Madgator: incorruptíveis e com a faca nos dentes

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Por Ben Ami Scopinho
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Formado por quatro experientes músicos - Andrés Recasens (voz), Hard Alexandre (guitarra), André Carvalho (baixo) e Johnny Moreira (bateria) - o Madgator ainda é lembrado por parte do público paulistano que viveu pelo circuito Rock'n'Roll na década de 1990. A nova banda lutou muito e tinha potencial de sobra para dar certo, mas encerrou suas atividades antes de estrear em disco. Infelizmente.

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Mas, depois de 15 anos, eis que o mesmo quarteto novamente se reúne para liberar "Madgator", um álbum de Hard Rock cheio de personalidade e que já pode ser considerado como o melhor disco do estilo que o Brasil gerou nos últimos anos. Sem exageros! Tanta virtuose e sentimento fizeram com que o Whiplash! procurasse conhecer a banda, num bate papo que deu uma geral na carreira desses caras. Confira aí!

Whiplash!: Olá pessoal. Faz muito tempo que o embrião se formou, mas somente agora o Madgator conseguiu sua estréia em disco. Que tal um breve histórico para o leitor conhecê-los melhor?

Andrés: Nossa banda é uma história de muita amizade que nasceu no final de 89. Conheci o Hard numa jam-session, e ele que nos apresentou ao André, pois eu já tocava com o Johnny naquela época. As coisas foram muito difíceis, não tínhamos condições nem de ensaiar. Lembro que, apesar de já tocar muito, o Hard não tinha guitarra, cada ensaio corríamos atrás de uma emprestada... Até com guitarra semi-acústica ensaiamos. Muitas vezes as horas passavam e os ensaios não aconteciam. Foram seis meses sem me ouvirem porque não tínhamos equipamentos de voz. Uma semana ensaiávamos na casa de um, na semana seguinte éramos expulsos. Ficávamos até não nos suportarem mais. E esse processo seguia com uma coisa em comum: sempre gostamos de muitas pessoas nos nossos ensaios e é o que rolava! As músicas "Keep Me Comin", "Take Me To The Night" e "Madgator", que fazem parte deste primeiro CD, nasceram naquela época, assim como o nome original, Alligator.

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Hard: O Madgator é um sonho de adolescente, passamos por inúmeras etapas, eram quatro jovens criativos que se uniram para fazer uma música que tivesse ligação com a personalidade de cada um. Tocamos bastante em São Paulo na década de 90, na hoje chamada Expomusic (antiga Feira da Música), nos apresentávamos todos os dias em diversos estandes, sempre lotados. Realmente tivemos uma ótima aceitação do público na época.

André: Trabalhávamos arduamente. Chegamos a ensaiar todos os dias da semana por quatro ou cinco horas, sempre tivemos em mente fazer apresentações impecáveis.

Hard: Então o Johnny foi para a Argentina. Depois de tanto trabalho, ficamos sem chão. Passamos muito tempo testando alguns bateras até que entrou Fabiano Manhas. Fizemos algumas músicas e fechamos um contrato para gravar um CD cujo contratante não arcou com as despesas e o CD nunca foi lançado. Rolou um desgaste emocional muito forte.

Andrés: Nós sentíamos que não dava pra continuar. A verdade é que o amor pelo nosso trabalho era tão grande, que a soma disso tudo mudou muito nossas atitudes e pensamentos, nos levando individualmente para lugares muito distantes de onde gostaríamos de chegar. O primeiro a deixar a banda foi o Hard.

Hard: Paramos por 15 anos até retornarmos com o Johnny, agora, com mais maturidade e preparados, sabendo o que queremos da vida. Trabalhamos com vários projetos, tocando em vários tipos de eventos, tudo voltado para conseguirmos gravar o CD. O Johnny voltou muito bem, acompanhando artistas brasileiros já consagrados e arcou com a maior parte das despesas.

