Ozzy Osbourne: sou o rato de laboratório que sobreviveu

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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Gary Graff, do The Macomb Daily, entrevistou recentemente o lendário cantor de heavy OZZY OSBOURNE. Seguem trechos da conversa:

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Sobre estar aproximadamente há 45 anos no rock and roll:

Ozzy: "De tudo que eu fiz e por que passei, eu sou um cara muito sortudo por não estar a sete palmos debaixo da terra, sabe? Eu sou tipo o rato de laboratório que sobreviveu."

Sobre sua coluna semanal referente a saúde, "Ask Dr. Ozzy" (pergunte ao Dr. Ozzy, em tradução livre), para o jornal britânico Sunday Times, que é ocasionalmente registrada pela revista Rolling Stone e que deve ser compilada para seu próximo livro:

Ozzy: "Não é sério. Quero dizer, eu sou a última pessoa a quem pedir ajuda. Eu não sou médico. Eu não sei do que estou falando na maior parte do tempo... Mas muito do que eu falo é basicamente senso comum. Eu sei que quando você está num buraco você quer que alguém o ajude a sair dali, e é muito difícil, para muitas pessoas, pedir ajuda. Então se eles sentem que podem me pedir ajuda e que eu posso dar a alguém alguma informação, talvez eu possa ajudar, sabe?"

Sobre o sucesso do reality show da MTV "The Osbournes", que foi ao ar de 2002 a 2005, e do fracasso do show de variedades "Osbournes: Reloaded" em 2009:

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Ozzy: "Eu nunca digo nunca [sobre fazer outro programa de TV], mas tenho de ser honesto: eu não sou muito ligado a TV. Aquela coisa do 'Reloaded', eu não queria fazer aquilo desde o princípio. Quando acabaram com o programa, graças a Deus, eu fiquei feliz com aquilo"

"Eu não sou o cara da televisão, sabe? Minha coisa é a música e o rock 'n' roll. Eu sempre me surpreendi porque o 'The Osbournes' deslanchou, pra começo de conversa. Eu ainda, pra ser honesto, não entendo como aconteceu daquele jeito. E as pessoas não faziam ideia de que eu estive envolvido com rock 'n' roll a minha vida inteira. Eles me paravam na rua e diziam 'O que você está fazendo agora?' 'Ah, eu estou fazendo meu rock 'n' roll.''Ah, você está fazendo isso também?'"

"Me impressionou que as pessoas só me conheciam por conta do programa. Eu não gosto disso."

Sobre seu novo álbum, "Scream":

Ozzy: "Sabe, ao longo da minha carreira as coisas mais memoráveis que fiz vieram do nada. No álbum 'Scream' eu não disse 'Eu quero que o som seja assim. Eu quero que o som seja assado.' Eu posso ouvir o SABBATH. Eu posso ouvir meu trabalho solo. Eu posso ouvir coisas contemporâneas."

"Sendo o Ozzy Osbourne, você fica muito limitado ao que pode explorar. Se você tentar ser esperto demais, as pessoas dirão 'Oh, tá soando progressivo demais.' Quero dizer, eu não conseguiria ser progressivo se eu tentasse. Mas as pessoas gostam que o Ozzy soe de uma certa maneira, então é isso que temos dado a elas."

Leia a entrevista na íntegra (em inglês) no The Macomb Daily:
http://www.macombdaily.com/articles/2011/02/10/entertainment...




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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