Queensryche: "sempre fizemos músicas para as rádios"

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Por Adelemberg Thiago, Fonte: Noisecreep, Tradução
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Recentemente o portal da AOL "Noisecreep" conduziu uma entrevista com o vocalista do QUEENSRYCHE Geoff Tate a respeito do 20º aniversário da reedição do álbum "Empire". Trecho da conversa segue abaixo.

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Noisecreep: É difícil acreditar que já se passaram 20 anos desde que vocês lançaram o álbum "Empire?"

Tate: É estranho. As vezes parece que foi ontem, e às vezes sinto como se fosse há 100 anos.

Noisecreep: O álbum era mais melódico, menos progressivo e menos temático do que o "Operation Mindcrime". Vocês estavam se esforçando para fazer um disco mais direto?

Tate: Tenho que meio que discordar de você quanto ao lado comercial. Sempre escrevemos músicas que podem estar no rádio - e isto é a definição de comercial. Temos muitas músicas como está em cada registro. "[Operation] Mindcrime" teve vários singles nele. Eu acho que a coisa com o "Empire" foi que nós tivemos um recorde de vendas com o "[Operation] Mindcrime", e a gravadora estava dizendo: "Oh, realmente nós podemos marcar [o nº de vendas que o "Operation Mindcrime" havia alcançado] se investirmos dinheiro nele." Então eles despejaram milhões na promoção do "Empire". Tínhamos a TV e as tomadas de vídeo, e fizemos seis vídeos para o álbum. Isso é um grande impulso. Se você despeja milhões e milhões de dólares na promoção e em mais nada, você vai obter algum retorno, e eles definitivamente obtiveram. O álbum ganhou disco triplo de platina

Noisecreep: A balada "Silent Lucidity" fez quebrar o recorde?

Tate: Foi toda uma campanha promocional perfeitamente planejada e executada. Começou com a faixa da trilha sonora do filme "The Adventures of Ford Fairlane", "Last Time in Paris", que teve uma enorme quantidade de rádios tocando no verão. Então quando "Empire" saiu no outono, eles emplacaram com três singles antes deles lançarem "Silent Lucidity". Havia um single a cada seis semanas que tinha um vídeo para eles também. Então eles emplacaram com "Silent Lucidity", eles perceberam que ia ser o maior sucesso, ou que eles haviam investido todo o seu dinheiro, e sim, funcionou. Ela emplacou na 4ª posição na parada pop e então seguiu com mais dois singles que foi ainda melhor. Foi ótimo.

Noisecreep: Vocês sabiam que "Silent Lucidity" era o destaque no momento que a gravaram?

Tate: É engraçado. "Silent Lucidity" na verdade foi escrita no violão, como muitas de nossas músicas. Começamos acústica e então adicionamos diferentes elementos a ela mais tarde e a modificamos. Mas tínhamos gravado "Silent Lucidity", e nosso produtor Peter Collins disse, "Você sabe, é uma boa música, mas não pra mim. Ela não é forte o suficiente para estar no álbum". E nosso guitarrista Chris DeGarmo e eu conversamos com ele a respeito disso, e nós falamos, "Bem, Michael Karmen vai escrever algumas orquestrações para esta [música] e realmente achamos que mudará um pouco a música". Não foi nem até o final da sessão de gravação para que Michael nos desse de volta com as orquestrações. E quando a tivemos no e-mail a escutamos e estava simplesmente linda. Ele veio com essa orquestra linda, exuberante, e quando a música terminou estava sorrindo e disse, "Ok, agora mudei minha opinião".




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Sobre Adelemberg Thiago

Serratalhadense, pernambucano arretado, e terminando o curso de fisioterapia. Nasci em 1985, comecei a escutar rock através das baladas românticas dos "love metal" da vida!. De 2001 até hoje, curto quase todos os gênero do rock, desde o Queen e a velha guarda do hard rock, tipo Scorpions e Europe, aos grandes nomes alemães e chegando ao grande Dimmu Borgir. Sou apaixonado por futebol, meeeengo, corridas, adoro carros esportivos. Não sou um ás das palavras nem tampouco um Bach nas músicas, mas ajudar a divulgar o hard rock/heavy metal, contribuir com o site e ver a galera comentando sobre o que você posta é gratificante, por isso decidi a colaborar sempre que possível com o site. No twitter: @A_Thiago.

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