Ellefson: livros de história, excelente fonte para o Metal
Por Marco Néo
Fonte: Goldmine Magazine
Postado em 21 de abril de 2010
Pat Prince, da revista Goldmine, recentemente entrevistou David Ellefson, baixista do MEGADETH. Seguem alguns trechos da conversa.
Você já começou a compor novamente com o Mustaine?
Ellefson: "Sabe, nós ainda não começamos a compor nada. Tem uma música nova que já estava sendo trabalhada quando ele (Mustaine) me chamou de volta para a banda. Na verdade me mostraram essa música dois dias depois da minha volta, isso foi bem legal. Nós ainda temos músicas e riffs de anos atrás que não usamos, e Shawn sempre fala: 'Eu não acredito que nós nunca gravamos essas músicas. Elas são fantásticas'. É legal ter alguém como o Shawn por perto porque ele tem um ouvido diferente e uma perspectiva diferente das coisas e essa atitude provavelmente ajudou o MEGADETH nos últimos anos a voltar às suas raízes e retomar a energia que fez a banda viável pra começo de conversa".
O seu estilo de composição e o de Dave ainda combinam hoje em dia?
Ellefson: "Veremos, eu acho, mais pra frente. Tem vez que eu pego o baixo, mas no momento eu estou no 'modo de shows' quando eu pego meu instrumento. Um dia desses eu estava em casa e tive algumas idéias. Eu já estava no MEGADETH mas não estava com os caras, em turnê, daí eu tive um estalo e pensei: 'Uau, isso aqui provavelmente ficaria legal num futuro álbum do MEGADETH'".
Vocês ainda têm interesse pelos mesmos assuntos? Digo, você também é cristão?
Ellefson: "Sim, eu sou".
Oh, ok, então vocês ainda conseguem se relacionar como compositores.
Ellefson: "Com certeza. E sabe, é engraçado com o MEGADETH, porque mesmo anos atrás Dave lia a Bíblia para ver se surgia alguma idéia e elas eram normalmente muito inspiradoras. É interessante. O livro de Isaías, por exemplo, daria pra escrever um álbum inteiro do IRON MAIDEN com ele, sabe. É definitivamente uma boa fonte de inspiração. Os livros de história são uma fonte perfeita para compor álbuns de Metal".
No passado houve um ataque injusto ao Metal, especialmente durante os anos 1980, por ele ser supostamente satânico.
Ellefson: "É engraçado. Mesmo quando o Thrash começou, com o VENOM e tudo aquilo, mesmo que você ouvisse aquele tipo de música, você via que nenhum daqueles caras eram adoradores de Satanás. Adoração de Satã é algo como, 'Isso é o melhor que você consegue fazer?' Ele é um cara não muito importante. Você meio que limita um pouco suas fontes se escolher seguir esse caminho".
A matéria completa (em inglês) está no link abaixo.
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