunidade, e espero que todos gostem do ‘Flagellum Dei’.

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Sobre Marcos Garcia

Marcos Garcia é Mestrando em Geofísica na área de Clima Espacial, Bacharel e Licenciado em Física, professor, escritor e apreciador de todas as subdivisões de Metal, tendo sempre carinho pelas bandas mais jovens e desconhecidas do público, e acredita no Underground como forma de cultura e educação alternativas. Ainda possui seu próprio blog, o Metal Samsara, e encara a vida pela máxima de Buda "esqueça o passado, não pense no futuro, concentre-se apenas no presente".

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