Whiplash!: Cara, ainda sobre os primórdios... Explica melhor aí como rolou o lance de começar a levar um walkman para as filas de shows da cidade - se é que essa molecada aí saiba o que seja um 'walkman'... Como a galera reagia?

Andrés: Cara, naquela época eu colecionava vídeos que tinham o nome de "Home-Vídeo". Eles tinham making of dos álbuns, dos clipes, mostravam o início das bandas e elas em turnê. Lembro de um vídeo chamado "Hard n' Heavy", com caras que hoje são top distribuindo flyers nas filas dos shows das grandes bandas da época. Tive a idéia de fazer algo parecido e sabia que só conquistaria as pessoas mostrando nosso som. Peguei uma fita de um ensaio, um walkman (super moderno, rs...) e comecei minha correria. Eu chegava numa fila e perguntava: "Você toca? O que você gosta de ouvir?". Enquanto o cara falava, eu buscava o trecho que tivesse mais a ver com o que ele curtia. Já tinha os tempos e os trechos na memória e acertava na veia! Fiz isso noites inteiras, por semanas, em diferentes shows e, ainda na madrugada pegava o pessoal na saída daqueles shows onde não conseguia chegar antes de começarem! Eu ficava moído, mas era muito bom poder ver do palco tantas pessoas que encontrei naquelas filas!

Whiplash!: Em paralelo ao Rock'n' Roll, vários de vocês tocaram com artistas e em programas destinados ao grande público. Qual a maior esquisitice que presenciaram trabalhando ao lado desse pessoal e, de alguma forma, estes contatos abriram alguma porta ao atual Madgator?

Johnny: Hoje em dia, para qualquer um que se torna 'Artista' em nosso país, é fácil ver esquisitices, basta ligar a TV de final de semana. Presenciei várias coisas e vou citar algumas, por ex: artistas, cantores que cantavam metade do show e a outra metade dublavam a própria voz e, quando dava algum problema no 'sequencer', a culpa era da banda. Outros que falavam bom dia e no outro dia nem te olhavam na cara. Tenho várias esquisitices pra contar, mas em relação a abrir portas para o Madgator, nunca aconteceu! Nenhuma porta foi aberta através desses contatos, mas trouxe experiência suficiente e nos deu condições para juntar a banda novamente, para fazermos o que queremos e sabemos fazer melhor.

André: Nós, músicos, tínhamos que nos adaptar ao trabalho. Certamente tivemos chance de conhecer o show business. Trabalhar em vários programas de TV me fez ter uma visão realista de que cada artista tem suas diferentes atitudes e manias.

Whiplash!: O baterista Johnny passou alguns anos tocando música brasileira e latina pelo continente. Afinal, o que foi o tal 'Trio Elétrico Metal', considerado o primeiro da América Latina?

Johnny: Na década de 90 fui chamado para participar de um projeto na Argentina que resultou em alguns contratos onde teria que ensinar mais de 500 integrantes de baterias de 'Escolas de Samba' a tocar ritmos como: frevo, afoxé, olodum, samba e também afinar os instrumentos da escola. Como as apresentações eram feitas percorrendo as avenidas, a única maneira de colocar os integrantes de forma que todos pudessem me ver melhor, seria montar um Trio Elétrico. Eu ficava lá em cima onde todos pudessem me ver e fazer as mudanças dos ritmos ao mesmo tempo comigo. Na época do carnaval, as escolas competiam entre si e a ganhadora fazia uma turnê pelo país. Como resultado, foram três anos consecutivos de vitórias. O sucesso foi tão grande, que cheguei a tocar cinco noites seguidas, em períodos de 8 horas, para mais de 250 mil pessoas por noite. O detalhe, é que tocávamos músicas como "Smoke On The Water", "Sunshine Of Your Love", "Satisfaction", mas usando ritmos brasileiros e fazendo com que a galera do metal participasse intensamente dos carnavais. Isso trouxe um reconhecimento do governo argentino que resultou em um troféu ao 1º Trio Elétrico Metal feito na América Latina.

