Slash: como ele começou a gostar de rock?

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Por Lucas Steinmetz Moita, Fonte: Blabbermouth
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Em junho de 2010, o List.co.uk conduziu uma entrevista com o guitarrista Slash (GUNS N ROSES, SNAKEPIT, VELVET REVOLVER). Confira trechos abaixo.

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The List: Como você conheceu o rock?

Slash: "Engraçado você me fazer esta pergunta, porque eu estava pensando sobre isso há dez minutos atrás. Eu acho que quando era uma criança, e eu estava na Inglaterra, foi através dos ROLLING STONES, THE WHO, THE KINKS e BEATLES e era nisso que meu pai estava metido. Meu pai era um estudante realmente rebelde, um desses garotos de toda geração. E foi com isso que eu cresci na Inglaterra. Mas quando eu me mudei para os Estados Unidos, foi THE DOORS e LED ZEPPELIN e tudo mais que estava rolando [na época]. Nós tínhamos uma coleção musical realmente vasta, e eu fui criado em meio ao rock 'n' roll, simplesmente foi assim. Então quando eu cheguei pelos 13 ou 14 anos, eu comecei a ouvir - mesmo achando que as músicas de meus pais eram legaizinhas - o hard rock contemporâneo da época, que era AEROSMITH, CHEAP TRICK, BLACK SABBATH, AC/DC, TED NUGENT e tudo mais, e foi daí que eu surgi.

Eu sempre amei guitarras no rock. Eu apenas nunca pensei que era o que eu ia acabar fazendo. Eu não tinha intenção de ser um musico, mas eu peguei uma guitarra por dois segundos e nunca a larguei desde então".

The List: O que você acha que faz de você um guitarrista tão único?

Slash: "Eu não faço idéia do que estou fazendo, eu não estou bem certo de como cheguei no lugar que estou. Eu tenho meus momentos tocando - que definitivamente se demonstram emocionalmente - que realmente vem de um lugar sincero, e talvez as pessoas se atenham a isso, ou talvez são apenas os riffs, eu não sei. Mas é muito legal ser reconhecido como um guitarrista decente. Esta é uma das coisas que eu sempre quis estar apto a fazer, estar no topo do meu jogo, para mim pessoalmente, apenas ser melhor como guitarrista, estar apto a me comunicar com a guitarra cada vez melhor, e eu acho que isso começou a funcionar um pouco. Em outras palavras, eu não faço idéia".

The List: Quão diferente é estar em turnê agora que você está limpo e sóbrio?

Slash: "Quando estávamos em turnê, não era muito de rolar drogas. Eu nunca fui muito drogado na estrada - sempre era em casa quando eu estava fora da estrada que eu caía no abismo através do tédio - mas na estrada era realmente ficar bêbado, e eu simplesmente me acabei bebendo 24 horas por dia pelos últimos 35 anos, então eu de fato não sinto falta disso. Tudo é realmente igual. Eu continuo fazendo festa o tempo todo e saindo com todos que bebem, mas eu apenas não gosto, particularmente, e realmente não tenho mais o desejo de ficar extremamente bêbado. Mas nada me parece estranho. Eu acho apenas que o foco para mim agora é sobre a música, então estou feliz por estar nesse ponto em que estou, sendo otimista para tocar e curtir".

The List: Como foi exatamente o processo de gravação do álbum solo, especialmente trabalhando com tantos vocalistas?

Slash: "Eu escrevia a música, fazia uma demo, e então mandava para o artista que eu achava que deveria cantar, daí eles poderiam escrever as letras e fazer todo o resto. Então todas as canções foram co-escritas pelo vocalista. Foi realmente muito simples e muito old school em termos de escrever músicas, onde um cara sentava ao redor, e levantava com uma porção de mudanças de acordes e isso, e aquilo e aquilo outro, misture tudo isso e mostre ao cantor para ver se ele gosta, ele faz sua parte então vamos ao estúdio e botamos pra quebrar".

Leia a entrevista completa (em inglês) no The List.




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Sobre Lucas Steinmetz Moita

Formado em Jornalismo pela Unisinos, atua em duas áreas bastante bipolares: música pesada e teologia. Proprietário do site CristianismoHardcore.com.br, atuou durante 5 anos com o Programa MoitaRock, entrevistando diversos artistas nacionais e internacionais (como Andre Matos, Angra, Sebastian Bach e Blind Guardian). O Programa MoitaRock foi extinto, mas o trabalho com vídeo e entrevistas continua em HeavyTalk.com.br, ao qual também administra.

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