Whiplash!: Pois bem, vocês já tinham a Música como profissão e, mesmo sabendo que não se vive de Rock'n' Roll no Brasil, o que os levou a reativar o Madgator? É uma banda de verdade ou mais um projeto em meio às outras atividades?

Hard: O que nos levou a reativar o Madgator foi a vontade de tocar e fazer música de verdade, sem ser influenciado pelo mercado. Eu já estava cansado das mesmices de algumas bandas de rock ou metal que estão aí. Meu desejo é de elevar o nome do Brasil com qualidade e criatividade. O Madgator jamais será uma banda de mentira, porque faz o que sente, e não o que o 'tal' mercado pede! A prioridade é o Madgator. Aulas, workshops e outras atividades, são para nosso sustento e investimento... Bela rima... hehe.

André: Apesar de ter diversos trabalhos, sentíamos falta da nossa linguagem de criação e de fazer um trabalho com a nossa cara. O que facilita é que, antes de sermos uma banda, somos uma família, compartilhamos muito de nossas vidas, das coisas boas e dos momentos difíceis. Ser uma banda de verdade, para nós, é resultado de uma vivência muito mais profunda, por isso é um projeto único que veio para ficar.

Johnny: O Madgator, com o tempo, também realizará outros e novos projetos dentro da música! Na verdade o músico brasileiro, não só vive mal dentro do rock, como também de um modo geral. Além de sermos explorados pela politicagem e de não termos nenhum benefício, nós, sem percebermos, estamos puxando nosso próprio tapete numa competição onde os músicos só têm a perder. Principalmente cobrando menos pelo próprio trabalho e não nos aliando por ideais coletivos. O motivo principal em reativar o Madgator, foi que de fato, viver bem está relacionado diretamente a se sentir bem e ser feliz, não pelo que temos, mas sim pelo que somos.

Whiplash!: Algo muito interessante no disco "Madgator" é que, mesmo com toda a técnica, o repertório transmite grande espontaneidade. Como rola o processo de composição entre vocês? Vocês 'limam' muita coisa durante a criação?

Andrés: O princípio é não limar nada. No início das composições, mesmo que naturalmente algumas partes do processo fiquem mais definidas para cada um, todos teem liberdade de inserir suas ideias, seja para um instrumento, um arranjo ou até mesmo sugerindo algum tema para uma letra. Temos, por exemplo, na música "The Brave Without A Mask", melodias vocais sugeridas pelo Hard que estão no CD sem nenhuma alteração, assim como eu participo intensamente das composições das partes instrumentais e de arranjos onde a voz não fez parte.

Hard: Tudo rola naturalmente, às vezes gravamos algumas opções e depois escolhemos democraticamente o que fica mais legal. É um trabalho coletivo, de muita criatividade que vivemos intensamente e sempre deu certo assim.

Johnny: Somos verdadeiramente amigos há mais de 20 anos e isso ajuda muito. Prezamos a satisfação de fazermos músicas que nos completem por inteiros, com a imensa bagagem que possuímos, todas as ideias são tão boas que é muito difícil limar alguma. Temos sempre alternativas para interpretarmos de formas diferentes.

Andrés: Eu acho que, por admirarmos uns aos outros, temos dificuldade de limar as coisas. Com relação à espontaneidade, é porque não buscamos fazer coisas propositais pensando em causar determinado impacto, seja por estilo ou técnica empregada. Nosso primeiro compromisso é com nossa satisfação.

Whiplash!: Como vocês comparariam as canções do problemático álbum que nunca chegou ao público, com as que vocês liberaram em "Madgator"? Conseguiram aproveitar algo das velhas composições?

André: Uma parte das músicas daquele álbum foi reformulada e adaptada, com nossa visão musical atual. Procuramos mudar alguns arranjos e dar um aspecto melhor.

Hard: Absorvemos a essência de algumas músicas antigas e as transformamos em algo mais maduro e amplo.

Johnny: Se fosse comparar eu não conseguiria, porque é continuação de um mesmo trabalho.

Andrés: Existem músicas daquele álbum que mesmo com 15, 20 anos são muito fortes ainda hoje, tanto que algumas delas estão no CD (com pequenas mudanças). Algumas que consideramos datadas, utilizamos alguns trechos instrumentais. Até mesmo em uma música instrumental, que era introdução dos nossos shows, coloquei uma melodia vocal e hoje é a música "Hypnotize Her". A música "Mr. Frankenstein" foi composta com a outra formação e mudamos muito pouco do original.

Hard: Evoluímos muito nestes contratempos da vida e fizemos muitas músicas inéditas. Diria que aproveitamos uns 30% do passado.

Andrés: As músicas novas carregam a energia contida pelos longos anos que tentamos voltar a tocar juntos e não conseguíamos. Quando voltamos à formação original, com o Johnny, fizemos coisas com arranjos mais complexos e com muito mais peso, e talvez tenha sido o que nos aproximou mais do Metal. Este álbum não foi o suficiente para descarregar toda essa energia, tanto que já temos parte do próximo CD em nossas mãos.

Whiplash!: A ilustração do turco Emrah Elmasli ficou maravilhosa, caras! Há muitos detalhes e referências... Como encontraram esse artista e até onde vocês se envolveram no seu processo de confecção? O réptil da capa pode vir a ser considerado como um mascote?

Hard: Isso é obra do nosso vocalista Andrés Recasens, que pesquisou e trabalhou muito, conseguindo expressar nossas ideias para o Emrah. Foi um processo longo e demorado, até desgastante para mim, porém obteve ótimos resultados.


Andrés: Não foi fácil expressar através da capa o que é nossa banda, o que está dentro do CD e chamar a atenção das pessoas. Quando comprei o 1º álbum do Iron Maiden, em 1981, foi pela capa. Queríamos uma capa diferente do padrão que a maioria das bandas usa hoje na expectativa de que, seguindo o que todos fazem, será mais fácil dar certo. Todos nós sabemos que é a partir da capa que se desenvolve um bom site, MySpace, uma excelente camisa de banda e acho que isso nós conseguimos! Existem muitos detalhes na capa que estão ligados às letras das músicas, mas isso fica pra quem comprar o CD. Tive uma grande sorte em ter encontrado o Emrah, ele é um grande artista.

André: Olha, não chega a ser um Eddie do Iron Maiden, mas ele é nosso mascote. Pode ser nosso Maddie, rs.

Hard: E ele tem um apelo meio primata que eu adoro.


Whiplash!: Aos poucos, o Hard Rock parece estar novamente se reerguendo, em especial na Europa. Mas, ainda que o Brasil tenha seus adeptos, as bandas encontram muitos obstáculos para alcançar o mercado externo. A que vocês atribuem esse fato, e o que estão fazendo tentar reverter essa situação?

Johnny: O principal obstáculo é a falta de empresários na área do Rock. Com o Madgator estamos mostrando que nós, brasileiros, também somos capazes de fazer este estilo de música para o primeiro mundo.

Andrés: Eu torço para que mais empresários, bandas de Rock e Hard Rock possam unir-se, acreditando no que gostam, fazer tudo da forma mais profissional possível. Acho que no Brasil só esta soma, que de certa forma acontece em alguns segmentos musicais, pode nos ajudar a transpor obstáculos e chamar a atenção daqueles que estão reerguendo o Hard Rock na Europa. Isso é trabalho desses novos empresários europeus e não só das bandas. Até porque, muitas bandas ruins no gênero acabam tendo espaço por falta de opção, e ótimas bandas e verdadeiros clássicos passam despercebidos com a enxurrada de CDs disponíveis todos os dias na internet.

Hard: É importante fazer música com honestidade e deixar as pessoas julgarem. Temos tido muito retorno, tanto ao vivo quanto pelas gravações de estúdio. É um trabalho verdadeiro e isso faz com que as pessoas tenham amor pelo som. O público que sabe pesquisar na internet tem discernimento quanto a essa honestidade.

Whiplash!: Certamente o Alligator / Madgator passou por muitas histórias bacanas... Para vocês, qual a melhor lembrança dos velhos tempos, que realmente os marcou como músicos?

André: Para mim, a presença dos amigos e fãs, que lotavam todos os lugares onde tocamos. Muitos desses lugares nos dias de hoje nem existem mais.

Hard: Lembro dos camarins lotados, muita festa, em alguns shows, guitarras voando na minha cabeça, sangue no rosto, nos dedos... Nosso vocal pulando de cima dos P.As de um palco que já tinha 6m e se arrebentando lá embaixo... Loucura total. Bem no início da banda tocamos numa festa de judeus no antigo Aeroanta de SP, fomos contratados para tocar covers e só tocamos Madgator, hahaha...

Johnny: O que mais marcou pra mim, foi o lance das pessoas nunca esquecerem o nosso som. Por diversas cidades e estados por onde toquei alguém sempre gritava o nome da banda.

Andrés: Comigo isso aconteceu várias vezes. E eu pensava: "Não poder ser!", "Como?". Depois as pessoas chegavam até mim pra dizer que tinham algo gravado ou tinham visto um dos nossos shows. Lembro de quantas vezes que carregamos caixas, monitores, potências nas costas pra fazer um ensaio. A emoção que sentimos ao terminarmos uma música nova é sempre marcante! A última que compusemos juntos, ao terminamos nos abraçamos fortemente, trocando nossa alegria e comprovando que ainda somos aqueles moleques apaixonados por rock, incorruptíveis e com a faca nos dentes!

Whiplash!: Legal...! Uma curiosidade final acerca dos trabalhos de Johnny... O músico Dori Caymmi te pediu para gravar um solo de bateria em uma cena de estupro, para o filme "Lara" (02). Bicho, como é trabalhar em algo assim, com esse instrumento, para conseguir transmitir toda a tensão que uma cena como essa necessita?

Johnny: A princípio achei a idéia surreal. Quando entrei no estúdio, o Dori já havia colocado um monitor ao lado da bateria para eu ver as cenas do filme e ir compondo o solo/trilha. Foi o melhor momento que tive na vida em gravações, principalmente porque não tinha 'clíck'... Se toda gravina fosse assim, bons tempos, rs. Comecei a ver como era difícil interpretar aquele momento cruel vivido pela atriz. Analisei a violência, os tapas, ela sendo jogada ao chão, portas batendo e percebi que poderia destacar isso com acentos. Perguntei se ele queria um solo livre ou com marcações das cenas e ele me disse para fazer os dois. Terminando os takes ele preferiu usar meu solo de improviso. É muito bom saber que esse momento ficará eternizado no cinema brasileiro em um filme que, além de ganhar vários prêmios e ter artistas consagrados, conta a história de uma das grandes atrizes do nosso país: Odete Righi.

Whiplash!: Beleza, pessoal... O Whiplash! agradece pela entrevista e deseja que o Madgator venha para ficar. O espaço é de vocês para os comentários finais. Um grande abraço, ao som da versátil "Eternal Fire"!

Andrés: Eternal Fire, fire...

Hard: Agradeço a divulgação do Whiplash!. Obrigado por torcerem por nós. Foi um prazer conceder esta entrevista para vocês. Acompanhem nosso trabalho, nossos shows, nossas vidas. Os sonhos daqueles quatro jovens, lá do começo, estão se tornando realidade e mostrando que, apesar dos apuros passados, não desistimos de fazer nosso rock que não tem nada a ver com mercado, e sim com amor e paixão.

Johnny: Quero agradecer a todos pela super força que estão nos proporcionando, muito obrigado.

André: Valeu, Whiplash!. Somos grandes consumidores das informações que vocês colocam no ar todos os dias!

Andrés: Vocês é que ajudam a manter o fogo eterno do rock! Valeu Whiplash! ETERNAL FIRE!!!

Contato:
http://www.madgator.com.br
http://www.myspace.com/madgatorofficial




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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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